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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

2015 e a Leveza - Reflexão do Mês de Janeiro


Janeiro
2015
Mês da Leveza
Graça e Fé
Energia e Consciência
Amor e Liberdade

E assim é.
Chegamos ao novo ano cheios de sonho e aspirações, mais uma vez aguardando um recomeçar. Claro que já sabemos como esse recomeçar depende apenas de nós, o que para uns é uma fatalidade desanimadora e para outros é motivo de perseverança e esperança.
Deixamos 2014 e, para muitos, com um suspiro de alívio. Foi um ano desafiante, revolvendo as entranhas, o ano de assumir em integridade as escolhas, de experimentação de novas soluções como também de tentar voltar a antigas distracções só para descobrir que tal é doloroso e pouco produtivo. Não por acaso “Suavidade no Caos”, a reflexão o mês de Outubro de 2012[1] foi dos textos mais procurado e lido no nosso blog da Estrela da Vida: o caos exterior instalou-se um pouco por todo o lado e quase ressurgiu na vida dos Seres em despertar, que se deixaram arrastar para a distracção ou zona de conforto.
Volver ao passado já não é viável, i.e., procurar soluções com os atributos passados. Estamos na Era da Nova Energia e esta existe apenas no Presente. A Nova Energia vem servir aqueles que se abrem a viver em sintonia com o seu propósito mais elevado, que assumem a sua soberania, as suas responsabilidades e dons criativos e criadores. Há sempre transição; esta pode ser longa ou mais curta dependendo da força da tua resolução e determinação. Quem se deixa estar no “viver um bocadinho melhor”, “vamos indo e vamos vendo”, terá sempre essa longa transição com um espicaçar constante para dar o Grande Salto. Reconheço a complexidade desta viagem de Consciência, uma vez que uns aspectos são plenamente resolutos e empenhados, enquanto outros aguardam na sombras para ver sucesso dos outros, para ter validações exteriores, ou agarrados a medos profundos e insuspeitos à parte consciente do Ser. Exige perseverança, confiança e esperança. E raízes[2].


Este ano voltei a falar de Fé.
“Ó vós homens de pouca fé!…” (Jesus no Evangelho segundo S. Mateus 8:26) revela-se novamente apropriado.
Vê-se, sente-se, cheira-se a frustração e depressão de muitos que ansiavam por se tornar Midas, transformando em ouro tudo o que tocavam, Peter Pans na juventude eterna, santos curadores medievais em roupas new age, atlantes reaparecidos só porque fizeram um curso disto ou daquilo, renascendo em extraterrestres de cabelos louros e olhos azuis a ser levados para longe – ou melhor levando para longe toda a dor e sofrimento deste mundo -, algo que Ooops! ainda não aconteceu. Em suma, ainda a energia de S. Tomé que precisava de ver/tocar para crer, a ilusão que a evolução espiritual, que a ascensão traz prémios materiais…

Confiar na sabedoria divina é uma graça. Na sabedoria de quem? Na tua, se estás a viver essa infusão e integração de humano-divino. Em último caso, na sabedoria da tua Alma, do teu Eu Superior se ainda precisas de te projectar em algo exterior.
E já vamos na fase em que é importante ir além do confiar. Confiar pode tornar-se algo da mente: “preciso de confiar e dizer que confio”… é hora de fazer a escolha de um voto de confiança pleno e dar o dito Salto. Aqui vem logo uma mistura de sentimentos: “isso de fé não é voltar ao passado, a colocar poder em algo fora de nós?” Really? Tu tinhas fé no passado? Fé plena e absoluta no Divino? E deixaste de ter? ou nunca tiveste? Se tinhas fé, nunca deixaste de ter, passaste quando muito a começar a confiar também no teu Eu Humano em Despertar e Integração. E o que é confiar no Bem Supremo ou que tudo é para a tua iluminação? Não é fé no desconhecido?...
Já devo ter dito e escrito que sempre me fez impressão aquelas pessoas que se dizem muito religiosas mas na prática não têm fé, não acreditam no que é invisível e não provado cientificamente, na manifestação de energia, em milagres, em Seres de Luz, em vida para além da morte, etc: apego à forma e ao parecer, absorção na consciência grupal, rituais de validação nas práticas religiosas…

No encontro do passado dia 30 de Dezembro, na revisão das energias de 2014 e preparação energética para 2015, viajamos até eventos semelhantes nos anos anteriores e não foi difícil concluir que os desejos e intenções do Eu Humano se vão mantendo e há uma “eterna” busca de perfeição na realização desses sonhos. E uma aura de frustração chegou à sala ao olhar para o ano de 2014. ;) Por outro lado, sentindo da perspectiva do Humano-Divino em fusão passou-se para algo difícil de definir que se tem manifestado nestes anos e, em particular, no ano ido de 2014: o despertar de consciência, mais clareza, mais percepção e entendimento do que todas essas experiências nos têm trazido, essa confiança-aceitação de que algo se desvela e revela. Da perspectiva do Eu Divino tudo é mais claro: Tudo vai bem na Criação! Sem julgamento, sem tempo, sem metas. Tudo tem o seu sentido, o seu significado implícito.

Então, 2015?…
Se tens seguido estes textos e outros autores nesta visão multidimensional, sabes que há diversas realidades a manifestarem-se em simultâneo no planeta Terra.
Numa vive-se o destapar da panela de pressão e tudo está a explodir e a rebentar pela cozinha, sujidade no chão, tectos e paredes, ferimentos graves e até mortos, com muito drama, caos, energia de vítima, sofrimento, perda, escassez. Para quem vive nessa realidade, parece que todos estes acidentes ou actos propositados (pois aí há muita teoria de conspiração) são sem sentido, há um vazio, ou então é Deus a castigar e a chamar a alinhar com a verdade que a religião lhe depreende seja a bem ou a mal. Nós sabemos que há uma outra perspectiva e que terá sempre a ver com o despertar para a compaixão e amor-próprio, para resolução dessas energias em desequilíbrio nas suas diferentes formas de manifestação.


Noutra realidade vive-se a grande Transição. Tudo está em transformação. E aqui há várias etapas que se desdobram em várias realidades. Deixa-se de estar confortável na casa velha e começa-se a limpeza das prateleiras, mudanças na decoração a tentar retomar o gosto pela velha zona de conforto, o que parece só suceder por breves instantes. Vai-se mais além e começa o despojar das gavetas e dos armários, repara-se no ar passadista das roupas, livros, bibelots, limpam-se as aranheiras que nem se viam antes, o mofo e bolor dos cantos, e lixo a brotar do sótão de modo infindável. À última, parece sem solução e só se sonha em recomeçar de novo, noutro sítio, num novo filme, está-se cansado e exaurido de tanta mudança e limpeza e dá vontade de desistir. É quando um dia se acorda de manhã e um raio de luz entra por entre as frinchas da janela, gerando um arco-íris a refractar-se na parede do quarto, a dar um cheirinho de magia e fantasia a lembrar o sonho na Nova Terra ou numa plataforma cristalina. E, de repente, está-se bem nessa nova versão reciclada: paz interior, confiança no dia nascente, um sinalzinho de que se vai conseguir, conseguir chegar ao ponto onde se sente que não há nada a conseguir.
Até que, no dia seguinte, a casa reciclada parece velha outra vez, a precisar de obras e recomeça a nova metamorfose, a qual agora é feita com consciência renovada e comandando as energias, experimentando as novas ferramentas, permitindo que tudo se coloque ao serviço, já não insistindo em seguir formulários rígidos, mas deixando essa Alma, esse Eu divino virem dar um toque multidimensional na nova transição – a ver se funciona melhor. E funciona. Da vez seguinte que o caos se instala, já se respira fundo, já se relaxa e há permissão para que tudo se desenrole para o nosso Bem Supremo, na certeza que tudo tem a ver com a Iluminação, que entretanto começamos a ansiar.

Há ainda outra realidade. Já se passou a Transição. Está-se na fase de Assumir o Ser. Aqui o cenário já não é o mais importante. Onde quer que se esteja e como se esteja exteriormente, a estabilidade interior, a Consciência implícita em cada respirar cria uma experiência em Ahmyo, estado de Graça, abundância e compaixão. Vive-se em Kharisma pela expressão de kaiko, paixão de Ser[3]. Assume-se a integração da Mestria e Soberania. Assume-se o Corpo de Luz e a vivência multidimensional. O Eu Sou o que Eu Sou deixa de ser um conceito abstracto, o Eu Existo finalmente faz sentido e transfigura a realidade a cada respiração consciente, sempre em sintonia com o Centro do Ser.
Qual é a tua escolha para 2015?

O Novo Ano, ano 3 da Nova Era, para os seres em transição nas suas várias etapas e para os mestres emergentes, i.e., os nossos caros leitores ;), pode revelar-se bem mais fácil que para a maioria se seguirem o ponto de confiança-fé. Leveza – Graça – Ahmyo é o mote, mas claro que Leveza (e os demais) implica passar aquela fase da casa velha e carunchosa sob as aparências de éden. Aliás, é mesmo deixar de vez as aparências, ou assumi-las como um Acto de Consciência. Leveza implica transparência na personalidade e psique, no campo áurico, no campo electromagnético. Leveza implica Clareza de escolhas, assumindo a responsabilidade pela realidade manifestada. Leveza implica assim a varredura final pelos grãos de pó da casa renovada que possam vir de algum objecto/aspecto transferido por automatismo: não mais energia de vítima e do feeding pois o que se almeja é a soberania.

Vejamos que, nesta realidade, já se está além de viver nos condicionamentos das circunstâncias do momento, das fatalidades do destino imposto socialmente, já se declarou e proclamou um “Basta” até com alguma pompa e circunstância – despojada e desapegada, verde e ecológica, claro ;) - à consciência de massas e, do ponto de vista pelo menos das intenções, também um “Basta” ao viver da energia dos outros, ao viver em amor-próprio, em gestão de afectos com vontade de equilíbrio. O que importa ainda é a abertura total à Consciência para clarificar todo e qualquer aspecto escondido, tipo subconsciente ou do inconsciente da mente humana e multidimensional, em específico as formas subtis e camufladas de energia de vítima e de feeding. Numa conversa, gostar de ter sempre a última palavra, de opinar sobre o que tens de fazer sem teres perguntado ou pedido ajuda, apresentar os outros (do trabalho/família/amigos/inimigos, etc) como a justificação para adiar avançar na via espiritual (muito menos na Iluminação), sobranceria justiceira/arrogância espiritual/radicalismo “luminoso” ou ecológico, querer curar ou remendar a si mesmo ou aos outros, usar citações descaradamente sem referir o autor ou viver na pirataria virtual que a internet possibilita e aparentemente facilita (esta é desafiante) não respeitando as contrapartidas energéticas a que o/s autor/es têm direito, e por aí fora. Pequeninas coisas que fazem a diferença. Verdade.
É como a forma de encarar o dinheiro. Na prática é energia, mas a forma de energia que se tem medo de usar. É muito interessante observar como a Reforma Protestante libertou os povos da Europa central e do norte desse anátema do dinheiro e como, após tantos séculos, se mantém no subconsciente colectivo dos países do sul da Europa, e sob a sua influência, algo escondido, que tem de “ser por portas travessas”, que implica luta e artimanha, subjacente a noções de pecado, restrições, hipnose tão entranhadas que as pessoas ficam com dificuldade em discernir o que é real, certo, verdade e acabam por considerar ser mais fácil ir na onda geral. Olha o caso de Portugal dos últimos cem anos, para não ir mais longe: país do chico-espertismo, de desenvencilhar tudo à última, de contornar os obstáculos e as regras para no final ter resultado, isto por se reverenciar a hierarquia dos senhores, dos doutores e engenheiros, com quem convém parecer a todo o custo, nem que seja necessário falar com aquele conhecido bem colocado e ficar-lhe a dever uns favores, a alma e a honra. Numa fase, pareceu que a imobilidade estática, o guardar o dinheiro nos cofres e o fechar das portas iria manter a casa segura, depois abriram-se as portas a todos e a qualquer um sem olhar ao bem comum e quem chegou primeiro ou tinha mais força, ficou com o que encontrou, muitas vezes sem dizer a ninguém. Agora tudo vai colapsando e o sistema vai ter de se reinventar, pois essa Casa já vendeu os móveis, as pratas e as tapeçarias que ainda sobravam de outros tempos e das ex-colónias e agora está a ver se vende os estuques e os ferros forjados das varandas e portas, que os cobres já foram roubados. Uff!
Vives a energia monetária com consciência? Consciência precisa-se. A tua. A minha. Um novo quantum de potenciais de nova energia para gerar soluções diferentes e a reflectir o novo sentir. Será ao mudar individualmente a nossa forma de encarar a energia monetária, que se imprime e imprimirá um novo paradigma na consciência grupal e nacional. Será quando tudo o que forma e expressa a nossa vida quotidiana tiver essa consciência que espelha o centro do Ser e aí está o busílis da questão: és um consumidor consciente, aquilo que adquires – comida, roupas, cosmética, transporte, objectos domésticos, de entretenimento, de trabalho – reflecte uma energia de frequência elevada, limpa e transparente? Ou advém da densidade, do caos exterior, de abusos de uns a explorar outros lá nos confins do Terceiro Mundo para lucros de outros com ou sem compaixão, sem sustentabilidade de recursos e meios? Bem sei que é mais fácil não querer saber. Mas depois o que comes, o que vestes, o que usas tem impregnado essa energia baixinha e é veículo de perpetuar abusos, feedings, e velha energia. É o que está no teu campo electromagnético.
Ao reflectir sobre este ponto, recordei a minha viagem ao Egipto aqui há uns anos, ainda no tempo do Mubarak, e um episódio que para mim foi marcante. Após uma manhã magnífica na pirâmide de Djoser, o autocarro turístico pára numa fábrica de tapetes, num interligar das visitas culturais com os souvenirs e oportunidades exóticas a impingir ao turista ocidentalizado (incluindo japonês, coreano e agora chinês ou indiano). Senti de imediato revolverem-se as entranhas ao ver crianças de 4-6 anos sentadas no chão nos teares, por terem os dedos pequeninos para os trabalhos mais delicados, foi a explicação. Na altura ainda não navegava nesta onda de consciência espiritual mas tinha as minhas posições bem vincadas: aquelas crianças deviam estar na escola ou a brincar. Fiz cara fria, pois o frio gélido do vírus respirava-se ali ;), fiz “aqueles olhos” que eu cá sei fazer ;) e recusei-me a comprar. As minhas amigas pelo contrário consideraram que estavam a contribuir para que as crianças tivessem um extra de dinheiro na família, por mais condenável que o trabalho infantil fosse e que se não fossem os turistas a situação seria bem pior. Certo e errado na mesma situação. Talvez o dinheiro fosse usado na alimentação e higiene, talvez fosse para o pai ir fumar xixa ou ver a dança do ventre. Que energia teria o tapete na minha casa? Claro que eu vivendo como um Mestre, transmutaria naturalmente essa energia em alta frequência, a radiância do Eu Sou proporcionaria consciência de abundância e impregnaria o espaço, objecto, campo electromagnético de novos potenciais. O que faria hoje de diferente? Compaixão. E tu, tens essa consciência transmutadora e eficaz – de facto – quando compras aquela peça que vem lá do Bangladesh ou da Etiópia (a nova China e nova Índia)? Hummm… espero que sim.
Há certas questões que terão de ser revisitadas no que toca a energia: quantidade e qualidade, por exemplo. A ideia de que comprar barato permite trazer mais coisas por vezes esvai-se quando um item de qualidade (energética) dá a mesma – ou mais – satisfação. É sabido que roupas de qualidade duram anos e as versões de moda do momento são quase para usar e deitar fora… pouco ecológico mas a permitir uma aparência trendy e renovada. Claro que qualidade energética não está ligada a preço alto, embora se verifique que produtos biológicos e “verdes”, de energias limpas, muitas vezes implicam na sua produção e distribuição custos mais elevados por o sistema estar dominado por grandes companhias monopolistas. Procura sentir a energia dos objectos que consomes e compras. Uma visita a um mercado ou feira é muito diferente de ir ao supermercado, mas mesmo aí é possível ter experiências interessantes ao passar nos diversos corredores e verificar como alguns não têm vida, como outros apresentam uma energia sedutora ligada ao vírus, outros uma energia confusa e que aos mais sensíveis dará náuseas ou dor de cabeça, outros uma energia mais saudável e com certo gradiente de energia vital, geralmente a parte das frutas e legumes, dos livros… Procura saber a origem dos produtos: na prática se já teve de correr meio mundo para chegar até ti, a percentagem de energia vital já deve vir alterada não? Se o campo aúrico dos humanos se altera em viagens de avião (e barco) de médias e longas distâncias, também os produtos alimentícios, mesmo que os animais ainda venham vivos, a fruta, etc, quanto mais se vem em arcas frigoríficas. Falamos nisto, para que reflictas nesse ponto da qualidade energética dos que ingeres e por aí fora.


Mais. Há ainda a noção de pecado e errado em muito pensamento no que toca aos bens materiais-vivência espiritual e aos bens espirituais- contrapartida material. Como se os bens espirituais não fossem a maior riqueza que alguém pudesse encontrar! Não digo adquirir, pois tal não é possível – tentou-se na Idade Média pelas Indulgências, mas tal era só para enganar tolos. Cada um faz o percurso por si, ao ritmo da sua abertura e permissão, pode adquirir livros e cursos para clareza e entendimento, ir a consultas e palestras, sintonizações e activações mil, no entanto a percepção e consciência terão sempre de brotar dentro de si e tal, às vezes, leva vidas e vidas. 

Há ainda a noção de pecado e errado em muito pensamento no que toca aos bens materiais-vivência espiritual e aos bens espirituais- contrapartida material. Como se os bens espirituais não fossem a maior riqueza que alguém pudesse encontrar! Não digo adquirir, pois tal não é possível – tentou-se na Idade Média pelas Indulgências, mas tal era só para enganar tolos. Cada um faz o percurso por si, ao ritmo da sua abertura e permissão, pode adquirir livros e cursos para clareza e entendimento, ir a consultas e palestras, sintonizações e activações mil, no entanto a percepção e consciência terão sempre de brotar dentro de si e tal, às vezes, leva vidas e vidas.
Neste ponto, falo também da dificuldade que muitos têm de valorizar os ensinamentos, a facilitação, a partilha espiritual com contrapartida monetária no justo valor de quem a oferece… se é tudo energia?! E esse ponto do justo e equilíbrio vem da sintonia com que cada um tem; alguém com energia de vítima e que ache que vai ser enganado, que é a sua sina, mais cedo ou mais tarde o será; alguém que confia e honra o investimento energético, na certeza que terá retorno de alguma forma, é abertura para a as maiores bênçãos. Eu ofereço sempre facilidades de pagamento, nem que seja a 5€ por mês, se a pessoa quer mesmo, se considera mesmo importante para o seu percurso o nosso contacto. Conto muitas vezes o caso de uma senhora que pagou um curso assim durante meses e nunca deixou que eu desse tudo como concluído sem o estar e alcançou de seguida, passo a passo, todas as oportunidades que sonhou numa fase em que tudo perdera e estava a recomeçar – foi a sua abertura, a sua vontade, a sua clareza e determinação, a sua entrega e transparência. Muitos pensam que pagam e tal implica logo a “cura” e solução imediata dos seus problemas… a resposta vem à medida da consciência de cada um. Integridade. E no que toca aos bens espirituais mais importante ainda. Na Clínica da Abundância[4], Adamus conta uma série de casos de empréstimos a alunos e eu só me pude rir ao ver ali muitas das situações que se passaram comigo ao longo destes anos (mais de descontos interessantes). Por isso tenho valores fixos, nunca optei pela via do donativo voluntário nas actividades (mas sou sempre aberta a bênçãos extra!), pois lembro sempre um professor que contava como fazia isso e, no final, chegava à caixa e estava praticamente vazia - energy feeding -, nem dava para pagar as despesas do espaço, da electricidade e da água, quanto mais a valorização do trabalho e esforço despendido. Tal requer consciência e respeito pelo outro.

Bem, isto tudo para introduzir a consciência monetária renovada como sendo algo vital nos tempos vindouros, para ir além dos sonhos de abundância, para desbloquear os registos de escassez, mais importante ainda para permitir que toda a energia em ti/mim esteja em movimento, de portas abertas para que toda a energia venha servir e expressar-se da forma mais apropriada[5].



2014.12.24 – Nuvens estratosféricas polares
Voltando a 2015. Tendências gerais? Mercúrio fica retrógrado já em fins de Janeiro… Ooops! again! E já se sabe que tal vem mexer na panela de pressão, abanar as paredes de papel e os alicerces de barro, destapar as covas onde se enterraram as sombras emocionais e mentais, medos e bloqueios que não interessavam no momento. Podes sempre fazer o tal voto de confiança-fé e atravessar esse período como um mestre.
Haverá novamente uma série de eclipses lunares e solares, uns alinhamentos astrológicos de excepção que marcarão os novos impulsos de abertura e renovação individual e planetária. Nuvens mágicas e fenómenos “geográficos”. A Terra sacudir-se-á, cuspirá fogo, inundar-se-á, enterrar-se-á em neve, areia, lama ou cinzas, mas tu sabes que é essa transição e transformação em curso e que, sendo tudo para o teu bem supremo e iluminação, estarás sempre no sítio certo na hora certa. Mais uma vez, o resultado dependerá sempre das tuas escolhas.

Assiste-se já neste princípio de ano a uma janela de oportunidade de integração de aspectos interdimensionais como nunca antes. Os véus ilusórios da separação de tempo e espaço dissolvem-se e permitem o resgate amoroso e compassivo dos fragmentos esquecidos, amputados, torturados ou soltos “ao vento” voluntariamente ou por imposição alheia, seja nos reinos astrais, seja noutras realidades estelares. As vozes do teu passado retornam, as vozes do futuro parecem apresentar-se, mas é tudo uma questão de percepção na vivência multidimensional que o mestre viajante no tempo começa a permitir-se sentir e tomar consciência. Novos códigos de Luz ressoam na frequência do ADN e despoletam novos potenciais e dons “adormecidos”. A chuva solar e cósmica manter-se-à. Expansão Multidimensional…

Foto Katy Speelman – National Science Foundation 2011
A energia da Mãe Divina está mais à superfície, mais radiante nesta realidade física do que há memória. A energia presente do Pai intui-se de um modo novo na nossa percepção e livre do enclausuramento de éons numa visão patriarcal limitada e limitadora. Relendo o texto de Dezembro de 2013 e tendo sentido toda a abertura alquímica e infusão de consciência pura divina em Dezembro de 2014, só podemos mesmo dizer que tudo no universo é perfeito[6]. Ano 8… potencial de expansão de potenciais pelo infinito… ir além do karma (individual, familiar, planetário) e da lei da causa-efeito.
Liberdade.
Liberdade de consciência. Liberdade de Ser. Liberdade energética.
Quanto mais elevas a tua frequência e, assim, te abres à consciência, os reinos cristalinos ficam mais próximos, a criatividade e dons da Nova Terra ficam à distância duma respiração consciente. Quanto mais vives em permissão quântica, em liberdade de seres e receberes a energia que está ao teu dispor, mais simples se torna este humano quotidiano.
Quanto mais te empenhas e entregas a essa integração de todas as partes do Ser, quanto mais infundes de Consciência tudo o que existe na tua vida, estás a abrir-te a que 2015 seja um ano especial de manifestação e expressão das dádivas da Alma, do Corpo de Luz.

Esta é a vida das vidas. Este pode ser o ano dos anos.
Honra o teu ritmo, o teu passado, o teu futuro através do teu presente.
Confia no eu humano, tem fé no eu divino e permite que se fundam num só.
Ama-te e permite-te saborear as belezas deste mundo. O amor é a frequência mais elevada, podes saborear tudo nessa consciência alquímica e transmutadora de Ser ;) permitindo-te criar uma realidade leve, livre e transparente que se torne paradigma para um planeta mais leve, livre e transparente de condicionamentos oportunistas, momentâneos, sem olhar ao bem comum. Em Amor.
Adeus ao vírus de consciência e a viver da energia dos outros!
Saudando a soberania e a nova Terra!


Eu Sou

Patrícia & Cª
Na Estrela da Vida Estrela da Aurora
e nos reinos cristalinos

2015.01.01



[2] Ver Reflexão do Mês de Outubro de 2014: Mês Zero – Escolhas e Raízes.
[3] Termos apresentados por Adamus Saint-Germain nos Shoud do Círculo Carmesim. Ver em www.crimsoncircle.com (em várias línguas).
[4] Já viste a Clinica da Abundância de Adamus, já leste a tradução pelo menos? www.crimsoncircle.com e no youtube facilmente encontrável.
[5] Patricia Aburdene tem um texto introdutório ao tema na Shaumbra Magazine de Janeiro de 2015, vale a pena espreitar.
[6] Vê a página com a lista de Reflexões do Mês no blogue da Estrela da Vida.




 PDF para imprimir ou download: https://pt.scribd.com/doc/251465339/2015-01-EVEA-Reflexao-Do-Mes-Patricia-Almeida


Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites www.aureasoulbreath.com e www.osilenciodamontanha.com




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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Momentos de Inspiração

Decorreu este fim de semana em Salzburg a New Energy Celebration com todas as participações em tono do tema da integração do Corpo de Luz. Excelente!
Destaco a canalização de Kuthumi e a canalização de encerramento de Adamus pela clareza que partilharam e, como diz Adamus, nos distraem enquanto o que é importante acontece por entre merahb e kebab ;)

Nós por cá tínhamos agendado um encontro com Kwan Yin e Yogananda e assim foi. Com tanta energia que que tive um desafio em manter o discurso articulado e fluído, mas sem dúvida inspirador. No final a mensagem conflui para essa respiração de amor-próprio, aceitação e compaixão e de estar bem presente, do sentir e do ser, com as sessões de Momentos de Inspiração a proporcionarem um espaço seguro e sagrado para uma renovada relação com o corpo com movimentos suaves e fluídos em sintonia com a respiração para facilitar essa integração do Corpo de Luz. 


Ao assistir à última sessão de Adamus achei curioso ele mencionar que nesta fase trabalho físico muito estruturado, mesmo yoga e tai chi, não são o ideal para essa integração do Timeless body como ele prefere agora chamar ao Corpo de Luz. É algo que Jim Self falava este mês: o tempo é o aglutinador da nossa realidade e é hora de deixar o tempo/linearidade e assumir a multidimensionalidade e atemporalidade. Conclusão: todas as mensagens confluem, cada uma com o seu tom próprio, para conduzir a esse potencial da Nova Terra e do Eu Sou.


Assim às segundas-feiras teremos pelas 18h as sessões de Momentos de Inspiração "patrocinada" por Kwan Yin e Yogananda com duração de 1h. Valor 15€ (2 sessões 25€ a usufruir no espaço de 1 mês). Inscrição até dia anterior.


Eu Sou 
Patrícia


Cf. www.crimsoncircle.com e www.masteringalchemy.com

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Setembro: Reflexão do Mês Cristal

                                               Setembro
2014
Mês Cristal, Mês Diamantino
Dos fenómenos - Dos potenciais
Grutas de Naica, México
Outras Imagens retiradas da net


Escrevo este texto já neste dia especial do 9:9 que será sempre de fim de ciclos e naturalmente de muitos recomeços. Estamos em plena Super Lua Cheia com o sol em grande actividade desde fins de Agosto, um asteroide a passar uma tangente ao planeta no domingo passado, dia 7, e novas influências astronómicas a serem sentidas. Muita, muita energia em movimento o que já sabemos que traz a necessidade de muitas respirações para enraizamento e alinhamento/clareza interior. Muita transformação electromagnética, muita luz e muito caos, muita multidimensionalidade e muita densidade tudo em simultâneo.

Essa infusão de Luz que tem vindo a ser feita a grande velocidade nos últimos meses está a funcionar como crivo de velha energia, muito velha energia, energia mais que obsoleta. Muitos espantam-se perante o nível de desumanidade a que se assiste um pouco por todo o lado, não só em cenários bélicos mas por vezes na “casa do vizinho”, ali bem perto, com os segredos a serem revelados. Eu comparo com o mercúrio (o elemento, não o planeta) em que as gotinhas se juntam todas, se atraem para formarem uma gota maior. Há algo de íman, definitivamente algo de magnético nesta onda de depuração, que atrai o mesmo tipo de consciência – ou da falta dela – o que faz parecer que os “escurinhos” se estão a juntar todos e se vê mais a podridão. Karma pessoal e Karma ancestral a nu para resolução. E como se está a falar de algo bem dual vem tudo nos extremos da luz-trevas, branco-negro como se não houvesse uma paleta de coras de imensas tonalidades neste planeta para ser experimentada nas suas múltiplas combinações … e criando até ainda mais algumas.
Os “clarinhos”, os que estão a libertar-se das camadas exteriores por escolha consciente nesta existência, não vêm na televisão, os media nem sabem que existem até têm medo disso – não daria grandes parangonas e abertura de telejornal a escolha da paz, da não-violência, do amor-próprio, da liberdade. Estão disseminados e mais interessados em viver e irradiar a sua luz, a movimentar ou ancorar a energia conforme o seu posicionamento de consciência, honrando o colectivo compassivamente, e sabem que a visibilidade da sua radiância se manifesta e plasma na Nova Terra a cada dia que passa. Já passaram a fase da validação e dos reconhecimentos externos do tempo da puberdade espiritual.
Na Atlântida, nas suas diversas fases, era tudo focado no colectivo e essa mentalidade do mercúrio, da atracção-unidade para a evolução era quase uma lei, ou seria mesmo uma lei: o individuo não existia fora do colectivo e tinha de se conformar e moldar ao interesse geral, fosse para que lado fosse… Como a onda da ascensão não teve o mesmo impacto que a do poder, tal gerou muita manipulação e controle, subserviência em muitos planos, escravidão nuns outros tantos. Mais ou menos o que se passa nas praxes académicas. Estamos na Era da Consciência Eu Sou. A ascensão e iluminação faz-se honrando a base comum, divina, de toda a Criação, mas não é, nem pode ser, um regresso à Unidade do “Somos Todos Um” pois reflecte a unidade e integração/fusão individual e específica de todas as partes do Ser na Divina Presença Eu Sou. 

Dos media, temos falado sobre como há duplicidade de critérios na escolha de temas, o enfoque a certas regiões em detrimento de outras. Andou tudo delirante com a questão da Palestina-Israel enquanto os extremistas do ISIL avançavam até aos Montes Golã! E que é feito dos militares da ONU sitiados e os outros raptados?... fala-se das cheias no Paquistão porque a devastação é tal que não dava para fechar os olhos… Isto apenas para dizer que tem de destilar muito bem tudo o que chega pelos canais informativos que aquela herança atlante de busca da conformidade e do panus et circenses /pão e circo para o povo dos romanos ainda está bem patente em pleno século XXI.
No mundo do caos há uma boa notícia de temos a tempos para a matrix se manter com a ilusão de esperança. Destacamos como em Moçambique chegou-se a acordo de tréguas e assinou-se tratado de paz entre os principais partidos que se degladiavam em guerra civil mais ou menos encapotada há décadas com um retornar ao passado nos últimos anos. E como se encontrou tratamento pioneiro para uma das variantes da leucemia infantil. Além da hipnose e das mensagens subliminares, há realidades de expansão e criatividade, de arte e beleza, de ciência e inovação, de cura e equilíbrio por mais coartadas e sensíveis às pressões externas, às crises e interesses mesquinhos.


Do coração arquetípico da Mãe Divina parte luz fractal amorosa que acalenta todos a perseverarem no caminho do meio, no caminho da paz e da conciliação. Do Pai Cósmico parte chama ardente que reverbera e relembra a Presença interna e a Pureza da essência. A luz vem para todos. Mas como Adamus referiu recentemente por vezes há aspectos por integrar, assuntos por resolver, resistências, dores, traumas, que são as camadas mais visíveis do humano e quando chega essa luz vai embater primeiro nesses aspectos e dar-lhes visibilidade em vez de iluminar os potenciais mais elevados do Ser. O convite à depuração de tudo o que é velha energia em nós faz-se exactamente para trazer essa clareza que permite ter o Coração Resplandecente (lembram-se dessa reflexão do Mês?).
Ser um vaso cristal pelo e radiante, ter o cálice do Graal em nós.

Os Melquisedeque respiram a luz divina e partilham-na com todos os humanos, sendo aqueles que despertam para a Luz da sua Essência naturalmente abençoados pelo seu apoio incondicional em conjunto com muitos anjos e seres de Luz para que haja sempre essa luz no fundo do túnel que mantém viva a esperança na passagem e na criação da Nova Terra. Consagrando continuamente a Luz na Luz renovam-se e recriam-se os códigos geradores de vida e da nova vida. As partículas diamantinas, como as mais puras da criação, surgem de novo no planeta com frequência e presença mais visível e intensa como nunca antes nas últimas décadas, nos últimos anos, nos últimos dias. Tudo vem recordar-te do Deus em Ti.


Tens reparado? Nos teus sonhos? Naquele je ne sais quoi que parece durar um micro-segundo ao despertar. No sopro no ouvido?… ;) no canto da Alma?…
Pois digo-te que o trabalho no mundo dos sonhos está intenso como nunca antes. Tu, que escolheste o despertar para o Eu Sou, estás a rever experiências, a destilar sabedoria, a viver o perdão e auto-perdão, a aceitação na compaixão, o dom da liberdade da Alma, os atributos da tua multidimensionalidade, tudo o que é preciso para a integração da tua multiplicidade de aspectos desta existência e mais além… Se estás a escolher usar todo este manancial de energia disponível para a depuração do teu Ser, estás mesmo a viver afincadamente essa oportunidade onírica de encerrar assuntos pendentes, ondas psíquicas de limitação e conformidade do passado inconsciente e subconsciente. Se ainda não escolheste usar esse manancial, porque não fazê-lo agora se sentires que é apropriado para ti? Fá-lo simples e directamente, sem rodeios, com clareza. Sem condições. Isso é medo e apego o que vai gerar que algo que vai acontecer de qualquer modo ou venha bem lentamente ou num embrulho de confusão, espicaçado pelas resistências e aspectos boicotadores. Vá lá! Sem desculpas!
Tudo respira e exala vida e luz cristalina quando te permites receber o dom da Alma.
E começas a percepcionar essa geometria sagrada cristalina que perpassa a Criação.


Onde há matéria, há geometria.

Este mês no mundo Shaumbra falou-se de grutas cristalinas e de abundância. Por isso escolhemos uma imagem das grutas de Naica no México como exemplo de realidades que estão bem mais perto da nossa realidade do que se poderia pensar, embora Adamus tenha dito que essas grutas (do Illuminated Free World Bank) não seriam encontráveis na fisicalidade nesta fase. Quem gosta de sentir e apreciar a Natureza sempre encontra esse brilho do quartzo, da mica, dos minerais em cada pedra, em cada rochedo. Quem conhece os princípios da geometria sagrada[1], reconhece a simplicidade e grandiosidade da linguagem sagrada comum de tudo o que existe desde a gota de água à erva do campo.

Vais ser o vaso cristal, translúcido e puro do Mestre em Ti ou o monte de lama peganhosa e emaranhado de pensamento e emoções do anjo sombrio adormecido com laivos de vampirizador mais que não seja pelo hábito de viver às custas da energia dos outros? Imagens fortes, né? Mas próximas da realidade…

Setembro vem com o lembrete da Nova Terra. Quanto queres, qual a percentagem a expressar na tua realidade?
Setembro é mês do Equinócio e de mais um ciclo de potenciais.


Sinceramente espero que não deixes para o próximo ciclo o que podes resolver neste, essa onda de procrastinação e adiamentos que muitos têm feito à conta da ilusão de ser mais aceite pelos outros *;(?! A sério? Tal não vai acontecer. Eles sabem, eles sentem que há algo em ti que é diferente mesmo que não o consigo pôr numa etiqueta ou numa palavra e quanto mais tentas ser como eles mais esquisito ficas (hahahaha) e mais dás nas vistas. Hellooo!?!... Farão de ti gato sapato e a tua vida baça mais baça ficará. Vive a tua verdade, na calma do silêncio da tua respiração consciente, e verás como será bem mais fácil a tua interacção com os outros pois quem irradia paz tem resposta pacífica…

Também será um mês (estendendo-se por Outubro) de fenómenos de toda a espécie, pessoais e colectivos. Está de olhos e ouvidos bem abertos para ver e escutar, para sentir e observar tudo o que se passar. Muita regeneração e reconfiguração física e dos planos mais densos. Muita integração do Corpo de Luz. Muitos sinais – alguns nada subtis, cheira-me – dessa Nova Terra de 5ª dimensão.

Nós queremos preparar-nos para as transformações e dádivas de fins de Setembro e do mês Outubro sintonizando os nossos potenciais mais elevados.
E tu estás pronto/a?

 Eu Sou
Patrícia Almeida
              a sonhar e a cristalinar por aí
Aurea
Dos reinos cristalinos
                e na Estrela da Vida Estrela da Aurora        
                        
Rhodochrosite with Pyrite and Quartz, from Montana - Joe Budd photography



[1] Não conheces? Podes vir fazer o workshop da Rede Cristalina connosco!



Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites www.aureasoulbreath.com e www.osilenciodamontanha.com



quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Das grutas e de uma vida em Ahmyo


"A gruta em que temes entrar guarda o tesouro que buscas"
Joseph Campbell


Interessante neste mês em que tanto se falou de grutas cristalinas no mundo Shaumbra... pois para aceder a esse manancial cristalino será necessário transcender as antigas prisões, medos, bloqueios, muitas crenças do passado, muitos hábitos, muitas desculpas... para uma vida em Ahmyo.

Para quem não assistiu à Abundance Clinic de Adamus Saint-Germain está disponível gratuitamente em Vídeo (até Novembro) em Inglês e Espanhol aqui.

Na Awakening Zone está disponível em audio e para download aqui

Haverá uma tradução da transcrição para português e tenho-a aguardado para postar sobre o tema, mas aqui ficam as indicações disponíveis.

Aproveitem!


quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Agosto Mês do Fogo


Agosto
2014
Mês do Fogo
Caos, Explosão e Implosão

Graça, Infusão e transmutação

Benvindo seja Agosto e a Luz da Graça que o acompanham.

Tu torces o nariz mas digo-te que há algo belo a manifestar-se para lá da guerra, da ira, da loucura, do desvario geral.

Do caos nasce a ordem. Na Nova Era de Consciência (p.f. não confundir com New Age), A ordem será de liberdade e como tal terá flexibilidade, múltiplas expressões e talvez aos olhos da velha ordem continue a parecer caos.

No calendário maia, 25 de Julho é o dia fora do tempo, o ano lunar a terminar no dia 24, e a 26 de Julho inicia-se o novo ciclo, o novo ano. Em 2014, para variar, coincidiu com um ciclo de energias bem intensas e uma série de conjunturas e conjunções astrológicas. Marte a brincar com escorpião (até 13 de Setembro) e a lua, etc e tal. Estamos também numa fase de três super lua cheias (outra já no dia 10, a seguinte em Setembro) a potenciar tudo o que andar por aqui. Além de explosões solares de grande magnitude conjugando-se co a chuva de meteoritos de Perseides… E teremos o Portal de Leão do 8-8 ao 15-16 de Agosto em infusão de energia cósmica em novas oitavas de luz.

O fim de Julho, princípio de Agosto, trouxe o crivo a uma velocidade alucinante: o velho, o podre, o ódio, o fanatismo, a apatia, a hipnose foram sacudidos, estão e continuarão a ser sacudidos para que fique tudo às claras. Daí, quando se vê a gangrena que há na Terra, na vida, no coração de tantos é que vem a grande questão: o que se escolhe perante a doença, perante a morte, perante a falta de compaixão? É interessante estar como observadora, pois vê-se a vacuidade das palavras (de “lutar pela paz”) e actos (terrível o que se passa na Palestina, mas nem quero saber do que se passa – ainda – na Síria ou no Iraque, ou na Ucrânia, etc), as acendalhas dos media a atiçar fogos vãos aproveitando a energia do momento, direcionando a atenção para aqui e para ali conforme dá jeito aos seus patrões e aos interesses que eles representam.

Nos meios espiritualizados há diferentes vivências e abordagens ao caos. Uns sabem que as guerras humanas nada têm a ver com o Espírito e alheiam-se do exterior na sua interiorização compassiva. Outros tornam-se militantes em nome da paz, tornam-se justiceiros da “luz”, por vezes caindo na bipolarização que alimenta o perpetuar dos conflitos. Outros pregam belas palavras e citações mil pelas redes sociais, mas entram na consciência de massas e tomam a energia bélica como sendo sua entrando em guerrilha com os seus aspectos, com as pessoas á sua volta. Outros sabem que compaixão é honrar e amar a todos indistintamente, que o factor Deus é sereno e eterno, atemporal e não linear, que todos virão à “Casa do Pai” quando assim o quiserem, em 2, em 2 mil ou em 20 milhões de anos, todos os filhos são amados nas suas brincadeiras terrestres e temporais.


Isto leva-nos às dinâmicas de energia. Quem sente que não tem energia, ou que esta não lhe chega, vai procurá-la no exterior e assim vai ter de a tirar a outrem, que por sua vez vai ter de a procurar para si também ou ficar num estado tal de esvaziamento que fica subserviente e escravo. A base dos desequilíbrios energéticos é muito, muito antiga e vem desse desequilíbrio do feminino e masculino. É o princípio do arquétipo de vítima-abusador que vão alternando de posição e eternizando o jogo. Nestes últimos dias, observei como as pessoas não têm noção – e aqui falo de pessoas espiritualizadas, despertas ou em despertar de consciência e que têm assim grande influência energética sobre o envolvente, mesmo!, – de como o identificarem-se com um lado da questão, quando o fazem fora do Ponto de Presença e de Compaixão, vai estar a alimentar o jogo e os desequilíbrios pois dá energia motriz para continuar… Verdade. Se estás em Compaixão, estás fora do jogo. Senão estás a dar a energia dos teus pensamentos, das tuas emoções, da tua ânsia de fim! E se vêm de um lugar de revolta, de incompreensão, de terror pelas atrocidades como vão estar a sintonizar com paz e harmonia, amor e perdão? Just saying…

O Fogo de que falamos para Agosto não é dos incêndios de época de Verão, embora tantos incêndios nos últimos anos tenham sido acção de transmutação de energias bem antigas, tão enraizadas na matéria que só o fogo as alquimizou. Este fogo é algo que brota do Centro do Ser, do coração puro e simples. Hummm. Talvez respirar fundo seja uma boa opção nesta fase, para sentir e ir mais longe na percepção deste potencial.

O Fogo de Agosto vem para revirar e transmutar, alquimizar as energias que estão a ser libertadas pois, embora tudo pareça apontar para um pendor de negatividade geral, há esse mundo novo nascente e emergente onde o signo ígneo, do divino na acepção real da palavra, será o tom e o dom a plasmar. E também confesso que até eu vi tudo bem vazio de vida e até pensei que isto da Nova Terra ía ser mesmo um clube restrito, vulgo não visível a todos por muito tempo, para mim exemplificado na história da CPLP, ex suposta Comunidade de Países de Língua Portuguesa agora vendida aos interesses mais densos, à energia mais longe da Fonte que percepcionei nos últimos tempos… jogo de angel-alien energy ao máximo[1]. Nem entremos por aí. Uns dias volvidos e já estou mais optimista ;) Respiremos fundo para continuar.

O Arquétipo do Sagrado Feminino tem vindo a ser acarinhado, nutrido, pacificado por muitos (mais uma vez não estou a falar de consciência de massas apesar de se estar a alastrar benignamente :-D). Fala-se da Mãe Terra, de Pacha Mama, de Gaia, da Deusa, de Ísis, de Mãe Maria, de Ama, de Maria Madalena, de Anciãs, de Shakti, de Kwan Yin. Fala-se da mulher e do fim dos abusos, da violência, da violação, da descriminação, fala-se de paridade e igualdade, de especificidades e qualidades. É hora de dar atenção ao Arquétipo do Sagrado Masculino Adão/Hórus/Krisna/etc pois um não terá equilíbrio sem o outro. Se Ísis delegou em Adão (visão de Tobias)[2] o fardo que parecia não conseguir suportar sozinha, sobrecarregou-o duplamente. Ísis está a “curar-se” e sabe que é hora de Adão se reencontrar pois na tormenta acabou por também se perder. Assim, Yeshua tem agora a seu lado Maria Madalena, não está só e ambos estão em pé de igualdade, na percepção agora mais generalizada. O amor é amor próprio que pode ser irradiado e partilhado em liberdade.  “Ama o teu próximo como a ti mesmo” finalmente pode ser apreendido na sua totalidade pois saiu-se da programação de ser para o outro que só permitia ouvir e ver a primeira parte da frase como se a segunda fosse pecado capital.

Amor e soberania. Compaixão e auto-suficiência energética.


Ontem à noite, reflectindo como terminar este texto, surgiu-me este sentimento bem claramente: e se, e se, o tempo dos milagres estivesse aí mesmo a chegar?...

Pois este fogo transmutador de Agosto não é mero elemento da natureza. É Fogo Cósmico[3]. É Centro, é Coração, é Divino, é Essência, É Deus Pai-Mãe. Ah!

Sirius A     

imagem Nasa - Orion


Agosto é mês de signo Leão – fogo, trazendo equilíbrio à transmutação em curso no aspecto água (com Vénus a inspirar até 12 de Agosto) – Caranguejo de Julho. Amen!!! A constelação de Sírius está mais brilhante que nunca por esta altura irradiando esse fractal da trindade arquetípica, do Logos Cósmico, trazendo a lembrança do eu multidimensional expandido, do factor Lar-Centro-Essência, a lembrança estelar, galáctica, cósmica. Daí falar na Graça que vem em Agosto, essa dádiva de estabilidade, de harmonia, de amor, de abundância, ahmyo. Ooommm…

Agostinho da Silva falava da era vindoura do Espírito Santo (dá direito a trocadilhos e risos com a história do grande banco em falência cá por Portugal)[4] e onde tudo seria diferente, seria regida pelo amor e justiça, equilíbrio e harmonia. A Nova Terra. Kryon fala dessa energia benevolente que está a chegar ao planeta e tudo toca e transfigura sempre para um ponto de cura e plenitude. Adamus fala de Mestres da Nova Energia, seres despertos, soberanos, criadores e criativos, multidimensionais e viajantes do tempo. Iluminação e ascensão. A era do Eu Sou o que Eu Sou. Do Eu Sou Deus também.

O humano desperto e integrado assume a sua divindade. Sim, desculpa, mas centelha divina aqui pareceria pôr-nos mais pequeninos e humildes não era? Assim assume os seus aspectos de Deus Pai-Mãe-Filho, a plenitude de todos os seus potenciais, de todos os seus dons, vive na Graça da respiração criadora dessa Essência geradora e compassiva, pontifical e sagrada. Ahmyo.

O humano desperto e integrado, na sua ascensão e iluminação, respira e expressa a sua paixão interna, espelha, reverbera o fogo interior que vem do centro do Ser que transfigura e transcende humano e divino em fusão. Khaiko e Kharisma. Paixão de Ser, Paixão de Viver, Fogo atractor, Sol interior, radiância.
A aceitação e integração plena de todas as partes do Ser.

Isso inclui vivências bem longínquas não só na perspectiva de tempo mas também na perspectiva de espaço. Os sonhos (durante o sono) estão a começar a mudar e a trazer memórias aparentemente absurdas de quase ficção científica: viagens no espaço, tempos antigos e irreais, corpos semi-humanos, corpos semi-animais, naves, pirâmides, voos, ondas gigantes, flutuando, mergulhando e vivendo nos mares, guerras mas também muita paz e muita luz, lugares belíssimos e cristalinos, experiências de extâse e integração  que ao acordar nos deixa estar algo ofuscados por uns instantes.

Nova Terra? Sim, ela está aí. Devagar, devagarinho, libertando-se do velho e moldando-se em algo novo. Lagos no deserto da Tunísia? :) no país onde começou a Primavera árabe em 2011? Ao fim de três anos dá esperança… Oceanos no interior da Terra? Novos fundos mineralógicos descobertos? Sonhos de um planeta em paz, em que as pessoas têm direito à vida, à liberdade, à água, a uma alimentação saudável não manipulada, à educação, à cultura, à felicidade? Sim, parece que esses sonhos estão por aí como nunca antes trazidos no espelho da guerra, da destruição, dos vírus e da doença…


O que fazer em Agosto?

O portal 8:8 é já amanhã. Abre-te a receber. Abre-te a receber tudo o que a tua Alma, a tua Essência tiver para ti. Abre-te a receber tudo o que criaste nas outras dimensões, tudo o que experimentaste e ensaiaste no reino dos sonhos e trá-lo para a esta realidade. Não mais separação. Abre-te a receber para lá das expectativas e dos desejos da mente, pois a tua mente não consegue conceber como são as dádivas do Espírito e vai formular limites e barreiras bem humanos que fazem de filtro à imensidão do que podes receber.

Passa os olhos nos artigos citados de Jim Self (nota 2) e reflecte como está a energia feminina e masculina em ti.

Observa como está a tua postura em relação a estas questões da paz e, se participares em alguma das muitas iniciativas de oração ou meditação pela paz, lembra-te que tu tens - Já – um impacto muito maior do que a maioria das pessoas e que o que estiver no teu campo energético será o que emanas, ou seja, se não te sentires pacificada/o e fora de julgamento, talvez seja melhor dedicar esse tempo na tua própria pacificação e dádiva de amor. Quando estiveres em equilíbrio a tua radiância é de equilíbrio. Se tens ressonância com o jogo de vítima-abusador, estarás alimentar um e outro lado da equação… Se gostas de drama, se precisas de energia de drama - mesmo como espectador/a apenas dizes tu -, estás nesse jogo… Ooops!

Isto leva-nos ao factor vibração. Quanto mais elevada for a tua frequência energética, mais amplitude e impacto tens no teu envolvente e na tua vida. Neste momento de transformação electromagnética acelerada, neste momento de transformação do espectro emocional e mental individual e colectivo como nunca antes, a tua presença consciente na tua respiração sagrada, no teu Agora, numa frequência expandida e aberta, simples, livre, compassiva, permitirão que recebas essa Graça da irradiação cósmica da tua Essência em novas oitavas de luz, só para ti.

Factor liberdade: observa as tuas dependências e carências (familiares, afectivas, económicas, energéticas, saúde,…) e observa assim como ainda andam por aí os cordões umbilicais e grilhões, muitos deles bem inconscientes. O mestre é livre. Livre de distracções, de desculpas. Livre de contratos, votos e decretos… de apegos… à imagem/ideia de Deus e do Divino, da espiritualidade, da identidade, dos mundos angelicais…[5] Livre de salvadores pois é soberano, livre de fórmulas fáceis pois é criador e assume as suas responsabilidades pela sua energia e radiância, pelo que produz e tem na sua realidade. Para receberes as dádivas de Agosto tens de estar na tua liberdade… mais e mais…

Procura ter prazer nas mais pequenas e insignificantes tarefas e experiências do dia a dia. Aproveita a beleza do Verão para saborear essa simplicidade e grandeza de ser um humano integrado neste planeta.   

Permite o elemento água de purificação na tua vida, seja ingerindo muita água, seja banhando-te nos rios, nos mares e na tua banheira ;)

Permite o elemento fogo da alquimia de consciência e da infusão de Fogo Cósmico na tua vida para a transfiguração! Chamejando e purificando. Purificando todo e qualquer resíduo, todo e qualquer resquício do velho em ti. E aqui sugiro também a chama cristal de Saint-Germain já apresentada em 2011[6] e agora nos shouds mais recentes, a par de Khaiko e a chama da paixão …. (ver de Julho de 2014). Essa chama fria de serenidade e paz, limpidez e paixão pura…

Permite que esta energia em equilíbrio traga força, vontade, focus a unir à criatividade, suavidade, gestação. Masculino e feminino em equilíbrio numa nova era, num novo paradigma.

Permite-te amar-te tanto que não haja feeding nem vírus que te pegue!

E se o tempo dos milagres estiver mesmo aí a chegar?

Apanhas o comboio da Graça ;) (e não, não é em Lisboa) ou manténs-te na estação das ilusões (e desilusões)? Queres mesmo, mesmo, mesmo ou só um bocadinho mais de bem-estar e dinheiro, e amor, e facilidades, e etc e tal?... Let it go! Tal como a música do Frozen[7]. Deixa ir! Desapega-te! Simplifica! De uma vez por todas!
Mudança traz transformação, implica transformação. A mudança assemelha-se ao caos muitas vezes. Mas a Fénix renasce das cinzas e renascer não é voltar ao passado. O velho implode sobre si mesmo para permitir a real explosão de vida e nova energia. Deixar ir a velha identidade do eu humano para receber essa infusão do eu divino para renascer nessa fusão em algo novo e belo…



Respira fundo.
Pelo menos mantém-te nessa respiração em Agosto. Mantém-te no teu corpo, bem presente na tua respiração. Raízes de alicerces e não raízes de apegos. Fluxo solar de inspiração e transmutação em vez de saturação e estagnação.

Respira fundo na chama trina no teu coração.
Sê fogo. Sê fogo que arde e não se vê.
Amor.

Namaste
Eu Sou
Patrícia Almeida
Nos reinos cristalinos
e na Estrela da Vida Estrela da Aurora
2014.08.07

[1] Assim este mês de Julho senti necessidade de voltar a disponibilizar sessão de transmutação profunda de ressonâncias com frequências que pudessem sintonizar com energia reptiliana de controle mental, feeding de formas-pensamento negativadas e susceptíveis de manter em baixa frequência, dependências, etc. Liberdade!
[2] Cf. Journey of the Angels (livro em inglês), Sexual Energy School e a Ferida de ìsis (este em português) – www.crimsoncircle.com; ver também os artigos de Jim Self na Shaumbra Magazine sobre a energia feminina e masculina – traduzido em www.novasenergias.net/circulocarmesim
[3] Sobre o Fogo Cósmico há inúmeros tratados. Destacamos o trabalho de Alice Bailey com mestre Djwal Khul na linhagem da teosofia de Madame Blavatsky (qualquer pesquisa do Google apresenta traduções disponíveis) como várias conferências de André Louro de Almeida, igualmente encontráveis na net que trarão uma imensidão de detalhes. 
[4] Esta semana sonhei com o Jardim Gonçalves e o BCP em busca de novos advogados – hoje veio a notícia de acções em queda acelerada… hummm…
[5] Vê o último Shoud  de 2 de Agosto de 2014 Kharisma – www.crimsoncircle.com
[7] Aqui a versão oficial: http://www.youtube.com/watch?v=kHue-HaXXzg e aqui uma bem especial https://www.youtube.com/watch?v=DAJYk1jOhzk  

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Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites www.aureasoulbreath.com e www.osilenciodamontanha.com


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