segunda-feira, 1 de junho de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
História da Humanidade: problemática das cronologias
«Num artigo publicado na revista "Nature", uma conceituada publicação científica, um grupo de 22 arqueólogos relata os achados feitos no campo arqueológico de Lomekwi, no Quénia, questionando assim toda a datação tida como certa sobre a história da evolução humana.
Os arqueólogos encontraram 150 artefactos de pedra fabricados há 3,3 milhões de anos. Ou seja, aqueles objetos surgiram 700 mil anos antes da altura que em julgávamos ter começado a evolução que haveria de dar origem ao 'homo sapiens', que apareceu há 200 mil anos. Acresce que as ditas ferramentas foram encontradas num local onde não estavam fósseis, o que dificulta ainda mais a identificação do tipo de antepassado do homem que as terá fabricado.» do Jornal Expresso aqui.
O jornal Público, num artigo bem mais completo (aqui), fala que se descobriram as primeiras ferramentas pré-humanas. E todo o artigo vai em torno da dificuldade que a comunidade científica está a sentir para explicar todas estas novas datações. Ou a separação dos hominídeos no ramo dos austrolopithecus e Homo ocorreu mais cedo que o conhecido, mesmo com as descobertas recentes, o que pressupõe a necessidade de continuar as escavações e encontrar novas evidências, ou há a necessidade de colocar novas hipóteses para esta marca civilizacional.
Eu recordo uma conferência de especialistas de diversas nacionalidades em antiguidade pré-clássica, Egipto e pirâmides - e falo de especialistas da comunidade científica, das principais instituições e museus do ramo, não de especialistas da comunidade esotérica - e recordo principalmente a dificuldade e desconforto de articularem um discurso "científico", pois não conseguiam abarcar a imensidão das implicações das cronologias fornecidas por testes de carbono 14 (os mais fiáveis na área da arqueologia e paleontologia) para as pirâmides da Bósnia: 25 mil anos... (O vídeo ainda será encontrável na net - algures antes de 2010). É que as civilizações mais antigas conhecidas recuam a c. 6 mil anos a.C. na Suméria e região do Crescente Fértil, 4.500 anos a. C. no Vale do Indo, 4 mil anos a. C. no Egipto,... Então o que se passava nas pirâmides da Bósnia em que o carbono 14 sobre testemunhos recolhidos em escavações à superfície apontam para datas tão recuadas? tal significa que há de facto toda uma reavaliação a ser feita. Quem construiu as pirâmides da Bósnia, maiores que as do Egipto e igualmente alinhadas com diversas constelações, mesmo que sejam pirâmides em degraus e não tão sofisticadas como as de Gizé, já implicam conhecimentos e técnica que os homo sapiens conhecidos de há 25 mil anos aparentemente não teriam?!... Talvez seja altura de repescarem os escritos de Platão sobre a Atlântida e se permitirem explorar essa hipótese de civilizações que se perderam em cataclismos... Se não colocarem a questão, a resposta não virá. Serão como a avestruz com a cabeça na areia para não reconhecerem que há algo diferente na paisagem mesmo à sua frente e que os seus esquemas e metodologias terão de se ajustar e ... mudar.
terça-feira, 12 de maio de 2015
Maio - Reflexão do Mês
Maio
2015
Ser Alma
Esplendor
Maio chegou com a lua cheia de touro, wesak… em escorpião,
o que logo evidencia luz nas sombras e por consequência implica nos mais diferentes
níveis revolver as entranhas, intensidade, desconforto, resistência,
subconsciente, coerência, verdade. E Mercúrio ficou retrógrado: mais revolver
das sombras.
E com estas palavras sinto o sopro suave de Kwan Yin junto
a mim. Sim, uma respiração de compaixão. Dias tão desafiantes requerem não
apenas uma respiração, mas uma e mais outra. Vulcões, terramotos, ventos e
explosões solares, delírio[1].
Maio tem em si impressa uma dádiva de luz e assim será
também este ano.
Podes perguntar: Luz de quem, de onde, para quem, como?
Simples. A Luz de Maio vem dos cosmos, dos reinos
cristalinos, do alto astral, dos Mestres, dos Anjos e hostes celestiais, mas
mais importante ainda: vem de Ti para Ti. Se quiseres claro. A dádiva que se
disponibiliza é imensa e é para todos os que estiverem abertos a recebê-la, e
assim cada um na percentagem da sua abertura. Sim, a mais importante é aquela
que vem da tua Mónada, da Tua Alma, tudo o demais vem em concordância para
apoiar e suportar essa infusão do divino, essa fusão Humano-divino.
Ser Alma é o teu desígnio.
E agora?
Lutar não nos leva lá, rezar também não; estudar – cursos –
workshops – meditações - retiros dão-nos uma maior percepção do que tal
significa, mas não nos levam lá. Talvez porque não haja para onde ir. Talvez
porque desistir de forçar, desistir de tentar, desistir de querer acelerar seja
um passo fundamental. Entrega, redenção, aceitação, permissão… “Oh, Alma
difícil” ;)
Comigo tem sido uma descoberta num mix de paciência com
impaciência por vezes até à exasperação. Fazemos o que é preciso, damos mais um
passo, escolhas, criação, acção e depois descobrimos que temos de entregar e
confiar, permitir.
Esta fase da permissão pode ser bem desafiante para a
mente, pois por vezes parece que nada acontece, por vezes parece que há um
desligamento dessa anterior conexão interdimensional, como se as raízes se
fossem, a coroa voasse para nenhures, o mapa dos portais internos ficasse
emaranhado. A permissão é assim: tu permites que algo se manifeste, que a
energia flua, tu sais do teu caminho de planeamentos e metas e vais-te
reposicionar energeticamente irradiando o teu Kharisma, vivendo a tua Paixão /Kaikho,
sendo Kyeper – criação – em Keahak, espírito em acção[2].
;)
Adamus mencionou no último Shoud[3]
como a presença do Mestre move as
energias, expõe a luz e as sombras, as máscaras, os jogos e dramas, revolve a
estagnação e, claro, traz novos potenciais. É um pouco como a luz de Maio (e já
estás a ver e a sentir o que tal significa). Mais ainda agora que há os Mestres
da Nova Energia a assumir a sua radiância e soberania. E que os Himalaias, Casa
etérica e cristalina de Mestres e da Consciência Mahatma, está de novo a
transvasar a sua luz e sabedoria por todo o planeta (dia 12 houve novo sismo de
maior magnitude no Nepal). Lembrando que a kundalini de Gaia se moveu
exactamente daí para a América do Sul, abrindo-se de coração para coroa de luz…
Temos assim um mês de excepção para a alquimia da
Luz-sombras. Porque não escolher ir mais além e abraçar a vida humana com tudo
o que tem de divino?...
Ser Alma é o teu desígnio.
Podes continuar a fugir, a usar a cartilha das desculpas, a
ir na onda das distracções, na história das limitações. Ou podes escolher
transcender tudo isso e assumir que Há realidades para lá do visível aos olhos,
esse universo expandido de sensações e sentires, realidades que até neste
planeta podem ter paleta de cores mais variadas, melodias com múltiplas
harmónicas de som, fragrâncias e perfumes extraordinários, sabores e delícias
doces e salgadas, crocantes e sumarentas, frescas e plenas de vida, superfícies
suaves, quentes, texturas rochosas ou fluidas, macias ou fofas, nas alturas da
terra, nas profundezas dos vales e dos mares, toda uma panóplia de experiências
…
Metade dos meus leitores ainda se vêem como humanos com uma
Alma, um Eu Superior algures, em vez de Almas a terem uma experiência humana.
Ser apenas humano é honrável, é uma perspectiva em que os “implicados” (citando
um dos meus Seres favoritos) estão cada vez mais exaustos, por vezes no limite
do ficar desaustinado, num jogo contínuo na dualidade bem caótica da terceira
dimensão, muito/totalmente permeáveis à consciência de massas, às programações
do passado, contratos de cláusulas obsoletas, desgaste do vazio do “saco
furado” do amor-próprio e energia vital em geral, num sonho vão de liberdade,
aspirando a paraísos celestiais que sentem como não merecidos – mas pelo menos
tudo tem aparência de normalidade. Repara como aqui neste último parágrafo a
energia das palavras é outra. É que, se Ser Alma é o teu desígnio, se a Alma é
em ti e basta deixá-la expressar-se, há que fazer essa escolha primordial de A
deixar expressar-se…
Conheces a pintura “O Grito” de Munch (pintor norueguês)?[4]
O desespero representado de psique torturada (pelos pensamentos? pelas emoções?
pelas injustiças? Por se descobrir numa prisão? Pela solidão?... podem ser
todas estas respostas e muitas mais) e os tons usados, a indefinição
fantasmagórica das formas, a textura ondulante, remete para algo caótico e
denso: muito de 3D visível por estes dias. Ali não há Kaikho, paixão de Viver e
de Ser…
Ser Alma é escolher a radiância da luz criativa, é vontade
e paixão, é ser Fogo “que arde sem se ver”. É aceder, ascender, a realidade ou
múltiplas realidades - em simultâneo até – de alta definição, de Pura Vida,
onde a verdade interior não se compromete, não condescende, não julga, não
vampiriza, por se tornar aceitação, confiança, paz, harmonia de todas as
partes.
Maio traz dons incomensuráveis. E as próximas semanas, de
hoje dia 12 em diante, são como um portal que se abre para luz e mais luz, mais
brilho e radiância alquímica e monádica, como há muito não se via. Fácil e
simples, retorcido e confuso? Depende de ti. Porque não escolher passar por
Maio em aceitação – confiança de que tudo e todo o caos pode passar por nós
numa respiração e ser transformador com tudo o que isso acarreta sem ser
arrasador? Why not?... Não uses
Mercúrio retrógrado como desculpa ;) ou usa, mas assume que assim vais.
Foto Patrícia Almeida
Kyeper é atributo da Mãe Divina. Criação, pura criatividade
em movimento. O Fogo, o Espírito a plasmar-se, Essência a cristalizar-se em
energia.
A Luz da Mãe brilha e irradia em Maio em todas as suas
facetas arquetípicas.
Lys desaninha-se no seu respirar suave e gentil como um
afago compassivo cada vez mais presente no coração da Humanidade.
A Câmara de Luz Branca É presente à distância de uma
respiração.
O núcleo cristalino da Terra alinha-se com o Sol e o Sol
central.
Tu és Ser mais e mais soberano. Livre.
O teu Ser verticaliza-se nessa sintonia axial que se
expande por todos os pontos de respiração multidimensional.
Infusão e integração de partículas diamantinas até à fusão
plena de humano – divino.
O teu signo é Compaixão. Paz e Amor em fogo ardente no
centro do teu Ser.
Vida. Consciência Criadora. Energia- Expressão- movimento.
A Luz trina de Lyz no Centro do teu Ser Chama-te a Ser
Chama Viva. Ser Alma.
Tornas-te o Templo. Casa da Alma. Corpo de Luz.
Então, em Maio, saboreia a vida, o sol quente, o azul puro
e límpido do céu e das águas, o verde fresco e revigorante, todas os matizes de
luz, cor, som, textura, gosto que tu criaste para ti neste planeta, nesta vida.
Em Maio, sê alegria, brilho e movimento. Sê presença
veladora silenciosa. E quando o meteorito passar, quando a nave (russa) se
aproximar da Terra faz uma respiração profunda e irradia a beleza, a clareza, a
leveza do teu Corpo de Luz e permite-te ser vaso transformador da realidade,
numa respiração.
Wesak é o festival do Buda da Compaixão.
Maio traz o convite para os Mestres se assumirem como
Mestres da Compaixão, por si mesmos. Mestres do Passado e Mestres da Nova
Energia a reescrever a história, além da história, do tempo-espaço, por entre
as dimensões. Ascensão: mais um passo, mais um respirar de clarificação e
limpidez na percepção da Consciência.
Em Maio, sê Alma
Permite que o esplendor das tuas criações na Nova Terra e mais
além venham até ti.
E assume o esplendor de quem realmente És.
Eu Sou
Patrícia Almeida
& Cª
Na Estrela da Vida Estrela da Aurora
e nos reinos cristalinos
2015.05.12
[1] O pico da chuva de meteoros Eta Aquáridas entre os dias 21 de Abril
e 12 de Maio e a prolongar-se até dia 28. Curioso, não é? O pico de actividade
sísmica a coincidir… (para já).
[2] Tudo termos Shaumbra introduzidos
ao longo dos últimos anos, nomeadamente nesta última série em curso –série do
kharisma. Vide Glossário in www.crimsoncircle.com
Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites
Subscrever:
Mensagens (Atom)

