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domingo, 14 de dezembro de 2014

Reflexão do Mês- dos Potenciais Áureos


Dezembro
2014
Mês dos Potenciais Áureos
Uma Era de Paz
Letting go – Não é meu!

Esta Reflexão do mês chega mais tarde que o habitual. Tal deve-se em grande parte à concentração de energia no workshop Ascensão e Construção da Nova Terra. Ao Encontro da Rede Cristalina que decorreu nos passados dias 7 e 8. Ao terminar, verifiquei que muito do que senti nas semanas prévias foram de algum modo uma limpeza e subtilização energética e que, como é material verdadeiramente multidimensional, focar em tarefas nesta realidade se tornava bastante complexo, com muitas respirações e a precisar de uns dias para ”regressar”. Algo intenso e extraordinário, mais uma experiencia nestes dias mágicos que vivemos e anunciando um 2015 de mistérios desvelados em toda a sua glória! Tudo a par duns 21 dias de limpeza… Cá estamos!

Na prática a energia de Novembro prolonga-se por este mês de Dezembro no que diz respeito a tudo o que for mais denso e a requerer ponto de equilíbrio. É mais uma daquelas fases em que parece que está a acontecer tudo ao mesmo tempo. Aliás na segunda quinzena de Novembro, tudo o que havia para acontecer parece ter ocorrido cá pelo país, com a detenção de altas figuras do Estado e Administração Pública envolvidas em caso de corrupção, o ex-primeiro ministro a ser igualmente detido por fraude, branqueamento de capitais, etc, etc, o escândalo de certos partidos políticos a procurarem a reposição de subvenções aos ex-políticos enquanto se continua a cortar nos salários e reformas de grande parte da população e se fala em novas medidas de austeridade, o congresso de um partido em que todas as votações tiveram empate e em que se teve até de adiar a eleição do líder, novas vistorias à família Espírito Santo Salgado, grupo e afins, um antigo líder partidário a ser condenado a prisão efectiva por uma série de crimes de colarinho, uma infinidade de casos de histórias camufladas a vir ao de cima. Também um aumento da actividade sísmica, incluindo a norte sismo de grau 3 (que me acordou de madrugada), chuvas torrenciais para o sul e cheias em certas áreas, e por aí fora. Acrescente-se a erupção do vulcão de Cabo Verde na Ilha do Fogo que energeticamente está directamente ligado ao que por cá se passa, numa fase em que se regista a maior actividade vulcânica dos últimos anos por todo o planeta. No exterior, as dinâmicas de luz-sombra, bem-mal, poder, domínio, controle, estão mais acesas que nunca, desde o Médio Oriente, à Rússia e Ucrânia, México e o caso dos estudantes assassinados, EUA e os casos de tensão racial, anti-semitismo ressurgente, etc, etc. Teremos ainda umas semanas bem intensas nos próximos tempos.

Por seu lado, nas esferas de Consciência tudo vai bem. E melhor do que nunca.

O despertar de milhares de seres humanos está a gerar ondas de renovação. O sonho dos pioneiros está a ser expandido e já plasmado de muitas maneiras, seja através de descobertas científicas no campo da saúde, dos recursos energéticos, e até da física, biologia, seja através do chamar de atenção para tantas situações de discriminação – abuso – desumanidade – pobreza – iliteracia – analfabetismo – etc que muitas vezes levaram já a soluções experimentais e projectos inovadores a nível comunitário e até empresarial com um novo foco na criatividade, envolvimento e sensibilização das populações, educação, gestão de recursos e sustentabilidade. Para aqueles que se entregam à sua viagem pessoal de descoberta e amor-próprio tudo o que têm investido em si mesmos tem agora o potencial de lhe ser retribuído 70x7, i.e., multiplicado pelo infinito: em energia, em bênçãos, em clareza, em harmonia, em paz, mais consciência… É cada vez mais fácil aquela respiração em que tudo relaxa e nos coloca no Ponto de Presença. É cada vez mais fácil Sentir – as energias, os campos electromagnéticos, as presenças, a consciência de massas… É cada vez mais fácil manifestar – a criatividade, a abundância, a real consciência de ser um criador.

 
2014.11.26 - Noruega - site yr.no

Claro que os desafios estão aí. Dificuldades de concentração, memória a fugir (quantas pessoas me confidenciaram pensarem estar com inícios de alzheimer ou similar :D? e eu vivi isso mesmo ainda estes dias), fadiga física e mental por sono agitado, dificuldade em cumprir prazos e concluir tarefas, como se o dia tivesse menos horas ;), ter percepções e insights e ficar sem saber se é algo que acaba de ocorrer, se é déjá vu, se é algo vai acontecer e por aí fora. A mente 3D está a fundir-se na mente sagrada, está a tornar-se multidimensional e enquanto tal não ocorre há desfasamentos bem desconfortáveis, principalmente se não soubermos que é algo temporário. 
É bem visível nos últimos tempos como as pessoas assumem as dores dos outros como suas, tal abrangendo questões físicas, com dores localizadas, sensações de mau-estar, irritabilidade, insatisfação, mas até os problemas, as vergonhas e culpas, complexos de inferioridade e vice-versa. A maior parte das pessoas absorve a energia dos outros como o ar que respira. E nos planos mais subtis muitos trabalhadores da Luz, muita gente espiritualizada o faz ainda e revela-o pontualmente em certa circunstâncias. Daí a importância de observar onde estão os nossos pontos de ressonância e trabalhar a nossa energia e assim o nosso campo electromagnético. É uma escolha, libertar o que não nos pertence.

E quanto mais percepção vamos tendo do que é nosso energeticamente e do que é do vizinho do lado, dos amigos, dos familiares, da pessoa que encontramos nas compras, da moda na tv ou no Facebook, da onda que está a passar na consciência de massas, mais vamos concluindo que a maior parte dos nossos pensamentos e emoções são apropriação de algo externo. Aqui são mais identificáveis como não sendo nossas as modas, críticas, irritações, expressões que surgem dos média. Depois há todo o mundo do subconsciente, todas as apropriações de crenças, gostos, construção de identidade que vem desde a infância e mais além. O que te pertence? O que tu quiseres ter na tua realidade, que amanhã poderá ser diferente do que hoje. Visto da perspectiva do humano divino, nada que tenha a ver com escassez, negatividade, mesquinhez, mexericos, fatalidade, karma, limitação, feeding, aparente ausência de respostas e soluções, aparente ausência de criatividade/compaixão/equilíbrio… nada disso lhe pertence!
Ainda por estes dias, via um programa sobre os mentalistas e como é fácil levar alguém a acreditar que está no comando da sua vida, enquanto na realidade está a seguir directrizes de outrem. Há muitas formas de hipnose em curso. E voltamos a reforçar o ponto das mensagens subliminares por vezes inocentes, outras nem por isso, do marketing, notícias, propaganda, a acção de antenas de telemóveis, televisão, satélites, drones daqui e dali. É sempre possível escolher uma programação que venha substituir a anterior via hipnose, por exemplo, mas porque não escolher usando o livre arbítrio? Porque não começar a usufruir da liberdade? A nossa, a minha, a tua, não aquela que alguém nos quer propor, por mais extraordinária que possa soar…
Perguntaram-me como eu distinguia o que é meu do que é exterior. Eu parto do princípio que a maioria dos pensamentos e emoções, dores e achaques, e de certeza a mesquinhez generalizada por aí a par de energia de vítima, não me pertence :-) Como é que essas frequências têm algo a ver com a minha Essência? E se é por aí que eu me pauto tudo o que está noutro nível, desnivelado ou o que for, não tem nada a ver comigo! E quanto mais eu permaneço neste ponto de clarificação, mais clareza vem de que assim é e as dores dissolvem-se nesse instante de consciencialização, a irritabilidade, etc numa respiração. Cada vez mais fácil, cada vez mais pacífico, cada vez mais neutral.


O humano divino assume as suas responsabilidades, assume as suas escolhas, sabe que pode voltar a escolher, sempre transmutando as energias e mantendo-as em movimento. Sente que tem em si a sabedoria para deixar chegar as soluções no momento certo, pois permite que a energia o venha servir em plena sintonia com a sua infinita consciência criadora. Sabe que tem toda a energia para o servir sempre que necessário. Mais ainda, o humano divino permite que toda a energia se expresse e passe por si, uma vez que não sente a energia como positiva ou negativa, mas como energia livre, não se apropriando dela para criar zonas de conforto, para controlar ou manipular. O humano divino expressa-se criativamente em algo satisfatório  criativa e intelectualmente e no que toca á sua abundância permite a reciprocidade de energia. O humano divino vive no agora, no momento presente, onde acede a todas as suas expressões por entre as dimensões e além do tempo linear.

Sexta-feira foi o 12:12, mais uma vez trazendo essa presentificação desse 12:12:12 da Nova Era do Eu Sou, esses potenciais de integração, infusão e fusão do eu divino com o eu humano cada vez mas tangíveis. Essa abertura em curso ao longo deste mês de Dezembro, com ponto alto dia 15 (energia a chegar após explosões solares), e depois dia 21 no Solstício, dia 24 para 25 no Natal em dádivas “extra” de luz e energia, na grande “preparação” para 2015. Está pronta/o?
A energia da Mãe retorna a par da energia o Pai, pela primeira vez lado a lado de modo amplo e abrangente, cada vez mais à superfície, cada vez mais nesta realidade física, dando lugar ao Filho/Filha, a última face da trindade arquetípica, pois como diz Kryon, tudo neste planeta vem aos pares :) mas sempre com o terceiro elemento da Consciência de Compaixão Quântica[1] ou o factor Consciência de Adamus[2], que tudo transfigura. Fogo divino. Luz nascente. Pax a emergir.
Mês dos Potenciais Áureos? Sim, se te alinhas com essa escolha e te permites receber. Claro que é receber os dons da Alma e não aquilo que a tua mente 3D pensa que deve, tem, pode ser. Permitir é confiar e deixar fluir, é ser límpido e transparente


Muitos vêem as dádivas a chegar e como estão na mente, julgam-na, avaliam segundas intenções imaginárias e preferem ignorá-las ou rechaçá-las. E dizem que não sentem, que com eles nada sucede. O grande desafio para a maioria será dar o salto de confiança nesse desconhecido e permitir que a nova energia venha nos seus novos paradigmas servir para expressar as escolhas, para plasmar potenciais. Para quando essa permissão???... Era um dos motes para 2014. Hummmm… ainda um bocadinho de jogo por aí, não?  Mas este é o momento – todos lá fazem as suas reflexões quando chega o final do ano - , este é o momento certo para escolher ir além das limitações das dúvidas, das vozes na nossa cabeça, esses aspectos boicotadores e palradores sempre opinativos (de que não vais conseguir, que não mereces, que não é para ti, que é crendice, blá blá blá); esse é o momento para escolher dar voz à Alma, aos nossos potenciais mais elevados!
Uma constatação: mesmo as pessoas espiritualizadas, humanos despertos, têm ainda uma tendência para escutar mais os aspectos que a sua Voz interior, a Voz da sua Essência, para falar com os aspectozinhos que com os Mestres Ascensos que convidam nas suas respirações e meditações. A sério. Chamam Kuthumi e Adamus Saint-Germain, o Arcanjo Miguel, Mãe Maria, mas depois põem-se à conversa com as vozes do passado, qual Velhos do Restelo, sempre a chamar para zona de conforto – do passado. Uf! Move on!

És um ser multidimensional. Assume-te.
O teu corpo está na 3D, a tua consciência tem escolhas que vibram em oitavas de luz de 4ª-5ª-6ª Dimensão de consciência. E até o teu corpo se está a reconfigurar desde o teu ADN com os filamentos espiralando em todos os seus atributos sagrados; o teu corpo está a renascer para o corpo de luz num novo electromagnetismo mais expandido, integrando cada vez mais partículas diamantinas, cristalinas, cada vez mais livre dos véus de separação e das ilusões do passado, das pressões e manipulações dos arcontes, cada vez mais a espelhar a harmonia melodiosa e sublime da Divina Presença Eu Sou. Estás para lá da Barreira de Frequência de separação da Terra das realidades cósmicas, respiras para lá do horizonte… Estás a ficar fora do tempo linear - e eu juro que é impossível o dia ter as mesmas 24h de há dez anos atrás, há um nítido aceleramento de consciência que dilui o tempo sequencial, acordas e num instante esforçaste-te por fazer uma data de tarefas e já estás de volta ao jantar, a preparar-te para o dia seguinte e o que dormes cada vez mais parece insuficiente e num instante passou-se a semana, o mês, vem mais um solstício e outro ano…


Se estás aqui, o que te move é algo dos planos mais belos do teu Ser, o chamamento da Alma.
O teu caminho é a Paz.
Assim, vais permitir que esses potenciais de realização, de fusão, de percepção do Eu Divino, da Iluminação se manifestem?... os teus potenciais áureos, bem reluzentes digo eu.

Vem aí o Solstício. Once again. 21:12:2014 = 3:3:7 = 13 = 4 = Nova Energia – Home/ Lar – Terra - Equilíbrio do Eu Humano e dos Elementos. O retorno a Casa é o retorno à Essência, ao Centro do Ser servido agora pela Nova Energia que funciona através da Consciência. Retorno à vivencia cósmica multidimensional – da Terra ao Cosmos. Sagrado Feminino e Sagrado Masculino em fusão alquímica para dar lugar Integração plena do Eu Sou.
A Sagrada Família, Maria Madalena e Yeshua, Ísis – Osíris - Hórus, o sagrado a voltar na Festa das Luzes. Não é por acaso que no advento se acendem velas a cada domingo, como a festa hebraica do Hanukkah por esta altura celebra com o candelabro sagrado. Também outras culturas celebravam nesta altura do ano o novo ciclo e passagem do sol, nomeadamente no culto de Mitra, oficializada a celebração do Solis Invictus / Sol Invencível no dia 25 de Dezembro por Aureliano, imperador romano, mas que era algo conhecido e vivido há séculos desde os celtas das Ilhas Britânicas e Gália, aos Zoroatristas que honravam Ahura Mazda e a sabedoria intrínseca do fogo sagrado, aos hindus que então reverenciam o senhor Krishna, segunda figura da Trindade hindu, aos chineses e festa de Yule, e assim também no budismo e confucionismo, bem como do outro lado do Atlântico são conhecidos rituais do Incas e Maias, dos índios da América do Norte na celebração e reverencia do novo ciclo solar. O que ocorre de 21 a 25 de Dezembro é celebrado há milhares de anos, é o momento em que a estrela que brilha mais forte no céu é Sírius, que no dia 25 se alinha com a constelação das 3 Marias, em Órion, e aponta directamente ao sol (e no 12-12-12 foi visível o alinhamento das três pirâmides de Gizé e as 3 Marias). Hórus, Krishna, Yeshua têm nascimento celebrado a 25 de Dezembro. Coincidência? O solstício abre para esse alinhamento único que a arte arquitectura plasmaram em criações extraordinárias por todo o planeta (de Abu Simbel no Egipto, a Stonehenge em Inglaterra, cromeleque dos Almendres em Portugal só para citar exemplos bem conhecidos) que revelam o seu esplendor nos solstícios. Este anúncio de renovação que vem com a estrela de Sírius - a estrela mais brilhante no céu, Sírius como radiância do Logos para este sector da galáxia-, é um revivificar do renascimento divino, a Consciência Crística semeada, nascida, e que agora pode ser integrada e avançar para as novas plataformas da Consciência Mahatma.
Introduzimos algo que surgiu em 2012 da Consciência Unificada dos Kumaras de Sírius:

«Da Terra do sonho vem o cântico que gerou, que semeou, que brotou, nutriu, pariu vida, cor, luz e som que se tornaram reais em forma, matéria, textura, melodias e sinfonias arautos das dimensões criadas para uma experiência corpórea da alma. Dos anjos mais belos se conjugou o sopro de Micaéis, Melquizedeques e outros mais para que o pulsar do coração nessa Terra azul sempre presente estivesse, mantendo vivo esse impulso de transcender a Criação conhecida, bem desde o Sol dos Sóis centrais com a hoste dos Kumaras adiante nessa respiração sagrada.
O Deus e a Deusa, Pai e Mãe, Masculino e Feminino, na completude da sua fusão e integração refractam-se na mais ínfima partícula dessa Criação e dessas dimensões onde o Filho Criado se torna Criador e prossegue em novas espirais do Tudo e do Nada a expansão da Fonte primeva. A Luz caminha de mãos dadas com a sua Sombra, que a honra e engrandece e permite transcender, nesse movimento dual, paradoxal, simbiótico e metamorfoseante, quaisquer barreiras da realidade conhecida e integrar fracturas-fricções da viagem da experiência da Consciência nas ilusões temporais da densidade encontrada.
A semente morre para dar fruto…. Dá flor e frutifica em equilíbrio no momento próprio, nem mais cedo nem mais tarde. A espiral gira e tudo se renova num sopro de vida. Tudo vai bem na Criação.
Consciência unificada dos Kumaras de Sírios - 2012.04.13»[3]

As correntes de energia e consciência convergem para o Centro. Diversas religiões e filosofias, civilizações e culturas tendem para o ponto de síntese. Tal é irreversível. Mesmo que agora clamem que o seu Deus é Único e melhor que todos os outros, mesmo que batam com a mão no peito a sua verdade, que gritem e estrebuchem, a verdade da luz e o amor que é a sua Essência genesíaca virá ao de cima e transcenderá a luta de poder e controle das mentes mais densas. A Consciência pura é fogo que consome a densidade da dualidade e oferece a possibilidade de escolha e de rumar na via suave e o seu signo é liberdade e paz. Por isso Adamus diz que na Nova Terra não há religião, pois o Homem já reconhece o divino em si e em todos os que o rodeiam, já não precisa que haja representantes em nome do divino colocando-se acima dos outros, o Homem honra e respeita as diversas tradições e expressões culturais agora livres do peso do passado e do karma, o Homem assume as suas responsabilidades como ser divino e irradia, partilha a sua Luz contribuindo para uma realidade fluída e harmónica, para lá da supressão da criatividade e sexualidade ou supressão da comunhão com o mundo mágico dos devas da natureza e dos elementos enquanto expressão natural exotérica e esotérica no planeta e no ser humano.

E tu?
Vais resistir de unhas e dentes na 3D, na Velha Terra?
Dás o Salto de confiança?
Para onde? Para essa plataforma de consciência onde tudo é mais fácil e é em Ahmyo, a graça e bem-aventurança, a harmonia e equilíbrio, para lá do amor em pura compaixão. Parece-te longe? Está à distância dessa respiração de permissão.
Just do it!
Que tens a perder? Descobrir que És a tua Essência?...
Tal como disse John Lennon:
“Tudo estará bem no final.
Se ainda não está tudo bem, é porque ainda não é o fim” ;)

Nota – já falei várias vezes de Sírios, cantei Sírios, mas sou tão Siriana, como Canopiana, Pleiadiana, Liriana, Mintakiana, Terrestre (até moro em V. N. Gaia – Lol), etc.
Síntese. Eu Sou o que Eu Sou. O foco de origem da minha consciência é Shantar via Shinkara lá para a galáxia de Sombrero… Tudo o mais são as minhas insígnias de fogo, mil e uma experiências e muitas mais a desbravar por novas constelações, já nas minhas realidades paralelas e nos meus sonhos, amanhã na percepção do meu Corpo de Luz.

Rumo a uma Nova Era de Paz. Em cada respiração de liberdade e permissão.           

Eu Sou
Patrícia & Cª

Na Estrela da Vida Estrela da Aurora
e nos reinos cristalinos
2014.12.14



[1] www.kryon.com
[2] www.crimsoncircle.com
[3] Por Patrícia Almeida & Cª – é possível citar mas com esta referência. Estreladavidaestreladaaurora.blogspot.com


Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites www.aureasoulbreath.com e www.osilenciodamontanha.com

Texto em pdf aqui: https://pt.scribd.com/doc/250114394/2014-12-Reflexao-Do-Mes-EVEA-Patricia-Almeida



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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Novembro - Mês do Invisível - Mês do Silêncio - Fénix













Aurora borealis sobre a Islândia
Photography by @jc_ by earthpix
Imagens retiradas da net
Novembro
2014
Mês do Invísivel
Mês do Silêncio
A Fénix


Novembro deveria ter título de mês…?... uma vez que Outubro foi o mês Zero e então tudo dependeria das tuas escolhas.

Algo belo nasceu neste duplo mês de eclipses: eclipse lunar encerrando um ciclo, eclipse solar abrindo outro e as maiores erupções solares registadas até hoje logo de seguida, com o fim de Mercúrio retrógrado... e foi a primeira vez em que senti que havia algo com esse planeta a influenciar os meus dias e humores por aqui… really … Aí vem o 11:11 e mais um salto quântico de expansão de consciência. Para mim. Espero que para ti. Para outros permanecerá o caos, a guerra, a escassez, o desgaste mais do que nunca, até ao momento em que clamarem Basta! Dependendo das tuas escolhas, mas pressupondo que te alinhas cada vez mais num campo electromagnético de alta frequência, podes ter dois meses de Ahmyo, de bênçãos e dádivas. E quem sabe até te podes habituar e continuar pelo ano que vem ;) Why not?


A energia de Maria Madalena apresentou-se para este início de mês num impulso que vem elevar o fogo transmutador. Sinto essa abertura amorosa, sagrada, divina - no entanto tangível como nunca antes - que chega de um modo mais explícito e expandido. Sinto como do centro da Terra vem o impulso kundalínico de ascensão – da verdade, da consciência, da energia. A nova era iniciada em 2012-12-12 / 2012-12-21 é uma era de liberdade… de liberdade da Alma. Os véus dissolvem-se e as malhas de luz despontam cada vez mais à superfície e tangíveis para os seres despertos. Maria Madalena é fractal avatárico nesse impulso de renovação e renascimento de toda a humanidade, para lá daqueles que se abrem à fusão de humano-divino, à iluminação. Sinto essa malha de luz que abraça o planeta no seu reverberar monádico e o impulso de abertura ao corpo de luz em novas oitavas disponível para cada um de nós.


  * imagem de auroranotify.com

Mês do Invísivel, embora registando-se fenómenos que são agora mais visíveis que antes, em lugares antes impensados e remetem para esse mundo onírico de luz e cor, um mundo mágico e etéreo. As energias estão a ficar cada vez límpidas e cristalinas. É o caso das auroras boreais, as northern lights, já não restritas aos países nórdicos e aos polos, mas alcançando agora extensas áreas dos EUA, norte da Rússia. Outro caso é dos halos solares avistados um pouco por todo o lado (Cuiabá e Várzea Grande no Brasil, Argentina, etc) e recentemente múltiplas vezes nas suas versões parciais, mesmo cá em Gaia, uma amiga a partilhar foto em Tomar na semana anterior… é o caso dos crop circle até há pouco tempo apenas na Grã Bretanha, agora um pouco por toda a Europa Central e mais além (Brasil, Iguaçu este mês) com as suas mensagens codificadas.

 
Eva Silva http://g1.globo.com/

Acabei por chamar a Novembro mês Invisível por múltiplas razões. Os portais de luz são invisíveis a quem não está sintonizado com esse pulsar, o qual tem a sua frequência electromagnética própria, a sua geometria sagrada única. E neste momento há muitas linhas de tempo, muitas dimensões e infradimensões acessíveis ao humano encarnado - tudo vem daquilo com que se alinha: reinos de harmonia e sustentabilidade, entreajuda e compaixão, mundos de jogos e drama, poder e competição, a Nova Terra e Nova Energia, a Velha Terra ou as guerras da religião, do dinheiro, das supremacias, etc, etc. Um dos meus recentes maiores momentos de awareness foi exactamente essa percepção das diferentes linhas de tempo em que me movo e de como no final tudo vai bem, pois essa é a minha escolha. Todas essas realidades interligadas e simultâneas (por eu deixar que assim seja). Desde a visão da transmutação merkábica da Cura Quântica Estelar, das guerras estelares e suas consequências, desde a 3D mais densa e adormecida à reconfiguração matricial desde o Eu Sou, desde a visão da Rede Cristalina e dos fractais de geometria sagrada, desde a percepção das ordens angelicais e estelares /galácticas /cósmicas, das fraternidades de Luz, centros intraterrenos, grutas cristalinas, desde a viagem Shaumbra rumo à Consciência de ser Consciência, etc, etc. Está tudo aí e está tudo bem. Em paz. Uf! Aleluia! Just passing through. E uma coisa é dizê-lo, lê-lo, outra é senti-lo. Por isso esta realidade linear com o passar do tempo permite respirar, relaxar, aguardar, percepcionar, integrar, ser.

Já fui invisível para mim mesma. Vivi anos nessa ilusão desiludida de não sentir quem Sou. Cresci com uma dor imensa que vinha de tantos aspectos, de tantas vidas, de tantas experiências por resolver. Carreguei a dor de um mundo. Agora sou livre.
O divino era invisível para mim, embora sempre soubesse que existia, quanto o é para milhões de seres humanos neste planeta. O desejo profundo de descobrir esse divino traz a sua revelação: quando a hora chega, quando se está pronto. Abrem-se os olhos do coração e nasce um novo mundo sobre o mundo antigo, pois há novas cores, novos sons, novos sabores, novas fragrâncias, novas texturas e um pulsar diferente que vem do Centro do ser e tudo coordena, qual grande maestro. Esteve sempre ali. A Consciência só permitia tocar o sonho.

Agora vou sendo invisível para aqueles que se fecham na sua realidade como eu durante tanto tempo, tanto na percepção da 3ª dimensão, um piscar de olhos para o meu Eu multidimensional. Talvez seja mais confortável assim, ser invisível de tempos a tempos. E assim quando te vêem sentem-te diferente, às vezes alienígena ;), às vezes longínqua. Adamus diz que um dia não nos veremos no espelho: aguardamos….


Estes textos acabam por ser bastante simples, mas são reflexo de vivências que a maioria não entende, e vê como uma curiosidade exótica ou similar. Pessoalmente, sinto mais apropriado transmitir informação/energia/consciência de forma directa nas sessões individuais ou em grupo, mas reconheço a partilha com os meus leitores por todo o planeta. Seria mais fácil e popular preconizar realidades tangíveis pela meditação, um exercício, uma iniciação milagrosa. As iniciações proporcionadas pelas terapias holísticas, mais ou menos elaboradas, são sintonizações com frequências energéticas distintas, mas cabe a cada um aproveitar e desenvolver os potenciais oferecidos. As reais iniciações da Alma não têm intervenientes humanos, ocorrem quando a pessoa está pronta a receber. Ora, estar pronto a receber não será proclamar que se quer, que se merece e por aí. Já senti esse desespero urgente de salvação; sempre me concedi a graça de um amparo para nunca desistir. Aprendi a aceitar, a esperar, a ir burilando o meu cristal ou a percepção dele. Confiei e confio nessa redenção interior que vai acontecendo a cada respiração. Vou mergulhando no silêncio melodioso do centro do meu Ser.


O silêncio traz a paz da presença. O silêncio na realidade física abre os sentidos para as demais realidades. Lá encontro o divino no centro do meu Ser.
Numa sociedade que usa o ruído (sonoro, visual, psíquico, espiritual) como escapatória para não ter de se ver, sentir, ser, os silenciosos tornam-se invisíveis - mesmo que estejam no cimo do monte ou junto ao mar a cantar… algo que não pertence a essa dimensão – ou tão “ruidosos” no insuportável do seu silêncio para quem não os compreende e sente. No entanto os silenciosos estão plenos de Vida: observam, saboreiam, amam, são.

Se te remetes ao silêncio de repente, o mundo exterior vai pensar que estás revoltado, que estás em fuga, tentam espicaçar o teu ruído a retornar. Se te vais silenciando, vais suavemente passando para além da ilusão do véu e o que fica está em compaixão e aceitação.

A Nova Terra está aqui para quem se abre a vê-la, a senti-la, a vivê-la. Está aqui, mas está além desse véu ilusório. Será real e visível para ti quando fizeres essa escolha de ir além, de deixares as projecções que criaste de ti mesmo e absorveste sobre ti mesmo. Ainda falta muito para que haja essa fusão integral das duas Terras, como a separação total das duas, das muitas Terras (1). Porque não ir vivendo no melhor das duas?
Assim, se estás a começar o teu despertar de consciência, a Nova Terra é ainda algo etéreo, onírico, idealizado que anseias e buscas. Se vives esse desvelar de percepção de que És Consciência, tu sabes que operas, tu sentes que há algo em ti e na tua vida que o teu vizinho a 5 metros não consegue imaginar que estás a experienciar, há uma riqueza intrínseca em todas as experiências, uma beleza e harmonia inexplicáveis. Se és o mestre criador e soberano, abres-te à Luz e permites-te ser a Luz.

Que escolhes?
E depois o que te permites receber?

Muitos receiam essa visibilidade invisível por memória de registos passados de experiências com fim mais abrupto ou doloroso. Há sempre essa retracção inconsciente devida a um passado de martírio, seja sob que forma ou em que linha de tempo. Mas tu estás já tão metamorfoseado em relação ao que foste – mesmo nas tuas existências que tenhas por mais gloriosas e harmonizadas – que dificilmente esse passado se repetirá… só se quiseres. As transformações que vêm com o despertar, toda essa alquimia e transmutação, aproximam-te extraordinariamente do divino em ti. A balança do sagrado feminino e do sagrado masculino em ti estão a encontrar o seu equilíbrio pela primeira vez desde há milhares e milhares de anos, se estás a fazer o trabalho. As forças arquetípicas desse sagrado feminino e sagrado masculino tornam-se-te visíveis nas suas múltiplas expressões para que vivas nesse equilíbrio transfigurador e transcendente. Além da dor do mundo, no Amor do mundo… em Ti.

Chama rosa e chama azul fundindo-se em violeta cristalino de revelação da chama dourada. Humano divino em fusão na Terra. E lá está: essa chama só é visível e sentível aos despertos. E essa chama só se torna real àquele que se entrega à paz do silêncio invisível para lá de proclamações, decretos, canalizações, terapias, makyo.
Makyo é o ruído espiritual. Estar atento ao que não é nosso, ao que não parte dessa essência bela e única. Assim, ir além da makyo, é um depurar, um desapegar contínuo de tudo o que não está no presente, neste agora da respiração do Eu Sou. Talvez amanhã veja este texto como makyo, será bom sinal :-) pois vejo muito do passado que fui como muita makyo, embora tenha sido totalmente apropriado naquela altura, embora tenha sido a minha verdade, mas eu estou em viagem de consciência e vou reciclando, transmutando o ontem para me abrir para o presente e assim para o amanhã. É como o shopping cheio de promoções e saldos, com tanta oferta para tantos sonhos e projecções acumulados, que nem sabes qual a loja mais apropriada para ti, qual o item que te levou ali por necessidade, acabas por gastar os tostões que tinhas para gastar e se calhar até te endividas para sair com mais uma grande oportunidade. Absorveste o que querias e o que não querias, estás repleto de ferramentas e berloques que a publicidade diz serem extremamente úteis para o teu despertar e no princípio achaste e sentiste que sim, depois foste deixando estar por gosto e hábito no teu eu renovado que acabas por ter um ar démodé e nem dás conta pois estás na consciência de massas, na consciência de grupo, etc. Viver sem makyo é aceitar ser real, sem necessidade de pensamentos felizes cor-de-rosa açucarados em optimismo, é amar e honrar quem somos, os nossos humores, a nossa lentidão ou a nossa pressa, a nossa especificidade. Sem ter de parecer espiritual ou isto ou aquilo, sem ter de dizer a coisa certa. A liberdade é não precisar de ser hoje o que foste ontem. A coerência vem-te do Centro do Ser e da estabilidade amorosa e harmónica que irradia. Encontra o teu silêncio a cada dia.
Renasce como a Fénix.

Lembra-te que estás em Novembro, mês do signo escorpião no zodíaco. Renascer é palavra-chave. A fénix renasce das cinzas do passado.
Sê fogo purificador na tua vida.
Sê Amor.
Jesus era/é Amor e fogo. Para lá do bonzinho, não tinha problemas em chamar as coisas e as pessoas pelos nomes. Por compaixão. Renasceu para a Vida Maior.
Nesta nova era não é preciso partir desta realidade para Ser pois a semente da consciência crística floresceu. Permites-te ser Fénix? Arrumar a casa tridimensional e mergulhar na Vida multidimensional?



Antes o silêncio alcançava-se nos ashram e mosteiros físicos, no deserto ou no alto da montanha, na floresta recôndita. Era mais fácil, mesmo que o templo interior fosse sempre no Centro do Ser. Hoje o templo é em ti, em fractal cristalino merkábico portal entre dimensões que irradiam a Luz do eu Sou, da mónada, da supramónada.

Agora podes ser Luz e continuar a fazer zapping na tv se te apetecer. A Consciência que És e emanas transmuta e toca tudo em teu redor, desde as ondas electromagnéticas da tv e computador, das plantas e água da tua casa, dos teus alimentos, numa respiração… silenciosa.

Eu sou filha de Novembro. Renasço como a fénix e vou livre do passado esvoaçando pelas belezas deste planeta, por essas amadas malhas de luz cristalina.

Estou aqui a escrever no meu portátil, estou já a dar os acabamentos finais no outro computador e estou já sentir a vossa energia ao ler estas palavras. Estou no Porto no meu gabinete, estou já em casa em Gaia, estou na Plataforma Cristalina da Estrela da Vida, estou com os shaumbra ainda no dreamwalk de Halloween como no Shoud de dia 1, estou num barco a subir o Nilo, estou num pôr-do-sol junto ao Taj Mahal, estou numa praia paradísiaca, estou em Lys, estou em Aavara, estou algures com Maria Madalena e Yeshua e tantos outros a respirar os potenciais do evento de domingo dia 2, tudo neste agora multidimensional.

Respiro fundo e vou cantarolar ;)

Eu existo
Eu Sou

Patrícia Almeida 

Na Estrela da Vida Estrela da Aurora
e nos reinos cristalinos

2014.10.31



[1] Adamus – New Earth Update, Outubro de 2014 – Cf. www.crimsoncircle.com/store
Cf. André Louro de Almeida - Maria Madalena: de Escorpião a Fénix



Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites www.aureasoulbreath.com e www.osilenciodamontanha.com





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Para download e para imprimir pdf (com todas as imagens): https://pt.scribd.com/doc/245107880/2014-11-Reflexao-Do-Mes-EVEA-Patricia-Almeida




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Grata

Patrícia Almeida


sábado, 4 de outubro de 2014

Outubro - Mês Zero: Escolhas e Raízes


Outubro
2014
Mês Zero
Raízes e renovação
Escolha e permissão


Setembro foi mês interessante com um borbulhar de energia que parece estar prestes a explodir ou a implodir. E assim chegamos a Outubro e parece que temos uma panela de pressão em acção. Outra vez?

Em Outubro, como sinal exterior que algo de grande magnitude está em curso, haverá dois eclipses, um lunar e um solar, um dia 8 a coincidir com a lua cheia e depois outro dia 23 na lua nova. Já sabemos que eclipses geram sempre grande actividade telúrica nomeadamente da ordem sismológica, e que tal traz movimentações electromagnéticas com efeitos no corpo físico, bem como nos planos emocional, mental, psíquico. Aguardemos.

Para já temos a questão do Estado Islâmico a alimentar as atenções e medos gerais, as grandes indústrias a posicionarem-se e a regozijarem-se com a situação por elas criada mais ou menos directamente pois consta que uma guerra é algo lucrativo. A juntar à guerra na Ucrânia e a bipolarização que muitos se esforçam por implantar. Há imensos ingredientes para um mês apimentado, a juntar ao ébola por aí, o caldeirão emergente na China (não seria de esperar? O grande número de índigo que nasceu na China e está a chegar à vida adulta, veio mesmo para trazer a mudança!), as eleições no Brasil, referendos a ir e a vir da Escócia à Catalunha. Entretanto com as maiores explosões solares de sempre em meados de Setembro verificou-se grande mexidela energética e uma certa onda de ansiedade no ar. A chuva diluviana fez-se sentir um pouco por toda a Europa e parece ter mesmo chegado aos estados desérticos do Arizona e Texas nos EUA com inundações nunca vistas. Os vulcões e actividade sismológica na Islândia estão ao rubro, um vulcão adormecido no Japão despertou em toda a força e foi fatal para muitos alpinistas e caminhantes e vai juntar-se esta sexta dia 3 a um tufão para sim ser energia em movimento ao quadrado. E claro o Sínodo da Família a começar no Vaticano... Os proximos dois meses serão interessantes...

Nós por cá – em Vila Nova de Gaia / Porto – tivemos há quinze dias uma senhora trovoada que trouxe uma luz dourada extraordinária antes da sinfonia de trovões e relâmpagos a gerarem uma grande libertação energética de tensão acumulada e na semana seguinte houve ameaça de nova tempestade mas que saldou por um arco-íris e esta figura a espreitar nas nuvens ;)

foto Patrícia Almeida


Em termos de energia como têm sido estes dias de tanta energia no ar? Sim, a sério, muita energia!
Quem tem boas raízes, bons alicerces, tem navegado com facilidade, uma respiração, uns instantes de reflexão e interiorização e têm conseguido um equilíbrio. Os alicerces na Nova Energia são flexíveis e adaptaveis, movem-se e ajustam-se no impulso do Centro do Ser. Não se trata de algo rígido, estruturado e préprogramado. Existem no Agora e servem no Agora. Fornecem o que é necessário e apropriado. Ora quem anda desenraizado, seja por registos densos, seja por distracção, seja por desculpas de responsabilização do presente, anda com dificuldades de sentir paz consigo mesmo, sente-se depressivo, vítima. Why? O desenraizamento coloca-nos no jogo, no jogo do tempo, do passado-futuro, o que fomos e o que nos aconteceu, o peso de tudo isso no presente e a dificuldade de avançar com algo concreto, perdendo-se nos meandros do que seremos e do que poderá acontecer.
Quem ainda não tem claro para si que está a viver um despertar de Consciência e que está apenas numa fase, sentir-se-à como um saco de batatas num camião de caixa aberta do século passado a passar por caminho cheio de pedregulhos ;), aos saltos e encontrões, numa confusão e mal-estar físico crescente. Mais ainda se estiver na sintonia das doenças como algo pré-determinado e a que não se pode fugir sem uma série de químicos que alguma entidade estatal ou doutoral outorga como solução. :-D Podes não acreditar, mas o teu corpo está a seguir o teu despertar de Consciência e vai começar a alinhar-se com uma nova maneira de Ser, vai transmutar o passado e reconfigurar-se para o Corpo de Luz. Para quê complicar e prender energias que estão em libertação e alquimia? Pelo menos procura ter uma percepção mais integral do que se está a passar contigo.

Quem ainda não resolveu a grande questão do amor-próprio tem desafio acrescido nesta fase em que a energia responde à Consciência e, se esta está imersa em falta de auto-estima, vergonhas, culpas, medos, a energia quando chega, qual ondas do mar, vai embater nesses aspectos e fazê-los vir ao de cima, mais ainda. Sempre que se fala de ter a casa interior arrumada aponta-se para a necessidade de ir além da superfície e fazer essa limpeza das ondas psíquicas-emocionais-mentais mais subtis e subterrâneas, no subconsciente e nos corpos energéticos do astral ao morontial. Se não estás em amor por ti e pela tua vida torna-se bem mais fácil entrar na onda da desgraça, da crise, da escassez, do caos e, sem dares conta, tal vai tomando novas proporções.

A facilidade de aceder à informação espiritualizada nos dias de hoje é brutal e a quantidade de informação pode ser assoberbadora. A multiplicidade de citações e conselhos via facebook, twitter e afins dão sensação de reconhecimento de frequência ressonante, mas no final muitas vezes acaba-se por ficar no título e não desenvolver o conteúdo, isto é, sabe-se que se quer a paz e a saúde, aprender com o mestre X, mudar e arrumar o passado e fica-se na ilusão de algo estar a acontecer por se lerem palavras bem dispostas… Será que se resolve a falta de amor-próprio ao ler uma mensagem inspiradora no facebook? Direi que pode ser um elemento de despertar e de motivação, pode ser um presente diário, mas será assim? é não ter raízes e viver no vento. Se para a ascensão bastasse ler fotografias com citações, conhecer certa terminologia, postar temas de anjos, poemas mistificadores, realmente a ascensão seria colectiva e num instante…

A par disso há um cansaço geral, uma irritação, dificuldade de focar a atenção em tarefas triviais.

Recentemente tivemos o evento Mar Vão: Profecias e Predições, Potenciais e Liberdade. Abordámos toda a questão das transformações em curso ao nível individual e planetário e da importância de consciencializar que grandes ciclos de mudança ocorrem na Terra já há milhões de anos e que nós - os presentes no evento e também vós decerto, caros leitores,- tínhamos assistido, senão a todos, à maioria desses grandes ciclos e aos muitos apocalipses e caos cataclísmico associado. Já vimos todo o tipo de profecias e todos os dias há novas predições de conjunturas astrológicas e cosmológicas, anúncios visionários, messianismos salvíficos, jihads escatológicas. Desde a Lemúria e do seu afundamento, desde a Atlântida nas suas várias fases (Kryon refere 4 Atlântidas e 4 destruições), desde a passagem pelas diversas civilizações neste ultimo ciclo histórico - Ur, Suméria, Egipto, mundo Índico, China, Japão, Ásia, estepes russas, mongóis e afins, Europa clássica, Europa cristã, América pré-colombiana e pós-colombiana, etc, etc já vimos como se erguem e desaparecem impérios da face da Terra num ápice, já vimos os sonhos desfazerem-se num tremor de terra, num dilúvio, numa guerra, numa peste. Já sonhámos com um mundo espiritual, com uma sociedade mais justa, achámos de cada vez que esta era traria o regresso ao Uno, ao espaço, a Deus e aos Deuses, mas vimos a manipulação, os jogos de poder, a corrupção, as perseguições, a Terra a responder em consonância com os nossos desequilíbrios e a varrer os sonhos e o lixo num mesmo sopro. E essas memórias estão em nós e fazem-nos questionar o que há diferente neste ciclo, nesta nova Era. E o que é?
Se já vimos de tudo, se já passámos por tudo, o que faz desta vez a diferença?

Super tufão do Japão


Uma escolha.
Uma escolha consciente de ir além das experiências e dos sonhos e fazer a integração do Eu Sou.
Uma escolha definitiva de permissão e confiança que esta é a vida das vidas[1] em que há todas as circunstâncias apropriadas para essa fusão de humano e divino, para que a Alma esteja presente no Corpo de Luz.
Uma escolha com clareza de fazer a Iluminação e assumir esse corpo de Luz.
Deixar de esperar pelos outros e assumir as próprias responsabilidades para consigo mesmo e o seu percurso individual.
Aproveitar a alteração dos paradigmas-base da energia construída ao longo dos últimos milénios e toda a renovação em curso.
Permitir que todo o apoio multidimensional e toda a energia esteja presente para servir nesta escolha.
Esta escolha final e derradeira: sem mais desculpas! É desta vez! Se quiseres, claro.

Ah! AMar-Se Vão aqueles que fazem a escolha. E nada mais irá no Mar da Consciência em Vão…

Este é o potencial de Outubro. A escolha clara de sair da matrix de uma vez por todas. De sair de todas as matrixes de uma vez por todas. De fazer a integração de todas as partes do Ser. De sair do jogo das ilusões e separações, de véus e limitações. De deixar o tempo linear e assumir a multidimensionalidade do Ser.

Serão cada vez mais nítidas - para aquele que faz a viagem da realização da ascensão - a densidade e condicionantes da 3ª dimensão, a par da leveza e criatividade ilimitada proporcionada pela sintonia e sincronia do Corpo de Luz. Separação de águas. Como viver num filme de ficção científica em que no meio do caos se abrem janelas de oportunidades para mundos coloridos, diáfanos e seguros ou o que for necessário no momento.

A fase de incubação que parece ter surgido no pós 12-12-12 está em evolução para algo mais estável. Aleluia! Mas mais estável para quem se posiciona na frequência dessa estabilidade. Os programas da Velha Energia ainda estão aí e também eles são opção válida. É tudo questão de percepção. Podes continuar a fazer companhia aos milhões de almas que ainda estão na experiência da sucessão dos ciclos, da luz-sombras, bem-mal… Esta é a Era do Eu Sou. Assumir a centelha divina do Deus em nós. Esta é a Era do fim de ciclo mas para os que assim escolherem. É um potencial, um potencial da última liberdade, a única liberdade…


Esta escolha de encerrar o ciclo e tornarmo-nos a nossa prioridade não é fácil. Repito o que já disse anteriormente: é para os bravos. Viver sem apegos é desafio contante, é difícil e por vezes muito difícil, é reinventar o nosso relacionamento com o envolvente, com os outros, connosco. Deixar o passado é quebrar com um hábito de milhões de anos. Viver o agora, em recriação e renascimento é uma descoberta constante, é viver “sem tapete”. Ter clareza e transparência na vida profissional, nos afectos, nos dinheiros, na visão da natureza/ clima/ sustentabilidade/ ecologia, é uma novidade e para a sociedade é quase algo radical.

Mês Zero?
Sinto profundamente que há este portal para começar algo novo, para encerrar o ciclo e os ciclos. Como já deves ter percebido, tempo e consciência não andam bem lado a lado, há um ir e vir, um expandir e contrair que não parece seguir uma lógica linear ;) Falamos muito de renascer e recomeçar e assim é de cada vez que o escolhemos, mas há momentos em que de facto há uma envolvente geral, uma situação base, uma conjunção de elementos que permite ter uma dose de clareza e awareness renovadas.
Também sinto que esse potencial de ponto zero está aí para muitas questões planetárias, mesmo que não seja necessária a tábua rasa para que tal se manifeste, haverá novas escolhas que serão um recomeço ainda que não venham nas notícias. Aliás bastará que tu, e tu, e tu façam a Escolha e tal muda os paradigmas para muitos.
No mínimo pode ser o mês Zero da viagem ao encontro do Amor-próprio. Só isso pode ser uma revolução na tua vida.

Os eclipses de Outubro são portais do limiar do novo paradigma. Serão o teu Ponto Zero?
Reflecte sobre o que é importante para ti, procura sentir – e esta nova era é do Sentir – o que é apropriado para ti, como estão as tuas raízes, como vão os teus apegos às tuas zonas de conforto (és mais criativo do que imaginas, tens muitas zonas de conforto que é para quando deixas uma ires para outra, e outra…), como vão os apegos às tuas histórias, à tua identidade. Todos estes nacionalismos e regionalismos emergentes, este voltar ao passado que se vê melhor em tempos de crise não é mais que um procurar essa identidade, ou o que se pensa que é a verdadeira identidade. No plano individual, deixar ir a identidade e as múltiplas identidades é deixar vir a Essência ao de cima, é ir além das âncoras e pontos de identificação do passado, mesclados de ilusões, para se revelar a pureza do Eu Sou. Pode não parecer fase muito confortável pois deixa um certo vazio, mais ainda se estivermos insuficientemente enraizados, mas é a transição para o novo. Um Ponto Zero.

Os eclipses de Outubro são como ímans que podem chegar até ti para passares a ser ponto de atracção de energia e não ponto de dispersão, ou seja, para encontrares liberdade e autonomia. Claro que se inserem num desenrolar mais amplo da ascensão, claro que podem ser focos desestabilizadores. Tudo vem da escolha de onde nos vamos posicionar: nas raízes da alquimia e purificação, à deriva nas ondas do mar vão e caótico.



foto Patrícia Almeida

E neste dia de S. Francisco de Assis, honrando o sol, a lua, os pássaros e os peixes, a terra, a água, o ar e o fogo e tudo o que existe na natureza.

Namaste
Eu Sou

Patrícia Almeida
Nos reinos cristalinos

e na Estrela da Vida Estrela da Aurora
2014.10.04



[1] Como dizia Tobias do Círculo Carmesim – www.crimsoncircle.com



Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites www.aureasoulbreath.com e www.osilenciodamontanha.com


PDF aqui: https://pt.scribd.com/doc/241885562/2014-10-Reflexao-do-Mes-EVEA-Patricia-Almeida-pdf