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quarta-feira, 29 de abril de 2015

Dias intensos - versão fins de Abril de 2015

É certo que tudo acelerou estes últimos dias.
Dia 22 de Abril, dia da terra, e o vulcão Calbuco no Chile entra em erupção num impulso de cor e movimento que se espalhou em fotografias e vídeos pelas redes sociais.
A 25 de Abril, pelas 7:11h (GMT), regista-se o sismo de 7,8 no Nepal.



Coincidências?
De modo algum. nesta fase é já bem sabido como a kundalini do planeta se transferiu do Tibete / Himalaias para a América Latina / cordilheira andina. Foi como uma oficialização em grande estilo: chegada ao Chile e o adeus dos Himalaias.
Gaia reveste-se no sei corpo de luz de novas vestes, de nova energia. A kundalini é energia vital, é o movimento criador em acção e expressão, é a energia do arquétipo da Mãe colocando em acção o plano do Pai. Tudo decorre em paralelo, divinamente desenhado em sincronia: a Terra e Humano em despertar de Consciência, em metamorfose e integração do Corpo de Luz.
E o sol a ajudar:



Eu senti toda a semana um desafio no Ponto de Presença, de estar totalmente no Agora, no corpo de Consciência, como se houvesse  - e havia - um desligamento de parte de mim. Sábado, acordei com uma estranha sensação de ainda deitada estar a girar e a espiralar a alta velocidade ou algo parecido como cair algures no meio do furacão; logo vim a saber que acordei na hora do terramoto. Respirei fundo, respirei as minhas raízes e pareceu-me que tudo teria a ver com as energias do dia, sabendo que haveria um evento importante à tarde e que estávamos num dia simbólico e pleno de energia em portugal na realidade 3D e bem mais além - o dia da Liberdade. O evento da tarde, foi "Tu e os Mestres na era de Consciência", onde se abordaram todas estas dinâmicas e as diferentes leituras multidimensionais possíveis e o espiralar, que direi agora, espiralar merkábico de consciência, era tal que tocámos uma multiplicidade de dimensões  e registos  associados a esta abertura,  conscientes que algo bem expandido e multilayer se está a manifestar.

Assim, preparemo-nos para Maio.
Que vem com a lua cheia!...

Talvez o mais apropriado, como diz Adamus, seja relaxar e procurar saborear a viagem... o mais fora da consciência de massas possível. Uma respiração de cada vez, permitindo Ser Alma um pouco mais de cada vez...


Do último shoud
vídeo
http://crimsoncircle.com/Library/40/210/481/video/CH150404_Karisma_Shoud_08_English.mp4
transcrição
http://www.novasenergias.net/circulocarmesim/textos/kharisma8.html



sexta-feira, 6 de março de 2015

Reflexão do Mês de Março: Activação - Sincronicidades






Março
2015
Mês da Activação
Sincronicidades
Clareza e Demência 
Harmonia e Confronto


Março promete ser um mês bem especial. O sol voltou neste canto ocidental da Europa e a natureza desperta a norte do Equador para a Primavera, as árvores já com rebentos e flores a despontar, a chuva a deixar os campos verdejantes. Em Espanha houve recentemente cheias, nos Balcãs também, a par de tempestades de vento e neve; no leste ainda impera o frio invernal. Claro que, do outro lado do Atlântico, as tempestades de neve alcançam recordes nunca antes vistos e em locais onde não seria tão natural, caso do Texas, enquanto tempestades de granizo cobrem as praias da Califórnia interrompendo as práticas de surf ;).

Março promete ser um mês especial. Os últimos dias de Fevereiro e o 1º domingo do mês trouxeram uma onda de clareza e limpidez energética e a lua cheia está já aí para espelhar luz e mais luz. Sexta-feira dia 27 vinha a conduzir e senti uma daquelas ondas de abertura do cardíaco, uma infusão de luz e amor e tive de respirar bem fundo e agarrar o volante pois tudo pareceu girar a grande velocidade; o mesmo novamente ao chegar a casa, com aquela certeza de algo belo a expressar-se. Tal vai acontecer de ora em diante cada vez com mais frequência. E vai tocar não apenas as pessoas despertas e em despertar, mas toda a humanidade, com impactos diferentes por certo. De um certo ponto de vista é uma activação da Chama Trina no cardíaco, i.e., dos potenciais amorosos e benevolentes da integração no Eu Sou. Aliás suspeito que muitos até confundirão os sintomas e pensarão estar a ter uma falha cardíaca, uma arritmia, um ataque cardíaco ou similar. A distinção é que esta infusão energética é seguida de bem-estar, de uma paz imensa pela abertura a essa frequência de amor que brota do Centro do Ser. Assim, convém – se te suceder – parar, respirar fundo e confiar que tudo vai bem antes de entrar em “parafuso”, e até criar problemas onde eles não existem, somatizando os medos. E, note-se que se a pessoa está com níveis equilibrados de amor-próprio porque há-de o coração entrar em choque?
Quer isto dizer que, de Março em diante, o dito chakra cardíaco está em abertura e expansão crescente para a luz emanada do Centro do Ser e em movimento por todo o cosmos, desde o sol, da lua, do planeta, de Gaia a respirar.

Há então ondas gigantescas de luz a perpassar o planeta. Há uma série de alinhamentos astrológicos, uma verdadeira dança de espelhos dos astros e planetas, que apontam para pontos de viragem e mudança no plano individual e colectivo. Por mais que as pessoas se esforcem por voltar à zona de conforto nada fica como dantes. Já deves estar a reparar.
Adamus no Shoud de Fevereiro fez uma declaração radical, a qual, no entanto, já vinha a ser anunciada: este é o ano de irradiar a tua Luz, ser quem realmente És, ou tudo começará a ficar bem, bem difícil, gerará acumulação e com isso potencial de doença e vontade de partir[1]. Ilumina-te ou parte…

Brooke Shaden Photography

Há algo que está a construir-se: a tua integração e a realização da iluminação. Desde 1987, com a Convergência Harmónica, as redes electromagnética e gravitacional de sustentação do planeta alteraram-se e a rede cristalina emergiu. Em Novembro de 2011, o portal de Consciência Crística abriu-se para, em 2012, se iniciar a Era da Consciência Eu Sou. Têm sido reconfigurações atrás de reconfigurações e um dos ciclos de ajustes termina por este mês. O eclipse solar, que coincide com o Equinócio, apresenta-se como gatilho de uma fase de abertura e expansão do novo paradigma, de estabilização em novas harmónicas de luz para todos aqueles que estão conscientes das transformações energéticas e conscienciais em curso, de novo chamamento às massas dormentes.

Nesta fase já sabemos que um eclipse é gatilho de grande magnitude e com superlua cheia mais ainda. Mexe com as marés, mexe com as placas tectónicas, mexe com os focos vulcanológicos, mexe com a fauna e flora, mexe com a psique e todo o campo electromagnético, a par do bombardeamento de energia solar nas crescentes e sucessivas ejecções de massa coronal, ventos solares e afins. A Consciência de Gaia sintoniza-se com o sol e a lua numa respiração sincronizada para a activação do seu Corpo de Luz. Os humanos que estão em sintonia experienciam como que um upgrade no seu próprio corpo de luz, a dádiva amorosa a reverberar por todas as células e fibras do seu Ser, os potenciais de criatividade, de satisfação integral mais disponíveis e tangíveis[2]. Todos os demais vão na onda para onde o seu foco de atenção estiver e, para muitos, está visto que a sua atenção está no que vai mal, no desequilíbrio, na doença, na escassez, na sobrevivência seguindo os instintos mais básicos, no jogo vítima-abusador levado ao extremo.
O eclipse abre assim uma nova fase que vai desenvolver-se por toda a Primavera. Haverá do melhor da Criação, haverá do mais desequilibrado da Criação. O que se inicia agora em Março prosseguirá em Abril e Maio e mais uma vez o potencial de manifestação de toda a espécie de fenómenos e situações mais ou menos caóticas…

Tudo a seu tempo e no Tempo certo?
O tempo é o elemento agregador desta realidade tridimensional e, se a 3D está a desagregar-se, tal tem muito a ver com o factor tempo. Sobre a metafísica do tempo nesta nova energia, já se pronunciaram Jim Self do Mastering Alchemy, Adamus do Círculo Carmesim, o TimeKeeper do Grupo entre outros, que podes procurar para aprofundar o teu entendimento e sentir do tema (de mencionar que o jornal público ao celebrar o 25º aniversário dedicou a edição ao Tempo no âmbito do ano da Luz, com artigos interessantes na perspectivação científica actual).
Noutras dimensões o tempo não existe. Na 5D e mais para lá da 6D ou na 7D a manifestação criativa é instantânea, não é necessário esperar para haver desenrolar evolutivo como numa realidade de tempo linear, onde na “lentidão” da sua manifestação o tempo se desdobra em passado, presente e futuro. Nos últimos anos, o véu separador entre as dimensões é cada vez mais leve e as realidades paralelas tocam-se, os reinos astrais, do umbral ao alto astral, estão mesmo aqui a ensombrar como a iluminar os aspectos ressonantes nesta realidade física (vê também a Reflexão do Mês de Julho de 2012, Mês da Gratidão – Mês do desvelar de Maya - Além do Tempo).
 Donnadieu Rémy Photographer

O presente é o momento da Criação.
A percepção de energias mal resolvidas de experiências do passado (repara que estou a evitar sintonizar a questão de traumas do passado, pois tal é na essência uma questão de percepção) está a vir ao encontro de cada um para que escolhas sejam feitas: prosseguir em identificação com o passado e, na maior parte das vezes, com uma postura de vítima ou energia de culpa/ vergonha/ revolta/ etc ou escolher a liberdade do presente, assumindo as responsabilidades e o novo sentir consciente. A flutuação entre realidades e diferentes linhas de tempo é também um dos factores de influência no ressurgir de tendências, de formas-pensamento, de filosofias que já pareciam enterradas há muito. Tal pode parecer interessante se, o que te revela do passado são potenciais de experiências que na altura não te apercebeste ou se, finalmente, consegues sentir paz ou indiferença em relação a determinado assunto. A questão é estes fluxos e influxos do passado estarem a despertar nas massas registos kármicos gigantescos, contratos passadistas com energias bem densas na dualidade do extremo luz-sombras alimentados por jogos de poder que se têm perpetuado por milénios. Na prática, tudo está a vir ao de cima para que se tome consciência, para que haja consciência a iluminar toda a dor e sofrimento, o ódio e intolerância, a desumanidade e degeneração deles decorrentes, hoje como há séculos e séculos.

Mencionar estes assuntos faz sentido para te apelar a que te posiciones no presente e, assim, te libertes da pressão da (in)consciência de massas. Nesta fase já sabes que estar totalmente no presente tem o seu quê de desafio: estar alerta, consciente da energia de sedução dessa matrix de insconsciência via os média e um bombardear constante de mensagens subliminares de marketing e afins, a força dessas ondas ressonantes com o passado no filme, na telenovela ou série, no livro ou ebook que estás a ler (tipo a história daquela Idade Média mítica que parece tão romântica mas que remete para uma realidade de esperança de vida bem curta, por entre a violência das guerras, fomes e pestes constantes, onde mulheres e crianças não tinham direitos alguns, onde o “outro” -  tudo o que fosse diferente – era ostracizado, condenado á morte e suplícios terríveis desde o outro com diferente fé religiosa, diferentes sonhos, diferentes tendências sexuais, diferente percepção ou intuição do mundo, diferente sintonizar com os poderes instituídos e por aí fora), a força ressonante da notícia de um massacre de cristãos que apelam para a tuas raízes religiosas, daquele país que está a posicionar-se novamente como ameaça histórica e faz renascer os medos das movimentações geopolíticas… Uf!... mas já não estamos na Idade Média, já não estamos na era romana em que todos acorriam à Península Itálica (já reparaste nos milhares de refugiados que chegam a Itália todos os dias? antigamente iam nos exércitos e nos barcos de escravos, agora buscam liberdade e vida!), a Rússia já não é a União Soviética, os alemães já não são nazis por mais que uns outros os tentem identificar assim!
Medos, intolerâncias, racismo, sexismo, abusos, etc – tudo isso tem de ser resolvido para a integração do Corpo de Luz e da integração na Nova Terra. E está a acontecer: lentamente, mas está. Para já até tem seguido tudo sem muitas disrupções e sem muitos cataclismos. O nível de consciência no planeta assim o possibilita, lá nos 26% de Adamus[3], e quanto mais irradiares a Luz da tua Presença, o Amor do Centro do teu Ser, mais tal é possível.

Parece que andam todos meio perturbados e que não conseguem sair dessa onda de perturbação?
Agora tal é bem evidente. Há questões emocionais, psíquicas, mentais, espirituais básicas que foram ficando por resolver, acumuladas ano após ano, no desgaste da luta diária ou da procrastinação, que foram atiradas para um canto ou mascaradas com palavras e teorias bonitas, um sorriso, um comprimido, seja o que for… agora com toda esta energia que circula pelo planeta, essas formas-pensamento, esses elementais são abanados, revirados, iluminados para que o humano tome consciência. Essas ondas de energia cinza e negra não estão mais confinadas a uma realidade, a uma dimensão e clamam por resolução. Mas a maior parte da população está bem adormecida, nem sabem que um Despertar está em curso nem imaginam sequer o conceito de Consciência e até de puro Espírito, quanto mais da centelha divina em si. Então esses elementais estão como que em choque, o fluir natural das ondas emocionais e mentais é perturbado, por vezes até quebrado, e as pessoas apresentam reacções aparente e inesperadamente estranhas – para quem não sabe o que se passa – da apatia à frustração, da violência ao delírio, perante a realidade por vezes mais básica e simples do seu quotidiano, como perante questões essenciais da convivência e existência humana numa mistura explosiva e mortífera em conjunção com o vírus de consciência ligado à energia sexual. Da desumanidade do extremismo islâmico à violência doméstica na visão mais caseira, tudo deturpações de falta de amor, honra, dignidade, compaixão.  Revolta, frustração, violência. Boçalidade, demência, populismo e extremismo.

Qual a proposta para Março?
Uma respiração de compaixão.
Honra tudo o que és. Ama-te. E relaxa na tua viagem de percepção da tua ascensão e iluminação. Why not? … permite-te receber as bênçãos que estão já aqui para ti.  A sério! Não fiques apenas na leitura de um texto simpático, porque não viver de facto essa activação dos potenciais mais elevados, dos códigos de luz? Basta uma escolha. E firmeza[4] na escolha ;)
Permite-te viver no Agora e estar em plena sintonia com todas as partes do teu ser, ser o maestro na integração dos teus aspectos desde aqueles que brotam de um passado longínquo e sentem o chamamento da Essência para essa fusão, até aqueles que vais criando nesta tua existência, cada vez mais consciente. É no Agora que te abres às sincronicidades, a ter tudo o que precisas no momento, tal qual dádivas caídas do nada…
Permite-te despertar e activar o teu ADN sagrado, permite-te renascer para o Corpo de Luz.
Uma respiração de cada vez…
E assim o turbilhão exterior não entrará no teu espaço interior e poderás discernir melhor o que te pertence e o que é (in)consciência das massas.
Irradia a tua luz e permite-te que o sonho seja real.
Deixa o teu coração ser o amor e verás o anjo em ti, abrindo as tuas asas de ascensão.

Christian Schloe Digital Artwork


N – alguns lembrar-se-ão de umas sessões bem especiais há anos atrás a respirar o Cristal Esmeralda nascente em África. ;) É um belo exemplo de uma criação sonhada que prossegue ainda a sua evolução. Se te sintonizares poderás sentir como cresce, se solidifica e expande. Nós fizemo-lo e estamos a fazê-lo noutras realidades paralelas bem activamente. Há sinais que está aí, há sinais que a Nova Terra, os reinos cristalinos, as realidades paralelas, as outras dimensões tocam e perpassam a nossa vida quotidiana (dependendo claro da frequência em que nos alinhamos energeticamente), mesmo que não venha no jornal – ainda. Uns duvidarão sempre, dirão que é o ego e até uma alienação :-), que os sinais são outras coisas quaisquer, outros ainda arranjarão uma explicação o mais racional possível pois não conseguem equacionar a hipótese de algo etérico assim poder ser real. A verdade é cada um que a pode equacionar, sentir e validar. Eu só posso convidar-te a sentir e a experimentar tocar essas realidades de luz, de diferentes manifestações energéticas, de cor e som mesmo aqui tão perto…

Eu Sou
Patrícia Almeida
& Cª
Na Estrela da Vida Estrela da Aurora
e nos reinos cristalinos

2015.03.06



[1] Shoud de Fevereiro de 2015 da Série do Kharisma – www.crimsoncircle.com/library ou www.novasenergias.net/circulocarmesim 
[2] A propósito de eclipses e de aberturas no cardíaco, espreita no blog o texto da Reflexão de Junho de 2012 Mês de Vénus, Mês do Amor, ou de Abril de 2014, mês da liberdade ou de Maio de 2014 Mês da Luz.
[3] Referência ao texto do Mês de Fevereiro de 2015

[4] O supracitado Shoud de Fevereiro de 2015.




Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites www.aureasoulbreath.com e www.osilenciodamontanha.com

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Fenómenos de Setembro... Tempestade solar magnificada




A Nasa divulgou imagens de conjunto de explosões solares simultâneas  ontem numa tempestade que anuncia tempos intensos na Terra ;) é fascinante de ver como a toda a volta do sol há essas explosões maciças de massa coronal!


Ver rubrica da Euronews aqui

Ver space weather aqui


Eu senti como algo bem interessante o facto da primeira imagem da tempestade solar tenha forma de um coração em erupção... Nova Energia em direcção da Terra com o chamamento para essa energia de centro... para que nada fique como antes. Assim esperamos que haja posteriormente bastante sismos - e já é visível um incremento significativo nas ultimas duas semanas, mesmo em Portugal e ilhas, não apenas nos Açores e arredores - e esperam-se auroras visíveis como nunca antes também. 

Foto http://www.solarham.net/

Para o corpo é bem intenso mas para mente mais ainda: varrendo a velha energia e agitando os esquemas, ou seja, desconforto, cansaço, perturbações no sono, irritação latente, a par de inspiração e criatividade, sentido de realização e plenitude dependendo do trabalho interior de cada um nos últimos tempos. A sério... quem anda a procrastinar, a adiar tudo para última vai sentir-se varrido por um tufão, embora talvez só o perceba/sinta daqui a quinze dias.

E tu, andas a adiar aquela respiração, aquele instante só para ti para pôr a casa em ordem?
Vais permitir sintonizar esse mundo cristal e diamantino em infusão planetária ou vais continuar na senda das ilusões?...
Porque não uma vida em Ahmyo? Graça...amor e compaixão, harmonia e plenitude...

Lembra-te das raízes para tua estabilidade e flexibilidade, em simultâneo.

Lembra-te que és mais do que a tua percepção apreende, que és um Ser multidimensional.

Permite-te ser soberano e viver a tua mestria. Once and for all!

Cuida-te

Fica bem


Eu Sou 
Patrícia


PS - prontos para o Equinócio?

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Parar o ciclo da "ferida de Mãe"




 Segue um artigo sobre a ferida de Ísis e do arquétipo do sagrado feminino aqui na focado na relação Mães-Filhas e no perpetuar de questões geracionais, programações ancestrais quase em automático... Agora é uma escolha sair desse ciclo e cortar o SEV (sexual energy virus), o feeding e jogos de energia na família...

A Nova Terra já terá a energia equilibrada no que toca à ferida de Ísis e Adam. porque não criá-la já aqui e agora?

Temos botão do Translator no lado direito abaixo das imagens do blogue. 

 

Why it’s Crucial for Women to Heal the Mother Wound

What many people do not realize is that the core issue at the center of women’s empowerment is the mother wound.
ElizabethBauman
Difficulty and challenges between mothers and daughters are rampant and widespread but not openly spoken about. The taboo about speaking about the pain of the mother wound is what keeps it in place and keeps it hidden in shadow, festering and out of view.
What exactly is the mother wound?
The mother wound is the pain of being a woman passed down through generations of women in patriarchal cultures. And it includes the dysfunctional coping mechanisms that are used to process that pain.
The mother wound includes the pain of:
  • Comparison: not feeling good enough
  • Shame: consistent background sense that there is something wrong with you
  • Attenuation: Feeling you must remain small in order to be loved
  • Persistent sense of guilt for wanting more than you currently have
The mother wound can manifest as:
  • Not being your full self  because you don’t want to threaten others
  • Having a high tolerance for poor treatment from others
  • Emotional care-taking
  • Feeling competitive with other women
  • Self-sabotage
  • Conditions such as eating disorders, depression and addictions
untitled by fatma gultekin
In our patriarchal, male-dominated culture women are conditioned to think of themselves as “less-than” and not deserving or worthy. This feeling of “less-than” has been internalized and passed down through countless generations of women.
The cultural atmosphere of female oppression puts daughters in a “double bind.”
Simply put, if a daughter internalizes her mother’s unconscious beliefs (which is some subtle form of “I’m not good enough”) then she has her mother’s approval but has in some way betrayed herself and her potential.
However, if she doesn’t internalize her mother’s unconscious beliefs in her own limitations but rather affirms her own power and potential, she is aware that her mother may unconsciously see this as a personal rejection.
The daughter doesn’t want to risk losing her mother’s love and approval,  so internalizing these limiting, unconscious beliefs is a form of loyalty and emotional survival for the daughter.
It may feel dangerous for a woman to actualize her full potential because it may mean risking some form of rejection by her mother.
Mother and daughter USA 1956  Photo- Leonard Freed
This is because the daughter may unconsciously sense that her full empowerment may trigger the mother’s sadness or rage at having had to give up parts of herself in her own life. Her compassion for her mother, a desire to please her, and a fear of conflict may cause her to convince herself that it’s safer to shrink and remain small.
A common objection to facing the mother wound is to “Let the past be in the past.” However, we never truly “escape” or bury the past. It lives in the present as the obstacles and challenges that we face every day. If we avoid dealing with the pain associated with one of THE most primary and foundational relationships in our lives, we are missing a pivotal opportunity to discover the truth of who we are and to authentically and joyfully live that truth.
Stereotypes that perpetuate the mother wound:
  • “Look at everything your mother did for you!” (from other people)
  • “My mother sacrificed so much for me. I would be so selfish to do what she could not do. I don’t want to make her feel bad.”
  • “I owe loyalty to my mother no matter what. If I upset her, she will think I don’t value her.”
The daughter may experience fears about fulfilling her potential because she may fear leaving her mother behind. She may fear her mother feeling threatened by her dreams or ambitions. She may fear uncomfortable feelings from her mother such as envy or anger. All of this is usually very unconscious and not openly acknowledged or talked about.
We all have sensed the pain that our mothers carry. And all of us are suspicious to some degree that we are partly to blame for her pain. Therein lies the guilt. This makes sense when considering the limited cognitive development of a child, which sees itself as the cause of all things. If we don’t address this unconscious belief as an adult, we may still be walking around with it and greatly limiting ourselves as a result.
The truth is that no child can save her mother.
No sacrifice a daughter makes  will ever be enough to compensate for the high price her mother may have had to pay or for the losses she has accrued over the years, simply by being a woman and mother in this culture. And yet, this is what many women do for their mothers very early on in childhood: they unconsciously make a decision to not abandon or betray their mothers by becoming “too successful,” “too smart” or “too adventurous.” This decision is made out of love, loyalty and a true need for approval and emotional support from the mother.
Many of us confuse being loyal to our mothers with being loyal to their wounds, and thus, complicit in our own oppression. 
kellie hatcher
These dynamics are very unconscious and they operate on a continuum. Even the most healthy, supportive mother/daughter relationships may have this dynamic to some degree by virtue of simply being women in this society. And for daughters who have mothers with serious issues (addictions, mental illness, etc.) the impact is can be very damaging and insidious.
Mothers must take responsibility and grieve their losses. 
Being a mother in our society is unspeakably difficult. I’ve heard many women say “No one ever tells you how hard it is” and “Nothing prepares you for when you get home with the baby and realize what is being asked of you.” Our culture, especially the U.S., is very hard on mothers, offering little support and many are raising children alone.
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 Our society’s unspoken messages to mothers: 
  • If motherhood is difficult then it’s your own fault.
  • Shame on you if you’re not super-human.
  • There are “natural mothers” for whom motherhood is easy. If you are not one of these, there is something deeply wrong with you.
  • You’re supposed to be capable of handling it all with ease: having well-behaved children, being sexually attractive, having a successful career, and a solid marriage.
For mothers who have indeed sacrificed so much to have children in our culture, it can truly feel like a rejection when your child surpasses or exceeds the dreams you thought possible for yourself. There may be a sense of feeling owed, entitled to or needing to be validated by your children, which can be a very subtle but powerful manipulation. This dynamic can cause the next generation of daughters to keep themselves small so that their mothers can continue to feel validated and affirmed in their identity as a mother, an identity that many have sacrificed so much for, but received so little support and recognition for in return.
Mothers may unconsciously project deep rage towards their children in subtle ways. However, the rage really isn’t towards the children. The rage is towards the patriarchal society that requires women to sacrifice and utterly deplete themselves in order to mother a child.
And for a child who needs her mother, sacrificing herself in an effort to somehow ease her mother’s pain is often a subconscious decision made very early in life and not discovered as the cause of underlying issues until much later when she is an adult.
The mother wound exists because there is not a safe place for mothers to process their rage about the sacrifices that society has demanded of them. And because daughters still unconsciously fear rejection for choosing not to make those same sacrifices as previous generations.
In our society, there is no safe place for a mother to vent her rage. And so often it comes out unconsciously to one’s children. A daughter is a very potent target for a mother’s rage because the daughter has not yet had to give up her personhood for motherhood. The young daughter may remind the mother of her un-lived potential. And if the daughter feels worthy enough to reject some of the patriarchal mandates that the mother has had to swallow, then she can easily trigger that underground rage for the mother.
Matt Wisniewski
Of course every mother wants what is best for her daughter, without question. However, if a mother has not dealt with her own pain or come to terms with the sacrifices she has had to make, than her support for her daughter may be laced with traces of messages that subtly instill shame, guilt or obligation. They can seep out in the most benign situations, usually in some form of criticism or some form of bringing praise back to the mother. It’s not usually the content of the statement, but rather the energy with which it is conveyed that can carry hidden resentment.
The way for a mother to prevent directing her rage to her daughter and passing down the mother wound, is for the mother to fully grieve and mourn her own losses. And to make sure that she is not relying on her daughter as her main source of emotional support.
Mothers must mourn what they had to give up, what they wanted but will never have, what their children can never give them and the injustice of their situation. However, as unjust and unfair as it is, it is not the responsibility of the daughter to make amends for the mother’s losses or to feel obligated to sacrifice herself in the same ways. For mothers, It takes tremendous strength and integrity to do this. And mothers need support in this process.
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Mothers liberate their daughters when they consciously process their own pain without making it their daughter’s problem. In this way, mothers free their daughters to pursue their dreams without guilt, shame or a sense of obligation.
When mothers unwittingly cause their daughters to feel responsible for their losses and to share in their pain, it creates a dysfunctional enmeshment, reinforcing the daughter’s view that she is not worthy of her dreams.  And this supports a daughter’s view that her mother’s pain must somehow be her fault. This can cripple her in so many ways.
For daughters growing up in a patriarchal culture, there is a sense of having to choose between being empowered and being loved.
Darian Blake
Most daughters choose to be loved instead of empowered because there is an ominous sense that being fully actualized and empowered may cause a grave loss of love from important people in their lives, specifically their mothers. So women stay small and un-fulfilled, unwittingly passing the mother wound to the next generation.
As a woman, there is a vague but powerful sense that your empowerment will injure your relationships. And women are taught to value relationships over everything else. We cling to the crumbs of our relationships, while our souls may be deeply longing for the fulfillment of our potential. But the truth is that our relationships alone can never adequately substitute for the hunger to live our lives fully.
The power dynamic at the center of the mother/daughter relationship is a taboo subject and the core issue at the center of the mother wound.  
Much of this goes underground because of the many taboos and stereotypes about motherhood in this culture:
  • Mothers are always nurturing and loving
  • Mothers should never feel angry or resentful towards their daughters
  • Mothers and daughters are supposed to be best friends
The stereotype of “All mothers should be loving all the time” strips women of their full humanity. Because women are not given permission to be full human beings, society feels justified in not providing full respect, support and resources to mothers.
The truth is that mothers are human beings and all mothers having un-loving moments. And it’s true that there are mothers who are simply un-loving most of the time, whether because of addiction, mental illness or other struggles. Until we are willing to face these uncomfortable realities the mother wound will be in shadow and continue to be passed through the generations.
We all have patriarchy in us to some degree. We’ve had to ingest it to survive in this culture. When we’re ready to confront it fully in ourselves, we also confront it in others, including our mothers. This can be one of the most heart-wrenching of all situations we must face. But unless we are willing to go there, to address the mother wound, we are paying a very high price for the illusion of peace and empowerment.
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What is the cost of not healing the mother wound?
The cost of not healing the mother wound is living your life indefinitely with:
  • A vague, persistent sense that “There’s something wrong with me”
  • Never actualizing your potential out of fear of failure or disapproval
  • Having weak boundaries and an unclear sense of who you are
  • Not feeling worthy or capable of creating what you truly desire
  • Not feeling safe enough to take up space and voice your truth
  • Arranging your life around “not rocking the boat”
  • Self-sabotage when you get close to a breakthrough
  • Unconsciously waiting for mother’s permission or approval before claiming your own life.
What’s the relationship between the mother wound and the divine feminine?
There’s a lot of talk these days about ‘embodying the divine feminine’ and being an ‘awakened woman.’ But the reality is that we cannot be a strong container of the power of the divine feminine if we have not yet addressed the places within us where we have felt banished and in exile from the Feminine.
Let’s face it: Our first enounter with the Goddess was with our mothers. Until we have the courage to break the taboo and face the pain we have experienced in relation to our mothers, the divine feminine is another form of a fairy tale, a fantasy of rescue by a mother who is not coming. This keeps us in spiritual immaturity. We have to separate the human mother from the archetype in order to be true carriers of this energy. We have to de-construct the faulty structures within us before we can truly build new structures to hold it. Until we do this we remain stuck in a kind of limbo where our empowerment is short-lived and the only explanation for our predicament that seems to make sense is to blame ourselves.
If we avoid acknowledging the full impact of our mother’s pain on our lives, we still remain to some degree, children.
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Coming into full empowerment requires looking at our relationship with our mothers and having the courage to separate out our own individual beliefs, values, thoughts from hers. It requires feeling the grief of having to witness the pain our mothers endured and processing our own legitimate pain that we endured as a result. This is so challenging but it is the beginning of real freedom.
Once we feel the pain it can be transformed and it will cease creating obstacles in our lives.
So what happens when women heal the mother wound?
iza & mary by gosia janik
As we heal the mother wound, the power dynamic is increasingly resolved because women are no longer asking one another to stay small to ease their own pain. The pain of living in patriarchy ceases to be taboo. We don’t have to pretend and hide behind false masks that hide our pain under a facade of effortlessly holding it together. The pain can then be seen as legitimate, embraced, processed and integrated and ultimately transformed into wisdom and power.
Once women increasingly process the pain of the mother wound, we can create safe places for women to express the truth of their pain and receive much needed support. Mothers and daughters can communicate with one another without fear that the truth of their feelings will break their relationship. The pain no longer needs to go underground and into shadow, where it manifests as manipulation, competition and self-hatred. Our pain can be grieved fully so that it can then turn into love, a love that manifests as fierce support of one another and deep self-acceptance, freeing us to be boldly authentic, creative and truly fulfilled.
Via Mariana Suemi Hamaguchi
When we heal the mother wound, we begin to grasp the stunning degree of impact a mother’s well-being has on the life of her child, especially in early childhood when the child and mother are still a single unit. Our mothers form the very basis of who we become: our beliefs start out as her beliefs, our habits start out as her habits. Some of this is so unconscious and fundamental, it is barely perceptible.
The mother wound is ultimately not about your mother. It’s about embracing yourself and your gifts without shame.
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We address the mother wound because it is a critical part of self-actualization and saying YES to being the powerful and potent women that we are being called to become. Healing the mother wound is ultimately about acknowledging and honoring the foundation our mothers provided for our lives so that we can then fully focus on creating the unique lives that we authentically desire and know we are capable of creating.
Benefits of healing the mother wound:
  • Being more fluent and skilled in handling your emotions. Seeing them as a source of wisdom and information.
  • Having healthy boundaries that support the actualization of your highest and best self
  • Developing a solid “inner mother” that provides unconditional love, support and comfort to your younger parts.
  • Knowing yourself as competent. Feeling that anything is possible, open to miracles and all good things
  • Being in constant contact with your inner goodness and your ability to bring it into everything you do
  • Deep compassion for yourself and other people
  • Not taking yourself too seriously. No longer needing external validation to feel OK. Not needing to prove yourself to others.
  • Trusting life to bring you what you need
  • Feeling safe in your own skin and a freedom to be yourself.
  • So much more…
As we engage in this healing process, we slowly remove the thick fog of projection that keeps us stuck and can more clearly see, appreciate and love ourselves. We no longer carry the burden of our mother’s pain and keep ourselves small as a result.
We can confidently emerge into our own lives, with the energy and vitality to create what we desire without shame or guilt, but with passion, power, joy, confidence, and love.

When The Rain Comes In Silence by Burçin Esin
For every human being, the very first wound of the heart was at the site of the mother, the feminine. And through the process of healing that wound, our hearts graduate from a compromised state of defensiveness and fear to a whole new level of love and power, which connects us to the divine heart of Life itself. We are from then on connected to the archetypal, collective heart that lives in all beings, and are carriers and transmitters of true compassion and love that the world needs right now. In this way, the mother wound is actually an opportunity and an initiation into the divine feminine. This is why it’s so crucial for women to heal the mother wound: Your personal healing and re-connection to the heart of life, by way of the feminine, affects the whole and supports our collective evolution.

© Bethany Webster 2013


FONTE: http://womboflight.com/2014/01/18/why-its-crucial-for-women-to-heal-the-mother-wound/

sábado, 2 de novembro de 2013

Reflexão de Novembro - Mês do Lótus





Novembro
     Mês do lótus   
     Transmutação
     Percepção
     Pureza
Cara leitora, caro leitor, benvindos! Sobreviveste a um mês intenso, de desconstrução, de renovação acelerada! Este mês faremos a reflexão em duas partes para simplificar a exposição de tudo o que queremos partilhar. Convidamos-te a uma respiração profunda que abra a tua percepção interdimensional para esta energia, para esta consciência.

Parte 1
Há uma série de pontos que gostava de abordar por serem vitais na compreensão do Despertar de Consciência.

1 – Cura
A maior parte das pessoas vem para o munda das energias, da auto-ajuda, das terapias alternativas e complementares, dos misticismos e esoterismos, em busca da cura, seja cura física de algum mal-estar, de doença súbita, seja de cura de estado depressivo, cura da alma num anseio de algo diferente. Sucede que a maior parte anseia por aliviar da sua condição e tem ideias predefinidas bastante fortes sobre o que é a dita cura. O desejo de alívio da dor emocional, física, psíquica é mais do que legítimo, mas nesta área das energias, da auto-ajuda, das terapias alternativas e complementares, dos misticismos e esoterismos pode oferecer-se alívio, não obstante a situação do momento é sempre vista (se estamos a falar de pessoas honestas) como o resultado de algo muito mais complexo, longe da visão de acidente, fatalidade, ocorrência pontual, como o reflexo da somatização - fisicamente ou não - de aspectos multidimensionais que buscam resolução e integração.
A cura acaba por ser muitas vezes um moinho de vento, uma quimera, pois falar-se-á mais de equilíbrio interno que se reflecte em corpo, mente e espírito e que esse equilíbrio advém de uma transfiguração para uma nova postura e diferente modo de viver. Alguém que vá a uma consulta a um curso e espere ficar milagrosamente curado num dia está numa experiência de ilusão; podem ocorrer alterações significativas e miraculosas desse ponto de vista mas a sua continuidade e permanência advêm do empenho e vontade de integrar efectivamente o processo de transformação. Então passamos de algo paliativo para uma viagem de cura que pode demorar meses, anos e até nunca ocorrer aos olhos daqueles que considerem o aspecto exterior e usem parâmetros de “normalidade” e “sucesso” para fazer uma avaliação…
Não avançarei muito mais neste ponto, apenas registando que a “cura” vem do encontro com a Alma e essa entrega a algo que transcende o aspecto humano e é essa entrega que muitos resistem assumir plenamente, seja conscientemente ou não. Para lá disso a cura fica numa busca de reparações e arranjos daquilo que os nossos juízos de valor – ou pior os juízos de valor dos outros – dizem que está errado e a funcionar mal… enquanto no final é tudo uma percepção de consciência e muita falta de amor e compaixão...
Eu sou uma eterna optimista ao acreditar nessa bela escolha de uma vida plena, rica de significado ao enveredar pela descoberta do Eu Sou, o ponto onde são possíveis os milagres, o renascer, o rejuvenescer. É assim que conheço já muitas pessoas que estão rejuvenescidas fisicamente, o caso mais recente foi um Shaumbra que parece ter passado da casa dos 40 e muitos para a dos 20 e tais… e é um entre muitos que reviraram e viram reviradas as suas vidas e fizeram o que era preciso para assumirem o seu despertar, muitos que encontraram essa paz interior, essa abundância de vida. Tal espelha toda a pacificação interior, um longo despertar com muitas mudanças, depurações, … mas a propósito disso:

2 – A Escuridão do Despertar
Ao contrário do que muitos veiculam e acreditam, o Despertar de Consciência não é uma sucessão de momentos de êxtase, de ver figuras de branco e estrelinhas em redor da cabeça das pessoas, aparições de anjos e afins, embora tal possa acontecer ;). O Despertar é duro, com muitas lágrimas, momentos de vazio e dúvida, momentos de desespero. O Despertar é o chamamento da Alma e ele começa a ocorrer sem que muitas vezes demos por isso, só nos apercebendo quando um evento, quando algo nos leva a dar um passo para sair do rotineiro conforto e aí fazemos a nossa escolha de ir mais além.
O instante do Despertar coloca em movimento toda uma série de dinâmicas de purificação e - consoante o estado de estagnação ou paragem enraizada em que nos encontremos, consoante a nossa vontade de abraçar uma mudança - vai ser simples ou complexo. Passará por trazer ao de cima todas as sombras, por vezes de rompante, por vezes faseadamente, o que resulta em desorientação, em desligar das rotinas e estruturas sociais, familiares, afectivas, em possível depressão, em perdas repentinas, questões de saúde a aflorar, problemas no trabalho, uma catadupa de circunstâncias em que parece que tudo vai desabar, etc, etc. O Novo Testamento refere isso mesmo: a semente tem de morrer para dar fruto e florir. Para viver essa fusão com a Alma, para viver no Corpo de Luz, tem de haver a alquimia da luz e das sombras, de um modo ou outro cada um terá de olhar para o passado e fazer as suas escolhas, terá de passar pela fase do perdão, da aceitação, do deslumbre, do deserto, da perda, da dádiva, da morte, do renascer. Eu costumo falar da minha vida velha e da minha vida nova, onde houve saltos rápidos com muitos avanços e aparentes recuos, mas a perseverança interna de que o caminho da liberdade seria sempre pelo reencontro com o Espírito, a tomada de Consciência sobre mim, sobre os outros, sobre a realidade, sobre o planeta, sobre energia, sobre Deus. Kuthumi disse que no caminho da ascensão perdeu tudo[1] e eu acrescento para ganhar tudo, pois passado o deserto e aquilo que sentimos como grandes provações dão lugar a um balsamo e a uma satisfação interna antes desconhecida, a todo um reposicionamento na vida que faz tudo valer a pena… e muitos passam por uma multiplicidade de dificuldades, que vão desde o emprego e desemprego, a fluidez económica, que vão da saúde ao equilíbrio emocional-mental-psíquico, que vão da crítica e intolerância de familiares, amigos, a separações nos circuitos sociais, que vão do questionamento interno a um vazio solitário antes que a luz desponte no horizonte…
Assim se pode falar de escuridão do Despertar. Principalmente se o estamos a fazer sozinhos, sem apoios, sem ninguém que aponte qualquer tipo de solução apropriada, que não seja uma leitura da cartilha geral, pois na maior parte dos casos (e até em todos os casos) a dor não é física por mais que o pareça, a extrema sensibilidade não é desequilíbrio mental, doença não é castigo nem acaso, perda de emprego, de amigos, de cônjuges não é o fim, é a oportunidade para uma mudança de qualidade, falta de motivação é o desconectar com as antigas âncoras e apegos, etc, etc. Claro que o universo e a Alma têm o seu próprio equilíbrio e se “tiram” de um lado, estão a oferecer soluções logo em simultâneo, sendo a programação bem enraizada de negativizar tudo o que sai da normalidade a impedir que muitas vezes haja percepção dessa solução e a iniciar toda uma engrenagem de vitimização e “normal” fatalidade… mas a maior parte das pessoas tem histórias de sincronicidades surpreendentes para contar, de pessoas que lhes aparecem do ada com a resposta ou sugestão necessitada, de livros, programas na tv, filmes que mostram algo diferente, …

3 – Metamorfose
Mudança é o ponto crucial em que emperra o Despertar. É na absorção de mudanças que vemos o ritmo e a simplicidade do despertar. Usemos a imagem do transplante de uma árvore: vais mudar a árvore para um jardim mais fértil, onde tem mais sol e espaço para crescer, e começas a escavar em redor e até vai tudo muito bem até ao momento em que encontras as raízes mais fortes, qua até talvez já se emaranhem noutras raízes de outras árvores, que furam muros dos vizinhos, que até estão tão fundas que as tuas ferramentas não chegam lá… O despertar é assim: sentes o chamamento e começas a ler, a ir a cursos, sonhas com algo novo, finalmente vais ter a paz, a abundância, vais ter dons extrassensoriais extraordinários! Mas começam a surgir problemas vindos do nada, a família começa a rir-se das tuas novas ideias, tu até sabes o que é bom para ti mas começas a adiar, tens vontade de voltar a ser “normal”, estás cansado de enfrentar tudo e todos, vem o medo de não ser bem sucedido, a falta de auto-estima, a dúvida dilacerante do merecimento, noites sem dormir, canseira de sentir tudo o que se passa no mundo, de sentir as dores da senhora da papelaria, de sentir presenças inexplicáveis lá por casa, ruídos fora de horas… zás! Resistências e aspectos boicotadores a saltitar por todo o lado, desculpas cheias de boas razões para te deixares estar. Mudança na gaveta da mesinha de cabeceira aguardando melhores dias. Mas… mas parece que tudo fica pior ainda: até houve um instante em que quase se podia dizer que tudo estava mais estável e melhorzinho mas logo a confusão regressa e talvez uma invocação aos anjos e guias seja apropriada ;) talvez seja hora de fazer algo outra vez…
A questão torna-se: ir no ritmo dos aspectos sombreados ou escolher o próprio ritmo? Determinar a hora da mudança ou ir mudando no sobreviver às circunstâncias? Ficar à espera que a Alma/os Anjos /os Extraterrestres se lembrem que é o teu momento de mudança – pura ilusão - ou criar as condições para que a Alma se possa expressar?

4 – Confiança
Há quem já sonhe comigo a dizer “Confia!” :) e quem me conhece sabe que para mim é ponto-chave: ou confias ou não confias!
Confiar em quem? em ti mesma/o, que estás no caminho certo, que tudo vai bem do ponto de vista interdimensional, que estás em fusão com a alma, que tens todo o apoio da tua equipa pessoal de seres de Luz, que tens todos os recursos energéticos no planeta e mais além à espera do teu clique interior. A dúvida vai surgir uma e outra vez e é fundamental ter clareza sobre o que é realmente importante para ti. Confiar torna-se um desafio quando vamos no turbilhão e os nossos pontos de referência estão a ser questionados e desmontados: Deus, a religião, a história, a política, as grandes figuras… nada parece ser o que nos ensinaram – o que é a verdade? Então confia em ti e autoriza-te a descobrir e a sentir a visão da verdade da tua Alma, da tua Essência. Aquele que já teve fé, aquele que tem fé conseguirá dar o voto de confiança mais facilmente. O interessante é verificar que muitos que se proclamaram pessoas de fé, depois não acreditam e não confiam no transcendente, no invisível, no não provado, remetendo a fé para um encontro dominical e sem expressão na vida diária (?!!) ou advogando que a fé é algo que só produz frutos para uns que são escolhidos sabe-se lá porquê e por quem. É também interessante verificar que é muito, muito mais fácil dizer que se confia nos outros do que em nós mesmos, o que nos leva às questão do amor-próprio... Hummmm… lembrando que o despertar é a viagem do amor-próprio.

5 – Bem Supremo
O Eu Humano tem uma tendência natural para querer tudo à sua maneira, à sua medida.  Diz que confia e acredita mas - tem sempre um mas – desde que seja pela saúde, pela estabilidade no emprego, pela paz conjugal etc e tal. Bem Supremo é confiar que todas as energias estão aí para nos servir, que o que chega é o mais apropriado para nós. Sem manipulação, sem controle, sem cláusulas. E então estamos a falar de algo distinto de orar, pedir para este ou aquele fim, ter a intenção disto e daquilo, pois estamos a falar de confiar que estamos em alinhamento com a Alma, Eu Superior como preferirem chamar, e que virá o melhor para nós.
No Shoud de Julho de 2013, Adamus convidou os Shaumbra a assumir que tudo o que ocorre na vida de cada um é para a sua iluminação, seja o que for. Um ponto de confiança. O mesmo que se fala desde os primórdios da espiritualidade com o conceito de bem supremo. Confiar que há uma parte de nós – nada alheio a nós, mas essa parte sábia e equilibrada - que tem uma perspectiva plena e completa de tudo e do todo, o que permite orientar cada respiração para essa experiência. Porque não confiar que tudo é para o Bem Supremo e para a nossa Iluminação? Claro que aí se entrega essa necessidade de sempre controlar, querer tudo “normal” e segundo a cartilha social, e tudo passa a estar revestido de significado, não uma fatalidade, mas um passo nessa fusão de humano e divino.
E essa fusão sim é que pode ser uma escolha consciente: estás pronta/o? Escolhe o teu ritmo, quem queres a participar, quando estás pronta/o para ir além do passado, quanto te autorizas a receber e a percepcionar, … Mantemos este ponto resumido, no entanto escolher facilitar a viagem tomando consciência de como a Alma melhor se pode expressar talvez facilite e simplifique… Clareza… E nos entretantos cuida de ti, das tuas necessidades humanas, aquelas que só tu - humano – podes atender, pois és tu que estás aqui em corpo físico.

6 – Compaixão
É o amor verdadeiro, sem condições, sem restrições, em aceitação plena, em honra absoluta pela experiência do outro, reconhecendo a sua centelha divina. Muitos misturam Compaixão com a Paixão de Cristo e a palavra faz-lhes muita confusão ao lembrar a quaresma, panos roxos, sofrimento e morte :) pois esquecem logo que sexta-feira santa vem anunciar o dia de Páscoa da Ressurreição (velhas programações). Muitos entendem as palavras que se dizem sobre compaixão mas não entendem essa energia e o estado de consciência que implica.
A compaixão é a marca do iluminado (daí a confusão com a história de Jesus pois ele foi espelho de compaixão), do buda, o amor absoluto por tudo e todos, sem juízos de valor, sem exigências, sem pendências, respeito e compreensão. A fase New Age vulgarizou a expressão “Namaste”, de tal forma que muitos a usam sem compreender o seu significado: o buda que há em mim reconhece o buda que há em ti e juntos vamos promover o amor e a paz na versão tradicional, a Alma/Luz/o eu divino em mim reconhece a Alma/Luz/o eu divino em ti e nesta respiração espelharemos a Essência radiante em nós.
Em compaixão não olhas para o outro como vítima, não olhas como culpado, não olhas como incapaz, não olhas como desprotegido… Deixas-te estar nesse ponto de não-julgamento, em serenidade e amor. Assim absténs-te de ir no redemoinho emocional, na catadupa de etiquetar isto e aquilo, concentras-te no que é essencial e filtras o http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=385749262849931190#editor/target=post;postID=4237374112725725861supérfluo. Está no Ponto de Presença, no Agora, estás a respirar e em movimento observador-criador e não reactor-distractor.


[1] www.crimsoncircle.com  – Shoud 6 Outubro de 2007 (em português - www.novasenergias.net/circulocarmesim - série do Salto Quântico)





Torres del Paine





Parte 2

Novembro chega no dia em que o cometa Ison passou perto da órbita terrestre e com mais uma explosão solar, algo que se verificou sucessivamente durante todo o mês de Outubro com crescente intensidade. Na passada quinta-feira, 31 de Outubro, Adamus levou os Shaumbra no Dreamwalk de Halloween pelas esferas próximas da Terra, pelos reinos cristalinos e depois pelos reinos astrais mais densos e umbralinos. Esta fase de Halloween, dia de Todos os Santos e dia de Finados, combinada com consciência de humanos em despertar e com todo este movimentar energético astrológico, astronómico e cósmico está a permitir uma onda de clareza por essas dimensões mais densas em torno da Terra e onde temos ainda tantos aspectos, onde ainda temos tantas ressonâncias. Que vai mexer emocionalmente? Vai. E na psique? Mais ainda. Mas toda a integração será mais fluída e tona-se possível essa transmutação de formas-pensamento tão básicas de negativismo, abuso, violência, feeding de toda a espécie…
Domingo 3 de Novembro, é dia de eclipse solar apenas parcialmente visível neste canto do globo e se o sol aparecer por trás das nuvens. Este eclipse coincide com a lua nova e, por um lado, marca o ponto intermédio entre o equinócio de Outono e o solstício de Inverno, por outro lado surge quinze dias depois do eclipse lunar de 18 de Outubro. É um eclipse em Escorpião, no mês 11 do calendário, signo da expansão de consciência rumo à mestria pelo equilíbrio na dualidade através transmutação alquímica das sombras, marcando esta fase intensa e expansiva no que concerne ao elevar da consciência e da frequência vibracional individual e planetária. Em 7 de Novembro Júpiter passa a estar retrógrado e a 10 Mercúrio deixa de estar retrógrado numa movimentação de aceleração, um empurrão para o fim do velho em mais uma camada, um destapar das trincheiras das resistências da energia mais desequilibrada em todos os planos. Ai, ai, ai!
De 1 a 11 de Novembro, o portal 11:11 abre o seu caminho para uma infusão de novos códigos de luz a par dessa transmutação e reciclagem gigantesca de tudo o que está a ser libertado da psique e da matéria. O eclipse vem expor as sombras do inconsciente colectivo e a agitação, podridão, corrupção, camuflagem geral serão facilmente percetíveis nos mais diversos planos. O 11:11 traz a proposta de resolução e possibilita que não haja pontos de trauma ao manter a energia em movimento; ao trazer nesses códigos de luz uma nova fase de assimilação do corpo de luz desde as esferas superiores da alma e ao trazer apoio multidimensional, proporciona esse contrabalançar para o torvelinho emocional e mental, socioeconómico e político-financeiro em eclosão. Por sua vez o meio do mês traz nova infusão com a lua cheia no dia 17 a coincidir com a chuva de meteoritos das Leónidas… entretanto a terra já voltou a tremer no Chile e toda a cordilheira andina, bem como por todo o Pacífico…


Chamamos a Novembro de 2013 mês do Lótus, pois esta flor é associada muitas vezes ao signo de escorpião pela sua capacidade de nascer nas águas lodosas e surgir com beleza refinada das suas muitas pétalas, simbolizando como o mundo espiritual sempre ultrapassa as dificuldades do mundo material, a pureza do corpo e da alma, a perfeição e multiplicidade dos dons da alma. Na realidade é o que a humanidade está a passar: através do mar revolto de velharias algo novo está a nascer, a parte mais bela e pura, essa energia do coração, essa compaixão, de que a flor de mil pétalas é símbolo.
Respira fundo connosco e sente essa energia do coração, a leveza e força paradoxal desse pulsar amoroso, sente este mês essa ligação que se abre à superfície – tal como a flor de lótus – dos templos de luz da Patagónia, do Monte Branco na Suíça) e do Monte Kosciuszko (na Austrália), entrelaçadas com as pirâmides do Kailash e de Sedona que vimos no mês passado, tocando também a Table Mountain na Cidade do Cabo.
Estas são as pétalas da expansão de consciência em Novembro, combinadas com muitas outras mais subtis e de outras fragrâncias.
Autoriza-te a viajar nos sonhos e em consciência até esses templos de Luz e a banhar-te na água purificadora que emanam.
Autoriza-te a ser amor, simplicidade, compaixão…
Autoriza-te a transmutares o passado e tudo o que for velho em ti e a aproveitar tudo o que esta malha cósmica tem para ti, para o teu bem supremo, para a tua iluminação.
Autoriza-te a ser essa clareza da flor de lótus, essa beleza divina.
Autoriza-te a aceitar-te…

Lembra-te que na respiração consciente estás sempre no sítio certo à hora certa, que estás segura/o e protegida/o, porque o estás a escolher.
Lembra-te que a respiração consciente oferece serenidade, percepção, deixa chegar as soluções criativas, a gnost.
Lembra-te que tens todo o apoio e todos os recursos sempre que te autorizas recebê-los, sempre que te abres às dádivas da alma, em pura entrega e confiança.
Sê amor e compaixão, sê veículo de purificação e transmutação interna.
Sê.


Eu Sou
 Patrícia

Aurea & Cª
Na Estrela da Vida Estrela da Aurora
2013.11.02


Podes divulgar este texto desde que mantenhas a referência ao autor ©Patrícia Almeida, ao blog estreladavida.estreladaaurora.blogspot.com e sites www.aureasoulbreath.com e www.osilenciodamontanha.com