quinta-feira, 19 de julho de 2018

Parece-me bem voltar e registar esta "descoberta"

Lembras-te que em 2012 já tinham encontrado planeta com núcleo de diamantes? aqui


Mais vale tarde do que nunca - núcleo cristalino da Terra
«Há toneladas de diamantes escondidos no interior da Terra, enterrados a mais de 160.000 metros abaixo da superfície, apurou um estudo científico realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em parceria com várias Universidades dos EUA, do Reino Unido, da França, da Austrália e da China.
(...)
entre 1 a 2 por cento das “rochas cratónicas” do manto da Terra são feitas de diamantes. Dada a sua extensão, está em causa algo como um quatrilião de toneladas de diamantes ou mil milhões de milhões (1.000.000.000.000.000).»

Tb aqui (ver abaixo): https://www.sciencedaily.com/


Há um enorme tesouro de diamantes escondido nas profundezas da Terra

Há toneladas de diamantes escondidos no interior da Terra, enterrados a mais de 160.000 metros abaixo da superfície, apurou um estudo científico realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em parceria com várias Universidades dos EUA, do Reino Unido, da França, da Austrália e da China.
A investigação realizada por esta equipa internacional de cientistas apurou que pode haver mais de um quatrilião de toneladas de diamantes escondidos no interior da Terra.
Os minerais preciosos estão enterrados a mais de 160.000 metros abaixo da superfície, a uma distância impossível de alcançar para qualquer equipa de perfuração, encontrando-se espalhados pelas chamadas “rochas cratónicas“, isto é, “as secções mais antigas e mais imóveis da rocha que fica abaixo do centro da maioria das placas tectónicas continentais”, explica o MIT em comunicado.
Estas rochas têm a forma de “montanhas invertidas” e podem prolongar-se até profundidades de 322.000 metros através da crosta terrestre e até ao seu manto. As zonas mais profundas são conhecidas por “raízes” pelos geólogos.
O estudo publicado no jornal científico G3 – Geochemistry, Geophysics, Geosystems concluiu que entre 1 a 2 por cento das “rochas cratónicas” do manto da Terra são feitas de diamantes. Dada a sua extensão, está em causa algo como um quatrilião de toneladas de diamantes ou mil milhões de milhões (1.000.000.000.000.000).
“Não conseguimos chegar-lhes, mas há muito mais diamantes lá do que alguma vez tínhamos pensado”, atesta o cientista Ulrich Faul, do Departamento das Ciências Atmosféricas, Planetárias e da Terra do MIT, citado no comunicado sobre o estudo.

As propriedades especiais do diamante

Os investigadores chegaram à descoberta depois de terem detectado uma anomalia nos dados sísmicos em registos feitos, ao longo de décadas, das ondas de som que se sentem através da Terra no seguimento de sismos, tsunamis e explosões.
Estas ondas de som servem para determinar onde é que um terramoto teve origem e também podem ser usadas para “construir uma imagem de como será o interior da Terra”, frisa o MIT.
“As ondas de som movem-se a várias velocidades através da Terra, dependendo da temperatura, da densidade e da composição das rochas pelas quais viajam”, acrescenta o comunicado da entidade.
Analisando esta relação entre “a velocidade sísmica e a composição da rocha”, os investigadores conseguiram definir uma estimativa dos tipos de rochas que compõem a crosta terrestre e partes do manto da Terra (ou litosfera). E foi assim que detectaram a anomalia nos dados sísmicos.
Para identificar a composição das rochas cratónicas que poderiam explicar as anomalias detectadas, os cientistas criaram rochas virtuais compostas por diferentes combinações de minerais.
Calcularam então a velocidade das ondas de som em cada uma dessas rochas virtuais e concluíram que só um tipo de rocha poderia provocar as anomalias verificadas, e é uma rocha constituída por 1 a 2 por cento de diamantes, por peridotito e por pequenas quantidades de eclogitos.
“O diamante, de muitas formas, é especial. Uma das suas propriedades especiais é que a velocidade do som no diamante é mais de duas vezes mais rápida que no mineral dominante nas rochas do manto superior, a olivina”, constata Faul.
Por se tratar de uma percentagem tão pequena de diamantes, não afecta a densidade das rochas cratónicas que “são como pedaços de madeira a flutuarem na água“, refere Faul. “São um pouco menos densas do que o seu entorno, por isso não são subduzidas” – ou seja, não se afundam -, continuando “a flutuar à superfície”, explica o cientista.
“Por isso, descobrimos que só são precisos 1 a 2 por cento de diamantes para os cratões serem estáveis e não se afundarem”, conclui ainda o investigador.
A descoberta não é de todo surpreendente, já que “os diamantes são forjados no ambiente de altas pressões e altas temperaturas da Terra profunda e só chegam à superfície através de erupções vulcânicas que ocorrem a cada poucas dezenas de milhões de anos”, nota o MIT.
Estas erupções criam “tubos” geológicos feitos de kimberlite, um tipo de rocha, através dos quais são expelidos os diamantes e o magma das profundezas da terra.
SV, ZAP //

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Sound waves reveal enormous diamond cache deep in Earth's interior

Study finds one to two percent of Earth's oldest mantle rocks are made from diamond

Date:
July 16, 2018
Source:
Massachusetts Institute of Technology
Summary:
Sound waves reveal a surprisingly large diamond cache deep in Earth's interior, researchers report.
There may be more than a quadrillion tons of diamond hidden in the Earth's interior.
Credit: © KristijanZontar / Fotolia
There may be more than a quadrillion tons of diamond hidden in the Earth's interior, according to a new study from MIT and other universities. But the new results are unlikely to set off a diamond rush. The scientists estimate the precious minerals are buried more than 100 miles below the surface, far deeper than any drilling expedition has ever reached.
The ultradeep cache may be scattered within cratonic roots -- the oldest and most immovable sections of rock that lie beneath the center of most continental tectonic plates. Shaped like inverted mountains, cratons can stretch as deep as 200 miles through the Earth's crust and into its mantle; geologists refer to their deepest sections as "roots."
In the new study, scientists estimate that cratonic roots may contain 1 to 2 percent diamond. Considering the total volume of cratonic roots in the Earth, the team figures that about a quadrillion (1016) tons of diamond are scattered within these ancient rocks, 90 to 150 miles below the surface.
"This shows that diamond is not perhaps this exotic mineral, but on the [geological] scale of things, it's relatively common," says Ulrich Faul, a research scientist in MIT's Department of Earth, Atmospheric, and Planetary Sciences. "We can't get at them, but still, there is much more diamond there than we have ever thought before."
Faul's co-authors include scientists from the University of California at Santa Barbara, the Institut de Physique du Globe de Paris, the University of California at Berkeley, Ecole Polytechnique, the Carnegie Institution of Washington, Harvard University, the University of Science and Technology of China, the University of Bayreuth, the University of Melbourne, and University College London.
A sound glitch
Faul and his colleagues came to their conclusion after puzzling over an anomaly in seismic data. For the past few decades, agencies such as the United States Geological Survey have kept global records of seismic activity -- essentially, sound waves traveling through the Earth that are triggered by earthquakes, tsunamis, explosions, and other ground-shaking sources. Seismic receivers around the world pick up sound waves from such sources, at various speeds and intensities, which seismologists can use to determine where, for example, an earthquake originated.
Scientists can also use this seismic data to construct an image of what the Earth's interior might look like. Sound waves move at various speeds through the Earth, depending on the temperature, density, and composition of the rocks through which they travel. Scientists have used this relationship between seismic velocity and rock composition to estimate the types of rocks that make up the Earth's crust and parts of the upper mantle, also known as the lithosphere.
However, in using seismic data to map the Earth's interior, scientists have been unable to explain a curious anomaly: Sound waves tend to speed up significantly when passing through the roots of ancient cratons. Cratons are known to be colder and less dense than the surrounding mantle, which would in turn yield slightly faster sound waves, but not quite as fast as what has been measured.
"The velocities that are measured are faster than what we think we can reproduce with reasonable assumptions about what is there," Faul says. "Then we have to say, 'There is a problem.' That's how this project started."
Diamonds in the deep
The team aimed to identify the composition of cratonic roots that might explain the spikes in seismic speeds. To do this, seismologists on the team first used seismic data from the USGS and other sources to generate a three-dimensional model of the velocities of seismic waves traveling through the Earth's major cratons.
Next, Faul and others, who in the past have measured sound speeds through many different types of minerals in the laboratory, used this knowledge to assemble virtual rocks, made from various combinations of minerals. Then the team calculated how fast sound waves would travel through each virtual rock, and found only one type of rock that produced the same velocities as what the seismologists measured: one that contains 1 to 2 percent diamond, in addition to peridotite (the predominant rock type of the Earth's upper mantle) and minor amounts of eclogite (representing subducted oceanic crust). This scenario represents at least 1,000 times more diamond than people had previously expected.
"Diamond in many ways is special," Faul says. "One of its special properties is, the sound velocity in diamond is more than twice as fast as in the dominant mineral in upper mantle rocks, olivine."
The researchers found that a rock composition of 1 to 2 percent diamond would be just enough to produce the higher sound velocities that the seismologists measured. This small fraction of diamond would also not change the overall density of a craton, which is naturally less dense than the surrounding mantle.
"They are like pieces of wood, floating on water," Faul says. "Cratons are a tiny bit less dense than their surroundings, so they don't get subducted back into the Earth but stay floating on the surface. This is how they preserve the oldest rocks. So we found that you just need 1 to 2 percent diamond for cratons to be stable and not sink."
In a way, Faul says cratonic roots made partly of diamond makes sense. Diamonds are forged in the high-pressure, high-temperature environment of the deep Earth and only make it close to the surface through volcanic eruptions that occur every few tens of millions of years. These eruptions carve out geologic "pipes" made of a type of rock called kimberlite (named after the town of Kimberley, South Africa, where the first diamonds in this type of rock were found). Diamond, along with magma from deep in the Earth, can spew out through kimberlite pipes, onto the surface of the Earth.
For the most part, kimberlite pipes have been found at the edges of cratonic roots, such as in certain parts of Canada, Siberia, Australia, and South Africa. It would make sense, then, that cratonic roots should contain some diamond in their makeup.
"It's circumstantial evidence, but we've pieced it all together," Faul says. "We went through all the different possibilities, from every angle, and this is the only one that's left as a reasonable explanation."
This research was supported, in part, by the National Science Foundation.
Story Source:
Materials provided by Massachusetts Institute of Technology. Original written by Jennifer Chu. Note: Content may be edited for style and length.

Journal Reference:
  1. Joshua M. Garber, Satish Maurya, Jean-Alexis Hernandez, Megan S. Duncan, Li Zeng, Hongluo L. Zhang, Ulrich Faul, Catherine McCammon, Jean-Paul Montagner, Louis Moresi, Barbara A. Romanowicz, Roberta L. Rudnick, Lars Stixrude. Multidisciplinary Constraints on the Abundance of Diamond and Eclogite in the Cratonic LithosphereGeochemistry, Geophysics, Geosystems, 2018; DOI: 10.1029/2018GC007534
     

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Dezembro - Em Cima como em baixo, em baixo como em cima



Olá a todos!

Já lá vai algum tempo, mas tantas experiências ricas em energia e Consciência se sucederam nos últimos meses. Direi que desde Agosto e desde o retiro na Serra da Estrela (ou já talvez desde meados de Maio?), houve uma expansão e plasmagem de potenciais que se têm revelado enriquecedores em integração e realização, mais abertura, mais permissão, mais percepção. E com isso muitos ajustes, mais mil e uma transmutações, o desconforto de deixar a zona de conforto, o vazio que parece surgir com o novo.

O Novo... lembras-te do texto de início do ano? ah! continuamos a descobrir - devagar devagarinho é certo - o que é o novo, mas está a vir.

Estava a ver imagens para esta fase de Solstício-Natal e a que naturalmente se destacou  foi esta da Fénix, não apenas por ser a Fénix renascida das cinzas, mas por esse espelhar do equilíbrio dos elementos. A nova energia é cristalina, o fogo é cristalino, é vida, é nascimento, é pureza, limpidez e transparência.

Das cinzas virá o Novo. Equilíbrio dos elementais, o reino dévico numa tónica de respeito, integridade, vitalidade, fecundidade. É ou não um belo potencial? Porque não escolhê-lo?

'Em cima como em baixo, em baixo como em cima' é uma daquelas máximas pitagóricas bem conhecidas e um dos princípios da multidimensionalidade. Para nós nesta fase de transição de Dezembro-Janeiro, torna-se sinónimo dessa transfiguração em curso: tu abres-te, tu permites o divino, o Mestre em Ti na tua vida, essa infusão de bençãos/ajustes/renovações/desapegos, mas do mesmo modo o Mestre em Ti aproxima-se do humano e também se enriquece dessas experiências do humano, desta vivência sensorial da fisicalidade. A melodia humano-divino ganha novos acordes, a dança da fusão e infusão ganha novo ritmo e a nova Presença é visível. Visível talvez não aos olhos do humano, mas aos olhos do coração, sentível se preferires.

Habituámo-nos em milénios de Patriarcado a olhar para o alto como sinal de grandeza, salvação, sucesso. Esquecemo-nos que sendo espelho fractal do Alto, essa grandeza, salvação estão em nós. Sucesso? ilusão.

Marco de profunda transformação e realização consciencial em 2017 para mim foi 'The Wound of Adam' /Ferida de Adão, material do Crimson Circle para a integração do Sagrado Masculino e, assim, o equilíbrio do Sagrado Feminino. Uma revolução interior profunda e intensa. desde que em final do ano passado se falava que iria ser apresentado, aguardava com excitação por sentir que algo de extraordinário estava pestes e revelar-se. Assim foi para mim. E os potenciais para o colectivo também começaram a revelar essa integração e equilíbrio. Por isso todas estas revelações em catadupa de assédio e abuso em lugares de topo dos grandes do poder não me surpreenderam. A Consciência está aí a irradiar e aclamar por Integridade. Verdade. Daí também sentir que será uma revolução quando estrear o novo filme da vida de Jesus com Maria Madalena como protagonista. A polémica será inevitável. Os velhos do Restelo virão Todos, os sectaristas e fundamentalistas também - não só cristãos, mas de outras religiões, pois sentirão o pavor desse iluminar do Feminino.
Estranho, não é? no final trata-se apenas de Amor e Perdão, Conversão de Coração e Vida.

Em cima como em baixo. A tua Essência tem esse equilíbrio de Feminino e Masculino. Não há separação. Há dinâmicas de interação e complementaridade. Doçura com firmeza.
Tu abres-te a viver em amor e compaixão por ti mesmo, libertas o passado e a bagagem da dor e sofrimento, aceitas o corpo, a mente e o espírito, segues leve e a clareza da simples sabedoria da Alma - qual gotículas de Éter Primordial - começam a jorrar na tua Vida, agora já não nos automatismos,  nãos nos imediatismos pseudo-satisfatórios-ilusórios, nas hipnoses, mas nessa riqueza sensorial de conteúdos, de vivências, significados e desígnios. Tudo é para o teu Bem Supremo. Tudo é para tua iluminação.

Em baixo como em cima. Tu despojas-te de tudo o que não te pertence (anos a falar disto!), de tudo que é velho e tóxico em ti, tens coragem de olhar as máscaras do feeding, do vírus de consciência de frente e clamas por 'Basta!'. Tu assumes a responsabilidade pela tua existência, sais do jogo e dos dramas, atreveste-te a começar a ser a tua prioridade e até a amar-te (?!!), finalmente o primeiro mandamento a encontrar expressão: 'ama-te e ao teu próximo da mesma maneira...' (a mudança é intencional pois está visto que ninguém percebeu a alteração introduzida por Yeshua) '... assim amas Deus também'. É no instante do teu Sim à Vida que se abre o portal da renovação, das 'curas', do renascimento, das bençãos, da integração, das muitas ascensões, da autonomia e soberania. Alegria de Viver, Paixão de Ser. o divino apenas aguarda esse instante em que o humano se entrega, se abre a libertar-se.

 Tem este planeta futuro? não importa. O futuro nesta linearidade não existe ainda. Na multidimensionalidade de ser os potenciais são imensos e existem apenas no Agora. Ah... e aí quais são as tuas escolhas? sim, quais são as tuas desculpas para adiar e estar nas distraçõezinhas tão simpáticas (como o Natal) de ser um humano pequenino cá 'em baixo' e deixar a Alma/o Eu Superior/o Mestre 'lá em cima'.

E lembro-me do meu sobrinho a cantar: 'Lá em cima está o tiro liro liro, lá em baixo está o tiro liro ló. Juntaram-se os dois à esquina, a tocar a concertina, a dançar o solidó!' :)
Porque não?
Humano e divino em expressão harmoniosa, comunhão de Ser.

E Portugal no meio de tanta cinza? não importa. Renascer das cinzas é o potencial da Fénix. Agora e em cada respiração consciente a energia é em movimento, em comunicação. A semente morre para dar fruto. Que escolhes tu? Ser fénix, ser criador ou manteres-te vítima/'condicionado a', repetidor?... Ficar na matrix e ser normal, o conforto do alimento ao fim do mês, a sensação de satisfação da app, do smartphone, dos saldos, e sei lá mais o quê. A coragem de permitir que as flores e os frutos sejam reais vem com integridade, respeito, perseverança, perdão e auto-perdão, aceitação e confiança. A água que purifica é a liberdade de ser. A vida é o sonho da alegria. O amor é a respiração de Consciência.

Que assim seja, digo eu.

E assim é, para mim pelo menos.

(E 'Não sou o único a olhar o céu', sim? 'Adeus aos meus amores que eu me vou para outro mundo' de Ahmyo, claro)

Eu Sou

Patrícia Almeida

Por aqui a Cristalinar entre as dimensões, a criar novas realidades e plataformas
estreladavida.estreladaaurora@gmail.com

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

E.V.E.A. 10 anos a Cristalinar!












É














É verdade, já lá vão 10 anos a Cristalinar por aqui! Foi em fins de Outubro, princípios de Novembro de 2007, que começámos a nossa Presença na Rua da Saudade :-) e a nossa entrega e dedicação cada vez mais empenhada nesta partilha de Despertar de Consciência Crística, auto-Conhecimento, Ascensão, Harmonização, Cura.

Em profundo reconhecimento a todos os que se cruzaram comigo nestes 10 anos, fosse nas consultas, nos cursos, nas sessões de grupo. Muitos estiveram e partiram, outros foram e voltaram, alguns ficaram e partilharam este desvelar dessa viagem pelos mundos das energias, da multidimensionalidade, de fractais de geometria sagrada, de consciência. 

Houve naturalmente mudanças na percepção das realidades, aprendizagens, desapegos, o transcender de ilusões e desilusões, muita alquimia e metamorfose, mil e um renascimentos... um estreitecer de laços com os Amigos do outro lado dos véus, muita integração de aspectos, muita transmutação (alguma bem ruidosa!), muito maravilhar com as belezas de ser mais e mais cristalino.
A escolha de enveredar por uma aproximação 100% à espiritualidade e energias, aos reinos angelicais e celestiais, teve os seus desafios, teve as suas bençãos e, estas sempre se revelaram muito mais significativas, impulsos de crescimento e expansão. para mim, foi o encontrar do Amor e Compaixão em mim, essa dança de Sagrado Feminino e Sagrado Masculino, a respiração leve da Divina Presença Eu Sou. Do Reiki e Cura Quântica Estelar, das energias à Consciência, da descoberta da Rede Cristalina da Ascensão aos potenciais de realização da iluminação. 

Hummm...
Sim, Eu Estou Aqui.
Construindo pontes, desvelando e revelando a Vida nessa(s) Nova(s) Terra(s), espelhando potenciais do Centro do Ser, desmitificando, conectando ao sopro de Liberdade da Alma e da Centelha Divina em cada Ser.

Temos previstas grandes celebrações, algumas ainda em incubação. Espero contar contigo!

Bem haja a todos!

Patrícia 
  & Cª 

Porto, Portugal, Europa, Urantia, Teta, Nebadon, Orvoton

(texto em desenvolvimento)