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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Reflexão do Mês - Julho - Mês da gratidão

 
                   Julho
                           Mês da Gratidão

      Mês do Desvelar de Maya
      Além do tempo  
Mais um mês extraordinário neste ano de 2012! O trânsito de Vénus no início de Junho trouxe algo de maravilhoso: um abraço, um afago da alma, uma alegria imensa e inexplicável e espero que a todos vós, caros leitores, também tenha chegado de algum modo esta onda amorosa. Renovação, reconfiguração, renascimento e abertura estão na ordem do dia. Estás a apanhar a onda?
         
Vénus alinhou-se com o planeta Terra e Gaia fez uma celebração de vida! Plêiades e o Sol Central (“administrativo”) da galáxia alinharam-se igualmente enviando o seu impulso de luz e libertando muitos registos, muitos aspectos que têm estado como que confinados nas suas realidades… 

Houve movimentos sísmicos mais relevantes na falha do Atlântico – Açores -, junto ao Algarve e em Freixo de Espada-a-Cinta em terras lusas. Tal como se previa, o mundo das finanças retraiu-se e andam todos a fazer contas à vida; aliás, foi interessante observar os políticos a correr de um lado para o outro a tentar salvar tudo à última hora e é também interessante como agora a palavra chave é já crescimento e não austeridade, mais que não seja para dar esperança às massas enquanto as mentes brilhantes borbulham por soluções que - agora sim - terão de ser criativas e inovadoras. O campeonato europeu de futebol manteve as pessoas distraídas durante um mês, projectando sonhos numa vitória que nunca chega qual fado nacional a par do regresso das brumas de D. Sebastião… ;) No Brasil, o encontro pela Terra, sustentabilidade e biodiversidade ficou pelas boas intenções, mas mais e mais pessoas se questionam sobre como se deixaram chegar a este ponto onde tudo parece estar em ruptura e começam a erguer a sua voz, embora ao princípio nada pareça ter consequência do ponto de vista executivo, é um impulso para a transformação. Quando as massas acordam, quando o questionar individual chega, é como sair de um marasmo e atavismo que nem se sabia que aí estava e tal gera perplexidade e desconforto interno; ora, essa perplexidade pode gerar estado de choque e deixar as pessoas inactivas ou, pelo contrário, em revolta / drama / energia de vítima sem perceberem que foram elas que votaram nos políticos, que se calaram perante a corrupção e o facilitismo, pelo laissez faire, laisse passer deturpado, que foram no andando e vamos vendo, esperando sempre acção salvífica vinda de algum lado fosse da Europa, da ONU, de Deus, deste ou daquele sem terem de contribuir com nada para o assunto. Alguns insistem ainda na guerra e metem a cabeça na areia como a avestruz para ver se os ventos da mudança não lhes chegam, agarrando-se com pés e dentes a um passado que já não é como é o cado da Síria, num limbo de desvario e escalada eminente ao espicaçar a Turquia: são histórias muito antigas que se jogam, alianças obsoletas, posturas onde a vida humana ainda não é honrada e é carne para canhão como outrora nos tempos de senhores e servos…


 Bem, Junho trouxe-nos ainda nuvens azuis, num fenómeno crescente e em expansão a sul do polo Norte como nunca antes visto[1]. Junho trouxe ainda a alquimia do fogo e da água: só nos estados Unidos contam-se as cheias derivadas das tempestades tropicais na Flórida e estados vizinhos, bem como os incêndios gigantescos do Colorado, por exemplo. Nós por cá continuamos nas oscilações de temperatura deste recém-chegado Verão que continua de Primavera aqui para norte. Ah… o solstício! Que belas energias se expressam por estes dias! Kuthumi veio lembrar como tudo corre melhor se levamos a vida com um sorriso e nos atrevemos a confiar e a brincar com as energias; Merlin veio desafiar a usar este manancial imenso de energia ao nosso dispor, Sanat Kumara veio perguntar se estás pronto para vir como um mestre e expressar a tua soberania. E, sim, para celebrar o solstício um sinal de mudança: no meio do caos urbano os ventos da diferença estão aí com centenas de pessoas a ocupar a emblemática Times Square na Broadway em Nova Iorque[2] para um dia de yoga! O final de Junho trouxe novas activações cristalinas desta feita no Monte Shasta, Califórnia, com um novo eclipse (parcial) do outro lado do Atlântico e o sol continua em ebulição entrevendo-se um verão energeticamente quente. 
 
Imagem www.space.weather.com  -  30 de Junho                                                   photoblog.msnbc.msn.com – 20 de Junho
 
Então, e Julho? Podemos contar com um aceleramento de tudo o que se tem falado nos últimos meses. Passamos para velocidade concorde ou TGV se preferirem. Cada vez mais intenso, cada vez mais rápido… como um tornado que passa e só deixa de pé o que tiver bons alicerces ou for flexível como o bambu (lembram-se de falarmos das raízes no mês passado? Espero que tenham praticado e que seja já algo natural). E por isso o factor tempo é fundamental. Ou melhor dizendo a percepção linear de tempo.

A onda que se libertou com os movimentos solares e planetários, com eclipses e afins afectando todo o campo electromagnético que, já viramos como sendo relacionados com os aspectos emocional e mental[3], está assim a trazer toda essa energia ao de cima. Muitos têm tido sonhos fora do comum e/ou pesadelos com perseguições, com prisões, com situações de sofrimento ou desgosto. Muitos têm tido percepções de presenças desconfortáveis, de espaços que dão um arrepio que tira a alegria, de encontrar alguém ou apenas passar na rua e ver alguém a ter um comportamento ou conversa irracional sem que se esteja a dar conta. Muitos têm lembranças de acontecimentos do passado, da infância e juventude, avivam-se feridas, reencontram-se pessoas o passado. Adamus falou das energias de separação que antecedem a unidade, esse depuramento final[4] e também falou há poucos meses do tubo da realidade[5]. Julho é o mês em que o tubo parece misturar-se com outros tubos que estavam ali ao lado como que em realidades paralelas. Não deixam de ser “tubos” e de ter confinamento associado, mas o que se passa é que agora está-se a viver muita coisa em simultâneo… Aquelas partes de nós que mantínhamos no mundo das fantasias, no mundo das dores e sofrimento, no mundo dos sonhos e pesadelos, no mundo das insatisfações, no mundo das vinganças camufladas e declaradas, no mundo dos ódios e das raivas como se não nos pertencessem estão aí agora. Isto se ainda não fizeste o trabalhinho de casa ou se o tens feito a passinho de bebé.

Os véus separadores das diversas realidades astrais diluem-se. Os véus de separação de Maya – na versão hindu -, os véus de Ísis - na tradição egípcia -, os véus da ilusão estão a dissolver-se na onda cósmica de luz onde tempo e espaço não têm qualquer significado. Na realidade física tridimensional tempo e espaço, mente e razão existem para um enquadramento específico, para permitir uma série de experiências que no avançar para realidades qualificadas de 4D, 5D já não apresentam os mesmos parâmetros. 

"O tempo não é de maneira alguma o que parece ser.
Ele não flui em um único sentido,
e o futuro existe simultaneamente com o passado."
Albert Einstein (1879-1955), físico
 Ao libertarmos o nosso passado, as nossas histórias, as nossas crenças, as nossas programações, ao deixarmo-nos viver no Agora, experimentando e criando a cada instante – reinventando-nos a cada dia -, o passado tem pouco ou nenhum peso sobre nós (quando muito as lições, as experiências) e o futuro é uma construção do Agora. Aliás, cada vez que retiras o peso do estigma do trauma, das dores, dos complexos, às tuas memórias, aos teus aspectos passados, cada vez que entras em aceitação ou em transmutação/alquimia, estás a transformá-lo e o que então ficou preso e emperrado em ti, o que ficou por experienciar liberta-se e o tu futuro tem assim novos potenciais, novas cores. Lá dizia Tobias que o futuro é o passado curado. Então tudo é uma viagem de consciência. E todos estão a ser chamados a esta viagem, quer o estejam a sentir quer não.

Os tubos a tocarem-se… ou talvez a encaixarem-se num só… É como deixar de ter a noção clara de quando se está a sonhar e quando se está acordado. É olhar para o relógio e o tempo ter passado num ápice sem que se tenha dado conta. É o andar cansado de rastos porque não se parece ter tempo para nada. Ora o tempo está intimamente associado com a mente e com e necessidade de estruturas, de pontos de referência… Se estás em busca de um mundo novo, de vida nova e estás a libertar o passado, lá se vão as ancoras, as estruturas: os teus alicerces agora são na tua consciência, na tua alma, na tua Essência, movem-se na Nova Energia, no Agora, és um Viajante do tempo pois sabes que nada te condiciona, que nada te limita! Que nesta realidade te é útil ter esses parâmetros de referência, mas que não te restringes a eles: És multidimensional! Vives em várias dimensões em simultâneo, crias as tuas dimensões, viajas entre as dimensões e nada te prende, pois já fizeste, estás a fazer, irás começar ;) essa purificação e transmutação dos teus grilhões de formas-pensamento, de emoções mal resolvidas, de sistemas do passado.


Para lá da superfície, para cima e para baixo, dentro e fora, muito há para lá do que vês e acreditas existir. Por isso a imagem inicial da gruta paradisíaca sob o poço. Não são apenas as realidades sombreadas da tua consciência que estão a vir ao encontro do teu pulsar, do teu respirar. Essas realidades harmoniosas, para lá das concepções da tua mente, também estão a vir até ti. Claro que é quanto mais deixas de ignorar as primeiras que consegues arranjar “espaço” interno para sentir as segundas. Os templos de luz, os mundos etéricos também estão a chegar. A Nova Terra está já aí.

O eu divino vem tocar o eu humano. A tua alma, a tua Essência vem para fazer parte da tua vida, num só pulsar, um só respirar. Este é o momento do Reencontro.


Julho é o mês do aceleramento do dissolver interno e profundo dos véus. É como um sopro que vem e deixa ver novas divisões dentro de casa, umas cheias de aranhas, pó, entulho e bicharada, outras cheias de beleza, abundância, doces fragâncias, criatividade, clareza. 

Quanto mais Luz há na tua vida mais sentes, vês, cheiras, saboreias (ou não), escutas essas novas “divisões” dentro de ti. A Luz deixa ver melhor a bicharada que estava camuflada nos cantos e a necessidade de uma faxina. Ora se isso está a acontecer à escala individual e colectiva, há muita gente a ficar aterrada com a sua fobia (até aí desconhecida) à bicharada e com o sentimento de que não sabem, não conseguem, são pequeninos para sair da situação andando às turras contra as paredes em busca da saída… O corpo clama por atenção e por que te decidas a libertar essas energias, mas como tu já te entupiste tanto, já nem acreditas que o corpo tenha sabedoria para se auto-regenerar, ainda te estás a densificar mais.

Que fazer em Julho? Renovar a relação de confiança – amor – gratidão com o corpo e assim com a realidade física.

Gratidão? Sim. Os olhos da gratidão implicam um valorizar do que é realmente importante em nós, de tudo o que já temos, é um relativizar de tanta coisa na vida, pois se vivemos uma relação de gratidão com tudo o que existe estamos a libertar-nos de juízos de valor, de julgamentos, de vidas de exigências, de quantificação, … É um conselho que te dou: vive em gratidão, dá graças pelo que tens na tua vida mesmo que te pareça que não tens tudo o que precisas, que estás a perder direitos e regalias adquiridas e que o teu corpo está em luta contigo… O valorizar o que tens, mesmo que aparentemente tudo esteja a entrar em colapso, vai sintonizar-te com energias de valorização… A gratidão é frequência de abundância e não de escassez…

Oferece-te gratidão. Oferece-te respeito por ti mesmo. Podes ser despojado/a de tudo (o exterior) mas podes manter a tua riqueza interior. E com ela criar algo radicalmente novo: a verdadeira abundância.

Oferece-te gratidão. Oferece-te momentos em que podes saborear bem-estar e amor por ti. Nem que seja um momento de paz, de contemplação, 5 minutos de paragem no meio da correria do dia a dia, o observar a árvore que se vê pela janela, as tarefas dos pássaros ali perto, o passar das nuvens em formas sempre em mutação, um momento de carícia, um fruto ou um doce só para ti porque tu mereces…

Oferece-te gratidão. Honra e o teu corpo dá-lhe o que ele precisa: alimentos vivos e nutritivos, gostosos e deliciosos também – mas fá-lo conscientemente -; dá-lhe exercício para manter as energias em movimento, nem que seja uma caminhada.

Oferece-te gratidão. Experimenta agradecer até pelas situações que possas considerar injustas, desequilibradas na tua vida. Dá-te a oportunidade de as transformar. Mesmo que seja o chefe implicativo, o trabalho sem interesse e cansativo só porque permite um salário, os filhos nas suas fases, o autocarro atulhado de gente malcriada e abusadora que te cansa, a amiga que só te telefona para despejar o “saco” das suas misérias e não está nem aí para ouvir as tuas… Tira o peso a essas pessoas, a essas situações, às obrigações com um “sou grato/a por te ter na minha vida”. Não é preciso entrares numa reflexão de porque está na tua vida, mas procura libertar-te de qualquer visão de peso, castigo, … Experimenta fazê-lo neste mês de Julho.

E até vais conseguir encontrar e enumerar todos os dias 5 coisas belas que viste, sentiste. 5 coisas belas! Se calhar até mais que isso, mas pelo menos 5!

A gratidão é sentimento de alta frequência. Permite-te ir além das emoções pequeninas. As pessoas tornaram-se bastante ingratas nos dias de hoje, tomam tudo como garantido, como obrigações e direitos. Se estiveres a reparar, a energia até mudou quando começamos a abordar estes assuntos. Vamos mudar este ponto que é tão simples… Ver a beleza do mundo e aquela que existe no nosso mundo, na nossa vida, o que é realmente importante para nós e o que é supérfluo, ou circunstâncias da vida que não nos pertencem, apenas se cruzam connosco, mesmo que esteja a ser todos os dias…

Aprender a ver a beleza do mundo dissolve os véus da consciência, faz-te sonhar.

Respira essa beleza e deixa-a plasmar na tua vida, que seja mais presente, mais constante. Usa a tua criatividade, a tua imaginação para buscar novas soluções e, mesmo que pareçam pouco palpáveis, irreais, brinca com elas e assim te permitirás começar a manifestar os desejos da alma até que se possam concretizar.

Aí estás a ir além do tubo da realidade, do tempo linear, a expandir-te mais além. Não pares de sonhar, de projectar. Estar no Agora é ser criativo e criador. Lembro de novo que a energia é literal e que o viver no “amanhã se verá” faz com que chegues ao amanhã e não tenhas lá nada pois nada criaste… o mesmo com “o vamos andando e vamos vendo”. Dá o teu melhor a cada dia e espalha as tuas graças, as tuas bênçãos pelo teu passado, pelo teu hoje, pelo teu amanhã. Isso é ser livre! É não estar preso no que foi, nem no que será, mas em renovação permanente. Reinventa-te dia a dia.
E, quando sentires que o tempo passa por ti a correr, que um turbilhão de energias, de emoções d e pensamentos te invadem vindos do nada, lembra-te das tuas raízes, de fazer uma respiração profunda e que tu não és o turbilhão, és essa respiração de alma, paz e gratidão.

Em 2012 tudo está em aceleramento. O que escolhes?

Fica em paz

Eu Sou
Patrícia Almeida
& Cª

Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor Patrícia Almeida, ao blog e site estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e www.osilenciodamontanha.com

A inaugurar a Escola do Despertar neste mês de Julho para contigo partilhar a beleza destes novos tempos e o desvelar dos teus potenciais mais elevados. :-)

Ficheiro pdf aqui

sábado, 2 de junho de 2012

Junho - Reflexão do mês

Junho

        Mês do Amor         
        Mês de Vénus

Avizinha-se um Verão quente - energeticamente falando - e tudo o indica. A onda interdimensional de Maio mexeu e continuará a mexer amplificada por todos os eventos astrológicos e astronómicos em curso. A beleza da questão é verificar que quando se alertam os anjos encarnados (sim, tu e tu e tu!) todos dão o melhor de si e tudo se alivia e ameniza. Fazemos um breve ponto de situação para nos inteirarmos dos potenciais de Junho.

Quando publicámos o texto de Maio, falámos de Paz e de Renascer bem centrados em nós mesmos para sentir esse ponto de consciência onde Tudo Vai bem na criação. Preparávamo-nos também para essa Super-Lua Cheia de Wesak, aniversário do Buda, na tríade 5-5-5, número signo de 2012. Logo veio Adamus anunciar no Shoud de dia 5 que algo ocorreria de fundamental que movimentaria necessariamente a terra nos planos mais diversos (aqui remetemos para os posts do início do mês de Maio)[1], o que se verificou sob o impulso de uma explosão solar que se registou no sol a 5 e chegou à Terra de 9 para 10 e novamente no dia 17 com impacto dia 20, coincidindo com o eclipse anular total, o chamado eclipse do Anel de Fogo, por sua vez coincidente com o alinhamento Terra – Lua – Sol - Plêiades.

Quem esteve bem presente e foi respirando pela fase clímax do impacto (10 a 17 de Maio) até pode nem ter sentido nada de muito especial, pode até ter sentido a dádiva imensa que chegava, mas muitos sentiram também uma pressão enorme no corpo físico, nomeadamente dores intensas nos ossos e músculos, toda a estrutura a reajustar-se. Aqui o enraizamento e a capacidade de estar bem harmonizado com o corpo físico são fundamentais. A negação ou uma má relação com o corpo vai dificultar todas as múltiplas comunicações sensoriais e multidimensionais. Nesta fase o desligar do corpo e o viver na mente ou no astral vai tornar tudo bem mais complexo. Falaremos deste ponto mais à frente.

Adamus mencionou como essa onda iria agitar a Terra e será curioso observar como o primeiro fenómeno sísmico fora do normal se verificou na linha Chipre-Israel, bem no cerne de tanta história, tanta energia em busca de resolução. Seguiu-se uma série de sismos no Chile, onde serão já mais habituais mas com maior intensidade, e os mais recentes do Norte de Itália a par do desvelar a cada dia de complots ao nível de altas figuras do estado italiano, das finanças e política, bem como do estado do Vaticano: velha, velha energia a clamar por transparência (não esquecendo os nossos próprios complots de serviços secretos, hipnose de massas em acções de supermercados e afins). Registe-se também o fenómeno das temperaturas oscilantes como o caso da Bósnia onde se passou de 30º para -5º em 24h, com queda de neve (!!) ou do norte de França ou até de Portugal onde as temperaturas descem 10º de um dia para o outro, acrescendo no desconforto físico geral.

Ora, todo o campo electromagnético recebeu um input tremendo o que levará a que no mês de Junho haja ainda maior libertação de energias do foro emocional / eléctrico e do foro mental, vulgo formas-pensamento / magnético. Hummm…. Que significa isto e que implicações tem para nós? Bem, já sabemos que na Nova Terra o Velho não consegue entrar, o que determina que tudo o que forem emoções, situações mal resolvidas, formas-pensamento negativadas, sistemas de crenças estagnados ou limitadores da valorização do ser humano são convidados a uma reavaliação para uma clarificação. Como sempre, o estar presente e consciente do processo, facilita as escolhas, ritmos, criações. O contrário gera por vezes aquela sensação de estarem a tirar o tapete, de tudo revolvido, uma confusão de pensar e sentir que entra no drama, na vitimização, no caos apocalíptico em que se fica a correr atrás de algo em círculos…

Vejamos, se sabemos que há o potencial de: em situações das mais corriqueiras do dia-a-dia libertar emoções recalcadas, fantasias, perturbações psíquicas, de um abalo na nossa forma de programar e ver a vida diária nas coisas mais básicas, de ver o que acreditávamos ser seguro e duradouro desmoronar-se, então quando tal – eventualmente – se manifestar na nossa vida vamos conseguir identificar o que se está a passar e a partir daí chamar soluções criativas, comandar as energias para nos servirem, usando ferramentas que temos vindo a procurar nos últimos tempos.

A melhor ferramenta? A respiração! Se te concentras na respiração, estás em contacto com o corpo, estás a sentir algo para lá da mente, das vozes, dos problemas exteriores. E se te concentras e aprofundas essa respiração para lá da garganta e dos pulmões J, estás a despertar mecanismos internos de consciência mais expandida, para lá do somatório físico-emocional-mental, e que te ligam a realidades quânticas que começas a saber que existem e que podes explorar. Se te permites essa respiração suave, sem forçar, o foco está em Ti e podes chegar a esse ponto onde atrás do murete (como sugeria Tobias do Círculo Carmesim) se consegue sentir aquele desligamento das situações que confere clareza e discernimento, para avançar nas escolhas. Quanto mais tu aprendes a estar na tua respiração, mais sentes que alcanças um ponto de liberdade, pois o burburinho e delírio exterior vai dia após dia ficando mais longe. É uma entrega a Ti mesmo/a com efeitos no corpo, no teu bem-estar geral de Ser.

Em Junho, algo se vai mexer dentro de ti, que sentirás de imediato ou talvez semanas ou meses mais tarde. Algo se vai mexer, algo que em ti busca ver a luz do dia, algo que em ti está cansado de ser obrigado a estar calado, restringido, controlado, abafado.

Neste mês que passou, os paradigmas energéticos mudaram num convite à paz para renascer. Essa onda que viajou deste o Grande Sol Central até este planeta azul tocou todas as células, todas as moléculas, todos os átomos desta criação lembrando que a hora de avançar chegou. Tal já estava a ser respirado, trabalhado amorosamente mas o impulso está aí e prosseguirá.

Continuaremos a fazer este convite à Paz – Aceitação - Confiança, agora sob o signo de Vénus, sob o signo do amor.



A 4 de Junho haverá um eclipse, agora um eclipse lunar, abrindo os portais para o grande evento logo de seguida.

De 5 para 6 de Junho assistir-se-á, embora não visível em Portugal, ao trânsito de Vénus, fenómeno que ocorre apenas quando este planeta passa directamente entre o Sol e a Terra. Uma vez que o plano orbital de Vénus não está alinhado com o da Terra, os trânsitos ocorrem muito raramente, aos pares, com intervalos de oito anos, mas separados por mais de um século. O último trânsito foi em Junho de 2004, mas o próximo não será visto antes de 2117. O fenómeno durará aproximadamente 7 horas.

Ora termina assim um ciclo de 8 anos de despertar da energia do feminino na consciência planetária e rumo ao equilíbrio de feminino-masculino, toda essa dinâmica dual que se patenteia em tudo o existe no planeta. O foco tem-se movido da cabeça para o coração, não órgão físico, mas centro energético de amor e compaixão.

Então, uma nova forma de exprimir esta realidade se começa a manifestar – está quase pronta para nascer – no plano individual, no plano colectivo. Ao se respirar a partir do foco do coração, começa-se a ver a existência de um outro modo, mais real, mais rico. É a visão HD – High Definition da vida. Apercebemo-nos da beleza, riqueza, magnificência de algo que estava ali mesmo ao lado e que nos passava desapercebido, da infinitude de possibilidades sem limites de explorar, das sincronicidades que o Universo e a nossa Essência/Alma/eu superior nos presenteia a cada dia.

O ser humano ao tornar-se mais real, mais sensível para a multiplicidade de potenciais disponíveis, saindo dos automatismos, das programações, do fazer “porque sempre foi assim que se fez” ou do “é assim que toda a gente faz”, mais verdadeiro consigo mesmo, com as suas necessidades, os seus desejos, os seus sonhos, gerados não da mente, não das emoções (Adamus diz-nos que as emoções são mentais pois saem de uma cadeia de reacções a algo onde se está fora da acção criadora e do Ser compassivo), mas do cerne do seu Ser. Um humano divino, integrado, não nega partes de si – seja o corpo, a sua sexualidade, o seu gosto pela comida, pela bebida, pela dança, pela música, pelo desporto, pela arte, pela tecnologia, pela ciência, seja o que for. A negação de uma parte de si revela que há ainda algo incompleto, aspectos desgarrados, ainda ao vento.

Li há pouco tempo um texto que clamava que ser anjo seria um inferno de aborrecimento. “Ooops pensei eu, mais um a falar do que não se lembra”. Nada está mais longe da realidade. Por vezes, numa primeira fase, as pessoas no seu despertar tendem a afastar-se do mundo, a recolherem-se sobre si mesmas, a protegerem-se pois tornam-se mais sensíveis e entendem como o modo de interacção com o mundo não as servia. Encontram na meditação, no yoga, nas terapias holísticas, nos cursos de Reiki- EMF- Karuna –etc, etc, numa alimentação mais apropriada para si, em novas leituras, novos amigos, novos circuitos, novos interesses, seja no que for, uma nova maneira de se expressar mais consentânea , aproximando-se do que É a verdade interna, única de cada um. Todo um mundo novo. Começa depois a haver uma reconversão, uma estabilização nesse modo de vida e, cada um a seu ritmo, irá descobrindo que ganhando confiança, se abre para fazer pontes e se tornar mais real, mais presente. Há essa depuração interior que permite viver com um sorriso e uma respiração e que arrumada a “casa” permite ir mais além e experimentar o que é Viver realmente como Humano Divino J.

Então o alinhamento com Vénus…

E se espreitarem a imagem abaixo temos um curioso padrão formado pelo movimento desse planeta nos últimos oito anos... como fractais de geometria sagrada… Aqui ressaltamos o número 8, expressão do infinito e de uma integração plena dessa energia do sagrado feminino e do sagrado masculino. Hummm… Então, Junho virá com esse potencial igualmente associado: a compleição de um ciclo 8. 



O planeta Vénus associa-se a toda a mitologia do planeta do Amor. Para lá dessa visão existe o reverberar real de altas frequências de consciência que espelham Amor. Fala-se de Lady Vénus e Sanat Kumara e desse planeta como plataforma de irradiação, de respiração de consciência crística, neste sector da galáxia.  

Ao alinhar-se directamente com a Terra, disponibilizar-se-á uma incidência de partículas de luz nesse impulso de renovação vital do planeta, humanidade e todos os seres em todos os reinos deste planeta para “as suas vestes” do corpo de luz.

Vénus fala de Amor, daquele a que agora tem de se atrelar a palavra incondicional para desassociar de anos e anos de abusos em nome do “amor”, de manipulações e controlo, de violência até, de cláusulas e cláusulas, regras e rituais de viver o “amor”. Mais ainda, Vénus vem lembrar que o Amor nasceu na Terra e daqui foi então sentido e irradiado pelos reinos dos anjos e mais além, numa visão diferente da habitual e que Adamus relembrou aos Shaumbra recentemente numa passagem por França no que ficará conhecido pelos “Mistérios do Amor”[2]. Vénus fala de amor e assim fala de abundância…

Convido-te amorosamente a escolheres sentir e permitir que tal abraço de luz e fractais cristalinos cheguem até ti. É a via suave. O saber que é apropriado avançar, dar um passo em frente, sem resistir, como um mergulho num mar paradisíaco sabendo que até virão os golfinhos brincar connosco.



E se sentires no corpo peso, inchaço, dores e sintomas estranhos, lembra-te que o teu ADN está activar-se em todos os seus filamentos físicos e multidimensionais, que estás a renascer de um corpo de 3D para um corpo de 5D sem teres de passar pelos habituais processos de morte e nascimento – já viste o quão radical e tremendo é isso? – e que há algo que podes fazer por ti. O quê? Lembra-te da respiração. Honra o teu corpo e nutre-o com aquilo que intuíres que o teu corpo precisa: primeiro amor e carinho, alimentos ricos em vida, muita muita água, exercício q.b. para que energia não fique estagnada e se movimente, um banho se água com sal aí uma vez por semana (se te aventurares nas águas do Atlântico vai ao mar J).

Lembra-te também que há toda essa velha energia do corpo emocional, mental e necessariamente do astral que estás a transmutar, a alquimizar, a purificar e que tem estado somatizada no corpo ou que se vai fazer sentir para que repares nela: nota que não é necessariamente uma condição médica que passe com um comprimido… Aqui respira fundo e autoriza-te, escolhe libertar-te da condição implícita nesse sintoma. Podes fazer só assim, não precisas de escalpelizar nem saber exatamente o que é, aliás podes escolher apenas declarar que tal não te pertence mais. Mas o que será importante é o teres consciência das tuas raízes (se passaste por alguma actividade já o fizeste), a tua ligação à Terra, à consciência de Gaia, ao núcleo cristalino da Terra. Deixa-te brincar com a imaginação! Podes sempre usar aquela imagem do cordão que liga à Terra como aquele objecto dos carros J e descarregar energias excedentárias, aqui com a vantagem de receber de volta tudo transmutado. Sim, as tuas raízes! Sentiste algo na coluna ou nas pernas este último mês? É provável que algo se tenha manifestado e continue a manifestar-se pois é a tua estrutura, o teu veículo, o teu suporte que se renova, ganha leveza, e tem de enfrentar os bloqueios, resistências de medos, ansiedades perante a mudança…

Para além de tudo isto, sugerimos o contacto com a natureza para aproveitar o culminar da Primavera e o nascer do Verão que chega com o Solstício. Porque não ter essa experiência magnífica de sentir as tuas raízes e as raízes de uma árvore em simultâneo ou o pulsar de uma rocha o movimento purificador das ondas do mar? Porque não aprender a sentir a presença dos devas da luz, a energia imanente de tudo o que existe?

A 20 de Junho celebraremos um novo ciclo, mais abundante de amor, de vida, de alegria. E a abundância espelha-se em todos os aspectos da vida, mesmo no material, pois tu vais deixar essa escassez de querer estar só um bocadinho melhor, só ter o suficiente para chegar ao fim do mês, só ter um bocadinho de menos dores no corpo, só um bocadinho mais de atenção… O teu novo Eu vai querer viver, plenamente, aqui ou noutro reino qualquer. Deixar anos e anos de limitações, de crises afectivas, mentais, financeiras, políticas, … Vamos escolher deixar nascer um mundo novo!

Lembra-te: tal como tu tens vindo a deixar ou estás a começar a deixar tudo o que é velha energia na tua vida, tudo à tua volta também está a movimentar-se e a mexer. Os potenciais para Junho são de maior movimentação nesses planos densos das finanças, das políticas, das crenças… e lembra-te que já faltou mais…


2012 ano da Vida Nova, do Renascer, da Chegada! Nunca houve tanta energia ao teu dispor, nem tanto apoio multidimensional, angelical, como preferires. Apenas se aguardam as tuas escolhas, o teu passo em frente. Junho é um bom mês J

Aproveita

Que a Paz e o Amor irradiem do brilho do teu olhar!

Eu Sou
Patrícia
& Cª

Aqui desde o meu sol cristalino Estrela da Vida Estrela da Aurora






[2] Deve estar para ser disponibilizado na Store de www.crimsoncircle.com.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Maio - Reflexão do Mês

                   Maio
                Mês da Paz
   O chamado da Mãe Divina ecoa por toda a Terra:
      ‘Volta, amada/o, numa inspiração de alegria a ser quem És!’


Ma-Ri-Ah reflecte a consciência da entrega à Compaixão e à completude, à integração total do Ser. Reflecte a consciência da Essência, que é única para cada Ser, mas que no ponto de amor do Tudo e do Nada para lá das formas, da mente, do ego, dos condicionamentos das realidades mais densas, expressa a unidade e a comunhão com Tudo O Que Existe.
(retirado do manual de apoio ao Evento Espirais de um Áureo Amanhecer, Set’2010)
Desperta a Luz em ti!

Sê aquele que Ilumina!




Relembramos este texto, pois tal é agora apropriado. Maio é o mês da Paz e assim o celebraremos na EVEA.
Ontem dia 1, respiramos essa energia que se apresenta em plena compaixão, energia que desperta, que relembra a Luz, o divino que existe em cada ser humano e em toda a Criação. É tão belo esse sentir, esse respirar, como uma onda que pacifica o coração.

“A  Paz esteja convosco”, assim começou Sananda no Encontro que tivemos em 15 de Abril, “pois onde há a Paz, há essa Aceitação, vulgo Confiança, que permite chegar a esse ponto onde Tudo vai bem na Criação. E poderíamos apenas com estas palavras encerrar esta nossa conversa, uma vez que aí tudo está resumido, sintetizado, destilado. Que a Paz esteja convosco! Que desperte essa Aceitação, essa Confiança. Se há essa paz, essa aceitação, essa confiança sabe-se, sente-se que Tudo está a seguir o rumo, o ritmo que vai de acordo com esse respirar do fundo da alma. Quando há essa paz, essa aceitação, essa confiança, a Alma está presente, o Espírito está presente, Tu estás presente, e não há dúvidas, não há o questionar, não há o recear. Mas hoje aqui é apropriado deixar trazer estas dúvidas, estas questões, estes receios ao de cima, por isso aqui estamos para que esta paz, esta aceitação, esta confiança façam essa alquimia, essa transmutação, essa unificação de tudo o que És. (…).
“Então sente, observa se essa paz, essa aceitação, essa confiança que trazem essa leveza, esse brilho no olhar, esse sentir de um amor imenso e profundo, para lá das qualificações, das explicações, das descrições das palavras humanas…, se ainda tens ‘algo’ na tua vida é porque te está a servir para de algum modo ser uma experiência nesse teu caminho. Agora, se não serve mais, basta escolher, escolher o que de facto é importante, o que ressoa, o que desperta essa paz, essa leveza, essa alegria, esse amor e focar no que realmente desejas, queres, escolhes…
“No entanto também te dizemos para lá de todo este libertar, este deixar ir da ilusão, das sombras, há muito mais que se passa em ti e nesse corpo que é o veículo, o espelho, o filtro, o foco do sentir, dos sentidos humanos e angelicais. O teu corpo… enquanto vires o teu corpo como algo separado do Espírito, da Alma, verás sempre tudo o que acolhes e sentes de um ponto de dualidade, de separação, dor infligida por outrem, então nunca assumindo verdadeiramente a responsabilidade, os teus dons criadores. Então vê, então sente: o teu corpo, a tua mente, o teu espírito unificados e sabe que tudo em Ti , nos planos mais densos do teu ser estão em requalificação, em reconfiguração, em renascimento, e tu escolhestes que assim seria, que não precisarias de desencarnar para incorporar o teu Eu Divino. Então tens de passar por uma morte e renascimento em estado desperto, acordado, vivo, sentindo tudo, e isso traz sim pressão, acção interna, remodelação, desconforto. Então honra, honra as tuas escolhas, o teu corpo, a tua mente o teu espírito.”
(Na Luz com Sananda, 15 de Abril de 2012)

Estás disposta/o em Maio a assumir a paz em todo o teu Ser?
Estás disposta/o em Maio a transmutar, a purificar o teu Ser mais e mais de tudo o que te turva o olhar?
Aproveita esta onda de consciência que percorre o planeta por estes dias, em Maio em particular com a consciência de Maria e todas a Ordem das Marias, amparando e impulsionando toda essa renovação e renascimento, esse despertar, essa subtilização das energias, esse desvelar do véu. Aproveita este impulso que no dia 5, numa tríade 5-5-5, pois 2012 é um ano 5, traz essa compleição, essa unificação energética, alterações eletromagnéticas, naquilo que será o fenómeno da Super-Lua no dia 6: a proximidade deste astro do nosso planeta como nunca antes. Aproveita o grande eclipse solar de 20 de maio que introduz as grandes movimentações de Junho com um eclipse lunar no dia 4, o transito de Vénus de 6 para 7 e o Solstício de verão no dia 20. Hummm… Os astros movem-se, a consciência move-se…
Neste turbilhão de energias, mantém-te no teu Ponto de Presença, na tua respiração sagrada, aquela respiração que vai além do impregnar automático do corpo de ar, uma respiração consciente, de vida, sentindo todo o corpo, respirando com todo o corpo, atenta, alerta ao que se sente, aonde há tensão, aonde há bloqueio, aonde há relaxamento: consciente… convidando Vida, Alegria, Paz... convidando a Ti mesma/o a estar presente, a manifestares-te a expressares-te. E lembra-te que nada dessa confusão que se passa no exterior ao teu Ser tem a ver contigo, só se tu o permites!... faz essa escolha – constante – de te manteres bem presente, livre, purificada/o, pacificada/o. Deixa ir tudo o que não te pertence: tudo é ilusão, pois a tua Essência não tem desequilíbrio, dor, doença, desgosto, medo, escassez seja do que for…[1]
Mantém-te bem no Agora pois é o único momento de Criação, é o único instante onde podes avançar, onde podes sentir, onde podes Ser! Liberta o passado e as expectativas/medos do futuro ou o teu amanhã estará carregado das tuas experiências passadas, das tuas expectativas/medos e nessa linha, provavelmente, de muitas desilusões e insatisfação-crítica-julgamento em relação a ti mesma/o, ao teu percurso, aos teus sonhos. Como costumo dizer: dá-te o benefício da dúvida e atreve-te a Confiar!
Escolhe a Paz neste mês de Maio, para ti e para a tua vida. Assim estarás a dar a dádiva da paz a tudo o que te rodeia e a todo o planeta. Escolhe-te a Ti!
Que a Paz esteja com todos vós!

Eu Sou
Patrícia
& Cª, cada vez mais presente, cada vez mais próxima, desvelando os véus da separação e da ilusão, revelando a graça e compaixão, a beleza e a alegria de novos mundos, novas dimensões, a benção do divino inspirado e integrado, expandido e unificado


Malta, ilha de Gozo, Maio de 2010 - foto de Patrícia & Cª
 
Foto Nasa 2012.04.16 – Explosão solar
(ver post do dia 17)

Patrícia Almeida
Estrela da Vida Estrela da Aurora
estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com
www.osilenciodamontanha.com




[1] Sugiro que espreites os posts dos dias 18 ‘Pontos de acoplamento de energia emocional no corpo’ e do dia 23 ‘Abundância de Vida – Viver em Abundância’.

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Maria, no hebraico Maryam ou Miryam provém de marah que significa dominar, donde Maria seria a Senhora e Yam Deus, o divino. Em aramaico, Marya é senhor. Mas a origem provável desta palavra e suas derivações será da língua egípcia myr – amada – ou mr – amor e em que Mar-Yam significa a ‘amada de Yavé[1]/de Deus’ ou, mais ainda, em que a contracção Mir-Yam leva ‘Aquele que ilumina’. E aqui temos a semântica, as palavras a recordar a energia contida no tom harmónico que a identifica. MA-Ri-Ah remete para frequência bem mais antiga (lê-se Márriá).