quinta-feira, 18 de junho de 2015

Reflexão do Mês - Contemplação - Coroa - Consciência












Junho
2015
Contemplação
Coroa
Coração

Consciência

A minha opção pessoal em Maio foi de me oferecer um pouco de silêncio energético, principalmente nestes dias que foram de Mercúrio retrógrado e suspendi a conta do Facebook da E.V.E.A.. Férias. Nos primeiros dias há o hábito e a tentação de ver o que se está a passar, mas ao fim de uma semana sente-se mais espaço, mais disponibilidade e focus interior, uma vez que há menos captação de umas centenas de pessoas nos amigos e likers e uns tantos milhões interligados directamente.
Aí está o poder da escolha. Sair temporariamente da consciência de massas para uma nova percepção do Ser. Funciona. Os sonhos são mais límpidos, mais directamente nos reinos cristalinos – não há o ruído e as ressonâncias do campo energético dos outros (pelo menos em tanta quantidade), sai-se mais fácil e rapidamente da órbita astral rumo aos reinos cristalinos e mais além. A mente tem mais clareza e, no geral, há um posicionamento de maior liberdade e criatividade – Why? A consciência de massas está por estes dias densa, agitada, agressiva, traumatizada. E há a consciência de massas planetária, “continental”, do país, de grupos, de conhecidos, de família, de afinidade disto e daquilo. É importante contactar e até expressar a nossa verdade. Consigo ver a linha ténue entre a distracção e feeding energético e essa troca de experiências num paradigma de nova energia? Sim. Aí está o desafio, pois a pressão da consciência de massas é muita e num instante se sai do ponto de Presença[1].
Esta minha fase de recolhimento, sentindo e saboreando mais um pouco deste renascer na nova energia, coincidiu também com a preparação e realização do workshop do Eu Cristalino e, assim, mais um upgrade interno e mais clareza multidimensional. Logo seguido da viagem mágica nas insígnias de Lys. Eu escolhi colher as flores de Maio e Ser Alma, mais e mais. E tu?

Na respiração da Alma, contemplar as belezas da vida é bem mais simples e fácil, do que quando se faz uma respiração alheada, mental. Daí vemos o caos, o delírio que perpassa a sociedade, o desespero e o filme da crise. A respiração contemplativa permite entrever potenciais, soluções de uma forma distinta, mais livre e criativa, sem fricção, até artística. Esperança. Presença.

Junho é final de mais um ciclo. O solstício está já aí. E este ciclo, para quem se permitiu mergulhar profundamente dentro de si, espelha essa abertura amorosa e compassiva da luz do coração, abertura ígnea, livre e ascendente como relâmpago no obturador de resultados incomensuráveis na experiência sensorial e sensual de Ser (multidimensional, claro). Abertura do cardíaco, abertura de coroa em seguida. O Ser Soberano abre-se à majestade da sua Consciência, a essa autonomia e sabedoria intrínseca: humano a integrar o Corpo de Luz, mais e mais.

E assim é, mas podemos desdobrar enunciando como tal significa para muitos ainda uma fase de eventuais ajustes intensos, por vezes transmutação profunda com desentupimento de canais vitais. O corpo físico passa por fase desconfortável no acoplar e fusão desse corpo de luz, em que desconfortável será expressão suave e gentil demais para muitos casos onde a energia se manifesta por ciclos de erupções- libertações mais ou menos dolorosos.
A mente que ainda não esteja sob os impulsos do eu divino, questiona-se constante e incansavelmente sobre os sucessos e insucessos aparentes, a validade das experiências; procura com todas as forças uma boa desculpa para se retirar dos reinos da confiança e auto-estima. Talvez a fase mais dura de toda a depuração. Conta tantas histórias que poderá fazer crer que se está até doente, em fim de percurso, que o melhor é desistir. Será? Ilusões do passado, frustrações e receios antigos a emergir. Mais uma vez tudo é uma escolha: comprar o filme antigo, mudar para algo novo. Tudo válido no plano da Alma, em passagem pela Terra, mais uma, duas vezes, 50 vezes mais não faz dano, talvez mais ao humano que se sente limitado e coartado, mas sempre com receio do salto em frente…

A respiração desde o Ponto de Presença, desde o ponto de sintonia e sincronia de humano-divino, traz a contemplação dos dons crísticos e divinos e até como já estão em manifestação na nossa vida. O silêncio interno assim o permite. O pulsar do coração bombeia vida por todos os átomos e moléculas. Da coroa, a chama senciente vislumbra-se de forma renovada, mais “real”. O Ser sente e É pura Consciência.

Revela-se muito interessante observar e sentir este percurso de Consciência. A separação dos Seres conscientes das massas é cada vez mais visível e a interacção das partes é agreste para os mais sensíveis, requer cuidar e velar por um espaço interno sagrado continuamente para alquimizar desgastes. O filme ultra-trágico-dramático blockbuster da consciência de massas está aí com todos o argumento a usar todos os recursos de feeding desde a religião, raça, diferença de género, poder, geopolítica, militarices, apocalipses económico-financeiros, etc com as subtilezas de contar a história com toques new age para ser mais Light e aceitável até num dos novos mainstream da classe média.
Verdade!... Nos dias de hoje há já um novo mainstream: a vida saudável, cuidar do corpo e da mente, energias, espiritualidades. Yoga, desporto, caminhadas, Caminho de Santiago e mais além, mantras e peregrinações, mandalas terapêuticas, respiração daqui e dali, alimentos e chás que fazem bem a isto e aquilo, chakras e meridianos, livros de bem-estar e meditação à mistura com livros de cozinha gourmet, exótica, vegetariana ou de tudo mais na bimby - são as tendências de um sector já bem considerável. Depois há as tendências espirituais, numa versão filosófica-intelectual, numa versão católica progressista e/ou ecológica franciscanista (não é erro, assim parece-me mais apropriado, pois não é bem franciscana), numa versão moda oriental hindu ou tibetana, numa versão esotérica new age, mais ou menos light, ou mais hermética e mística, etc, etc.
E ainda bem. Quem diria há uns anos que seria verdade?

 A questão que se levanta é o manter a independência e a jornada individual e única, agora na liberdade de mais outras matrix a que a consciência de massas almeja absorver e, assim, de algum modo, novamente controlar.
Já sabemos que o rumo é o da liberdade.
Já sabemos que isto da ascensão não é em massa. Há muitos ritmos, muitos programas, a “casa do Pai tem muitas moradas”. E mil e uma escolhas possíveis.
Para quê mencionar isto? Para que não te acomodes jamais. Para que repares nos jogos subreptícios e nas mensagens subliminares. Movimento. Evolução. Liberdade.


Pois Junho traz e trará mais ainda a efusão de luz na Coroa. Flor de mil pétalas resplandecente. Sopro divino no ouvido, mente e coração humano. Cada vez mais nada fica como dantes. Alquimia. Renascimento. Transfiguração.
O Corpo de Luz é multidimensional, é expandido, é auto-sustentável, equilibra-se recria-se. Está além da separação ilusória de matéria e sagrado, de ritmo e tempo, de respiração e sabedoria, de conhecimento e divino.
O que escolhes?

Entre os meus leitores haverá aqueles que prefeririam que escrevesse mais sobre “o que se está a passar”. Só posso dizer que o que se está a passar é o mesmo que se tem passado e que o que se passa na minha vida, na minha realidade, não precisa de ser o que se está a passar na realidade geral, apenas um ponto de referência linear do cenário. Outra vez: no final tudo tem a ver com as escolhas ou a falta delas, aceitação e confiança de que tudo se alinha com as minhas escolhas e tudo tem a ver com a iluminação, com o bem supremo, se preferires. Ou: qual a percentagem de abertura do teu canal de respiração cósmica? Versão paliativo /só um bocadinho melhor, versão deixa lá ver se é verdade, versão salvífico-redentora cristã camuflada de outras vestes, versão escolha de transfiguração integral?... A energia responde à Consciência (já ouviste falar de um senhor chamado Adamus Saint-Germain? Um mestre que costuma falar muito desta coisa de consciência[2]), i.e., alinha-se com as tuas escolhas conscientes, mais ou menos conscientes, automático-inconscientes…
Respirando e escolhendo…
Contemplando o sublime que está já aqui mesmo, quase tangível. Permites-te sentir? Permites-te Ser?
Ser Soberano irradiando a luz da sua Essência.

Em contemplação profunda, honrando tudo o que existe na sua Criação.
Dawn - Thomas Edwin Mostyn

O Solstício abre um ciclo pulsante das forças ígneas que perpassam os reinos cristalinos da terra. O reino dévico e elemental despertou para o plasmar da Nova Terra em novos fractais, segue-se o reino animal reconvertendo a origem multidimensional do seu próprio ADN em oitavas de luz superiores. A consciência do humano desperto celebra e comunga com Gaia o portal de respiração cósmica da força criativa arquetípica da Mãe e prepara-se para estar presente como Mestre da Nova Energia assumindo o seu papel na construção e ascensão do sonho.


 Eu Sou
     Patrícia Almeida     
     & Cª
Na Estrela da Vida Estrela da Aurora
e nos reinos cristalinos
2015.06.18
E Tu És?...   ;)

___________________

[1] Adamus resolveria tudo num palavra: makyo!
[2] Cf. www.crimsoncircle.com


Ficheiro pdf:  aqui no scribd


Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites www.aureasoulbreath.com e www.osilenciodamontanha.com



segunda-feira, 1 de junho de 2015

quinta-feira, 21 de maio de 2015

História da Humanidade: problemática das cronologias

«Num artigo publicado na revista "Nature", uma conceituada publicação científica, um grupo de 22 arqueólogos relata os achados feitos no campo arqueológico de  Lomekwi, no Quénia, questionando assim toda a datação tida como certa sobre a história da evolução humana.
Os arqueólogos encontraram 150 artefactos de pedra fabricados há 3,3 milhões de anos. Ou seja, aqueles objetos surgiram 700 mil anos antes da altura que em julgávamos ter começado a evolução que haveria de dar origem ao 'homo sapiens', que apareceu há 200 mil anos. Acresce que as ditas ferramentas foram encontradas num local onde não estavam fósseis, o que dificulta ainda mais a identificação do tipo de antepassado do homem que as terá fabricado.» do Jornal Expresso aqui.
O jornal Público, num artigo bem mais completo (aqui), fala que se descobriram as primeiras ferramentas pré-humanas. E todo o artigo vai em torno da dificuldade que a comunidade científica está a sentir para explicar todas estas novas datações. Ou a separação dos hominídeos no ramo dos austrolopithecus e Homo ocorreu mais cedo que o conhecido, mesmo com as descobertas recentes, o que pressupõe a necessidade de continuar as escavações e encontrar novas evidências, ou há a necessidade de colocar novas hipóteses para esta marca civilizacional.
Revista Nature aqui.
Também uma artigo aqui
Eu recordo uma conferência de especialistas de diversas nacionalidades em antiguidade pré-clássica, Egipto e pirâmides - e falo de especialistas da comunidade científica, das principais instituições e museus do ramo, não de especialistas da comunidade esotérica - e recordo principalmente a dificuldade e desconforto de articularem um discurso "científico", pois não conseguiam abarcar a imensidão das implicações das cronologias fornecidas por testes de carbono 14 (os mais fiáveis na área da arqueologia e paleontologia) para as pirâmides da Bósnia: 25 mil anos... (O vídeo ainda será encontrável na net - algures antes de 2010). É que as civilizações mais antigas conhecidas recuam a c.  6 mil anos a.C. na Suméria e região do Crescente Fértil, 4.500 anos a. C. no Vale do Indo, 4 mil anos a. C. no Egipto,... Então o que se passava nas pirâmides da Bósnia em que o carbono 14 sobre testemunhos recolhidos em escavações à superfície apontam para datas tão recuadas? tal significa que há de facto toda uma reavaliação a ser feita. Quem construiu as pirâmides da Bósnia, maiores que as do Egipto e igualmente alinhadas com diversas constelações, mesmo que sejam pirâmides em degraus e não tão sofisticadas como as de Gizé, já implicam conhecimentos e técnica que os homo sapiens conhecidos de há 25 mil anos aparentemente não teriam?!... Talvez seja altura de repescarem os escritos de Platão sobre a Atlântida e se permitirem explorar essa hipótese de civilizações que se perderam em cataclismos... Se não colocarem a questão, a resposta não virá. Serão como a avestruz com a cabeça na areia para não reconhecerem que há algo diferente na paisagem mesmo à sua frente e que os seus esquemas e metodologias terão de se ajustar e ... mudar.